Alexandre Cruz da Cunha

Entrevista

Alexandre Cruz da Cunha

Entrevista realizada no contexto do projeto “Territórios do Torcer - uma análise quantitativa e qualitativa das associações de torcedores de futebol na cidade de São Paulo” desenvolvido pelo CPDOC em convênio com o Museu do Futebol e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entre março de 2014 e fevereiro de 2015. O projeto visa, a partir dos depoimentos cedidos, a publicação de um livro e a edição de um filme documentário sobre o tema.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: HOLLANDA, Bernardo Borges Buarque de; FLORENZANO, José Paulo (Org.) . Territórios do torcer: depoimentos de lideranças das torcidas organizadas de futebol. 1. ed. São Paulo: EDUC, 2019. v. 1. 391p .

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
José Paulo Florenzano
Bruna Gottardo
Raphael Piva Favalli Favero
Data: 18/11/2014
Local(ais):
São Paulo ; SP ; Brasil

Duração: 1h35min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Alexandre Cruz da Cunha
Nascimento: 4/2/1976; Santos; SP; Brasil;

Formação:
Atividade: Autônomo.

Equipe

Levantamento de dados: Raphael Piva Favalli Favero;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Raphael Piva Favalli Favero;

Transcrição: Fernanda de Souza Antunes;

Técnico Gravação: Carolina Soares Pires;

Temas

Alemanha;
Anos 1980;
Anos 1990;
Edson Arantes do Nascimento (Pelé);
Espanha;
Esportes;
Família;
Imprensa;
Infância;
Liderança política;
Militância política;
Movimento estudantil;
Polícia;
Política;
Regionalismo;
Rio de Janeiro (cidade);
Santos Futebol Clube;
São Paulo;
Torcidas de futebol;
Viagens e visitas;
Violência;

Sumário

Entrevista 18.11.2014

Apresentações iniciais; a origem em Santos-SP; a família e recordações da infância; a ida ao seu primeiro jogo do Santos Futebol Clube com o padrinho e o destaque do ídolo Fiordemundo Marolla Junior (Marolla); a relação com o futebol na infância; a aproximação da torcida organizada e do Santos em 1994 no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu); o envolvimento com a torcida Sangue Jovem e a dificuldade por ser de militância estudantil; o período como presidente da torcida; a briga do Pacaembu em 1995; o envolvimento da Sangue Jovem com carnaval; a violência nos estádios; os cargos na Sangue; os dois episódios mais difíceis enfrentados pela Sangue e o relacionamento com a imprensa; a crise das torcidas na década de 80; a relações de aliança; a relação entre torcida, clube e patrocinadores; o processo político interno na torcida; o processo de tomada de decisões na Sangue Jovem; a relação da Sangue Jovem com as outras torcidas do Santos Futebol Clube; a questão da burocracia de faixas nos estádios e o estatuto do torcedor; o diálogo entre as lideranças das torcidas; o período da Confederação Nacional das Torcidas Organizadas (Conatorg) e seus efeitos; a diferença entre o Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (GEPE) no Rio de Janeiro e a Polícia de Choque em São Paulo; a importância do diálogo entre torcida e polícia; a trajetória na militância política; a diferença de recepção da militância e da torcida; o episódio do jogo em Barcelona e a relação entre torcida e clube; o ídolo da torcida: Edson Arantes do Nascimento (Pelé); as repercussões da venda do Neymar da Silva Santos Júnior; o grau de influência da torcida organizada nas decisões do clube; a passagem da Sangue Santista; o regionalismo das torcidas do Santos; os casos de emboscadas após os jogos; os “jogos de guerra” e o “pega bandeira”; os casos de violência que teve que lidar enquanto presidente da Sangue Jovem; a experiência com as torcidas alemães; o “Bom Senso”; a relação sócio-torcedor com a torcida organizada.
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