António Costa Pinto I

Entrevista

António Costa Pinto I

Entrevista realizada no contexto do projeto “Cientistas sociais de países de Língua Portuguesa: histórias de vida”, com financiamento do Programa de Cooperação em matéria de Ciências Sociais para os países da comunidade de Língua Portuguesa (Programa Ciências Sociais CPLP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A escolha do entrevistado se justifica por sua atuação como pesquisador e professor de política e história europeia contemporânea no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e professor convidado no ISCTE. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Vídeo, com consulta no portal. Clique aqui para acessar o vídeo.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Angela Maria de Castro Gomes
Helena Maria Bousquet Bomeny
Celso Castro
Data: 14/12/2010
Local(ais):
Lisboa ; PT ; Portugal

Duração: 2h35min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Antônio Costa Pinto
Nascimento: 16/9/1963; Lisboa; PT; Portugal;

Formação: Se formou em História na Universidade de Lisboa, Portugal; Provas de Aptidão Pedagógica no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Portugal; Doutor pelo Instituto Universitário Europeu(1992);Agregação no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Portugal(1999).
Atividade: Pesquisador, professor de política e história europeia contemporânea no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e Professor Convidado no ISCTE. Foi Professor Convidado na Universidade de Stanford(1993) e Georgetown(2004), e Investigador Visitante na Universidade de Princeton (1996) e na Universidade da California- Berkeley (2000). Entre 1999 e 2003 foi regularmente Professor Convidado no Institut D'Études Politiques de Paris. É desde 1998 Sub-Director do Contemporary Portuguese History Resource Centre (CPHRC), sendo atualmente Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política. As suas obras têm incidido sobretudo sobre o autoritarismo e fascismo, as transições democráticas e as elites políticas, em Portugal e na Europa.É autor de mais de 50 artigos em revistas académicas portuguesas e internacionais. Foi consultor científico do Museu da Presidência da República portuguesa e tem colaborado regularmente na imprensa, rádio e televisão. Entre 1998 e 2000 foi director dos Cursos da Arrábida. Foi autor de um programa de rádio, "As Marcas da História" (Antena II), e é actualmente cronista do Diário de Notícias.

Equipe


Transcrição: Maria Izabel Cruz Bitar;

Conferência da transcrição: Carlos Subuhana ;

Técnico Gravação: Arbel Griner; Bernardo de Paola Bortolotti Faria;

Sumário: Ítalo Rocha Viana;

Temas

Abertura política;
África;
Anos 1970;
Antropologia;
Atividade acadêmica;
Atividade profissional;
Brasil;
Ciência política;
Ciências Sociais;
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa;
Democracia;
Descolonização;
Direito;
Ditadura;
Elites;
Elites políticas;
Ensino médio;
Esquerda;
Estado e sociedade;
Europa;
Europeização;
Família;
História;
História de vida;
Identidade;
Instituições acadêmicas;
Intelectuais;
Itália;
Língua portuguesa;
Memória nacional;
Militância política;
Movimento estudantil;
Multiculturalismo;
Obras de referência;
Participação política;
Portugal;
Regime militar;
Revolução dos Cravos (1974);
Serviço militar;
Sociologia;
União Europeia;

Sumário

Entrevista: 14.12.2010

Origens; família; origens sociais; impressões sobre a sociedade rural portuguesa; os estudos no Liceu Pedro Nunes; a escolha pelo Direito; politização e ingresso na militância; a extrema-esquerda e o movimento estudantil em Portugal; a influência do tio; o impacto de maio de 68; a escolha pelas Ciências Sociais via História; o impacto da transição democrática; o serviço militar; afastamento do ativismo político; a ida para a História; Adérito Sedas Nunes;o ambiente acadêmico da História nos anos 70; afastamentos e reestruturação do curso de História; a ida para o Iscte (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa) como assistente estagiário; preocupações intelectuais; As origens sociais da ditadura e da democracia, Barrington Moore; o doutorado; Instituto Universitário Europeu; Philippe Schmitter; Stuart Woolf; os cientistas sociais e as elites em Portugal e Brasil; o terceiro ano na Universidade de Stanford; o Estado Novo português; a intelectualidade portuguesa e a ditadura; o ambiente fechado e os reflexos sobre as ciências sociais portuguesas; o processo de europeização; uma comparação entre Itália e Portugal; o Instituto Universitário Europeu e a Universidade de Stanford; o modelo do Instituto Universitário Europeu; Steven Lukes; a experiência em Stanford; a multiculturalidade; a adesão de Portugal à União Européia; a Ciência Política em Portugal; origens; o tardio desenvolvimento; Adriano Moreira; a Sociologia em Portugal; a Ciência Política e a Antropologia em Portugal; o núcleo fundador; a institucionalização da Ciência Política; a matriz da Antropologia em Portugal; o pós-25 de abril; José Cutileiro; uma nova geração; a relação Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa- ICS – ISCTE; Adérito Sedas Nunes; influências, características e diferenças; as duas instituições atualmente; as Ciências Sociais em Portugal; dois pólos de investigação: Lisboa e Coimbra; internacionalização; a Universidade do Porto; elites política e universitária em Portugal; atividades extra-acadêmicas; a participação de cientistas sociais na esfera pública; interesses; a busca pela memória em Portugal; países de língua portuguesa; a relação entre a ditadura e a democracia em Portugal; transição e descolonização; identidade entre o mundo de língua portuguesa; aproximações nas Ciências Sociais; a relação pessoal com os países de língua portuguesa; os contatos com o Brasil; as relações entre Portugal e África nas Ciências Sociais; as Ciências Sociais hoje e obras marcantes; problemas e constatações; As origens sociais da ditadura e da democracia, Barrington Moore; Theda Skocpol; Transitions from authoritarian rule.


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