Hector Luis Saint-Pierre

Entrevista

Hector Luis Saint-Pierre

Entrevista realizada no contexto do projeto “História Audiovisual das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), entre dezembro de 2012 e dezembro de 2015, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros e a posterior disponibilização dos depoimentos gravados na internet. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Adriana Marques do Nascimento
Data: 24/9/2015
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 2h12min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Hector Luis Saint-Pierre
Formação: Graduação em Ensino Secundário Normal e Especial pela Universidad Nacional de La Plata (1983); mestrado em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp (1988); doutorado em Filosofia pela Unicamp (1996).
Atividade: Professor no Instituto San Roque - IESR (1980/1982); professor na Universidade Metodista de Piracicaba - Unimep (1990/1993); professor titular na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Unesp (1999-atual); membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. – CNPq (2013-atual).

Equipe


Transcrição: Elisa de Magalhães e Guimarães;

Técnico Gravação: Ninna Carneiro;

Sumário

Entrevista: 24 de setembro de 2015

O nascimento em Quilmes, Argentina; a profissão da mãe e a condição financeira da família; a identidade local; os primeiros estudos em escolas de freiras; a diversidade de nacionalidades dos pais; a entrada na Universidade em Psicologia; a transferência para Filosofia na Universidade Nacional de La Pata; a saída da faculdade para o serviço militar; a entrada no Partido Comunista; a filosofia anarquista e o problema com o militarismo; os episódios mais críticos politicamente; a mudança de pensamentos políticos; a ausência de discussões políticas no quartel; a criação de um quadro psicológico para tentar sair do Exército; o retorno à Universidade; a interrupção do curso de Filosofia, em 1976, e a militância com o movimento dos montoneros; as discordâncias com os montoneros; a passagem pela clandestinidade em 1976; o movimento do exército em abafar e suprimir os movimentos sociais; o casamento e mudança para Quilmes; a ida para o Paraguai; os diversos motivos para se mudar para o Paraguai; a entrada na Universidade de Assunção; a sensação de insegurança na Argentina; a prisão no Paraguai e o retorno à Argentina; a prisão em Formosa; a falta de centralidade da inteligência argentina; o trabalho como vendedor e professor de Lógica; a fuga para o Brasil por aviso da irmã; o contato com um antigo amigo de militância em São Paulo; os sentimentos longe da família; a ida à Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP); a prestação de prova para o mestrado no Departamento de Lógica e Epistemologia; o término da graduação em La Plata; o foco nos estudos no Brasil; a distância do filho; a mudança de valores na sociedade argentina desde 1976; a adaptação à vida fora da clandestinidade; a decisão pelo tema do mestrado; os desencontros para conseguir o orientador; o estudo da deliberação e processo decisório em Max Weber; o preconceito com os Estudos Estratégicos na década de 1980; o Núcleo de Estudos Estratégicos, da UNICAMP; a leitura para os assuntos estratégicos; a coordenação de mesas em congressos e principalmente na Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS); o começo do doutorado; o concurso para a Universidade Estadual Paulista (UNESP); o desenvolvimento dos Estudos Estratégicos em outras universidades; a criação de outros grupos de Estudos Estratégicos; o desgosto por dissensos políticos; a preocupação com os militares dentro das discussões acadêmicas; a militância pela consolidação do campo dos Estudos Estratégicos; a relação com os militares como objeto de estudo; a consideração da necessidade das Forças Armadas; a distância nas discussões sobre defesa; a trajetória acadêmica dos Estudos Estratégicos; o respeito dentro dos círculos de oficiais; as dificuldades no diálogo com as instituições militares; a Associação Brasileira de Estudos de Defesa (ABED); as preocupações entorno da ABED; a ampliação de diversos encontros de Estudos Estratégicos; os receios de que a ABED seja tomada somente por militares; os Estudos Estratégicos e de Defesa dentro das Relações Internacionais; a formação dos acadêmicos na atualidade; a Defesa como objeto de pesquisa; conclusão e agradecimentos.

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