José Claudio de Almeida Moraes “Dentinho”

Entrevista

José Claudio de Almeida Moraes “Dentinho”

Entrevista realizada no contexto do projeto “Territórios do Torcer - uma análise quantitativa e qualitativa das associações de torcedores de futebol na cidade de São Paulo” desenvolvido pelo CPDOC em convênio com o Museu do Futebol e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entre março de 2014 e fevereiro de 2015. O projeto visa, a partir dos depoimentos cedidos, a publicação de um livro e a edição de um filme documentário sobre o tema.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: HOLLANDA, Bernardo Borges Buarque de; FLORENZANO, José Paulo (Org.) . Territórios do torcer: depoimentos de lideranças das torcidas organizadas de futebol. 1. ed. São Paulo: EDUC, 2019. v. 1. 391p .

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Bernardo Buarque de Hollanda
José Paulo Florenzano
Bruna Gottardo
Data: 5/2/2015
Local(ais):
São Paulo ; SP ; Brasil

Duração: 3h25min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: José Claudio de Almeida Moraes
Nascimento: 1/7/1959; São Caetano do Sul; SP; Brasil;

Formação: Ensino Médio
Atividade:

Equipe

Levantamento de dados: Raphael Piva Favalli Favero;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Raphael Piva Favalli Favero;

Transcrição: Lucas Andrade Sá Corrêa;

Conferência da transcrição: Raphael Piva Favalli Favero;

Técnico Gravação: Thiago Augusto Esteves Kunis; Ninna Carneiro;

Temas

Agradecimentos;
Anistia política;
Anos 1970;
Atividade profissional;
Comunicação de massa;
Departamento de Ordem Política e Social - DOPS;
Esportes;
Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã);
Família;
Imprensa;
Ministério Público Estadual;
Movimento estudantil;
Movimento sindical;
Polícia;
Protesto político;
Rio de Janeiro (cidade);
São Paulo;
Torcidas de futebol;
Veículos de comunicação;
Viagens e visitas;
Violência;

Sumário

Entrevista: 05.02.2015

Apresentações iniciais; origem em São Caetano do Sul, São Paulo; a família corintiana; o trabalho do pai e o envolvimento com o movimento sindical; a entrada na torcida da Gaviões da Fiel em 1970 e o mandato de Wadih Elu; o papel das torcidas como porta voz do torcedor; origens familiares; o envolvimento com o movimento estudantil; a ida ao primeiro jogo do Sport Clube Corinthians Paulista no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu); a Democracia Corinthiana; a origem da torcida “Camisa 12”; grandes nomes da torcida da Gaviões; as rivalidades entre torcidas; a morte de Rodrigo de Gasperi e a violência nos estádios; a primeira caravana com a torcida em 1972 na semifinal do Campeonato Brasileiro, contra o Botafogo de Futebol e Regatas no Rio de Janeiro; a mudança da sede da Gaviões; a invasão corinthiana ao Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã); a recepção da torcida em Porto Alegre; a conciliação entre torcida e trabalho; a relação da Gaviões com a diretoria de Vicente Matheus; o movimento de carnaval na Gaviões; o episódio da prisão, ida para o DOPS e o afastamento dos movimentos sindicais; o trabalho na secretaria da Gaviões; as eleições na Gaviões e prospecto das gestões anteriores; a Associação de Torcidas do Estado de São Paulo (Atoesp); o episódio da bandeira da anistia e dos porcos no estádio; o surgimento de novas torcidas; as repercussões da morte de Cleofas Sóstenes Dantas da Silva (Cléo); as sub-sedes; a setorização das torcidas nos estádios; a individualização das torcidas de mesmo time; a mudança do perfil das torcidas; o conselho da Gaviões; as eleições na Gaviões e algumas repercussões; o time do Corinthians nos anos 1980 e a Democracia Corinthiana; a participação da Gaviões na vida do clube; a relação da Gaviões com os jogadores; o salário dos jogadores; o diálogo com o Corinthians; a cobrança da torcida para com os jogadores; a relação com os treinadores; o contato com a imprensa e outros veículos de comunicação; questões jurídicas do carnaval da Gaviões; o reflexo do futebol no carnaval; o período como presidente da Gaviões nos anos 1990; a alavancada no carnaval da Gaviões nos anos 1990; a repercussão do episódio do Pacaembu, da briga das torcidas da Mancha Verde e da Torcida Tricolor Independente; a tentativa do Ministério Público de extinguir a Gaviões da Fiel; a relação com a polícia na primeira gestão como presidente da torcida; a relação da Gaviões com as outras torcidas; a queda no número de associados após o episódio do Pacaembu; episódios de maior risco ao longo da experiência como torcedor; aspectos gerais da trajetória; agradecimentos finais.
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