Rogério Carlos Maldonado (Bambu)

Entrevista

Rogério Carlos Maldonado (Bambu)

Entrevista realizada no contexto do projeto “Territórios do Torcer - uma análise quantitativa e qualitativa das associações de torcedores de futebol na cidade de São Paulo” desenvolvido pelo CPDOC em convênio com o Museu do Futebol e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entre março de 2014 e fevereiro de 2015. O projeto visa, a partir dos depoimentos cedidos, a publicação de um livro e a edição de um filme documentário sobre o tema.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: HOLLANDA, Bernardo Borges Buarque de; FLORENZANO, José Paulo (Org.) . Territórios do torcer: depoimentos de lideranças das torcidas organizadas de futebol. 1. ed. São Paulo: EDUC, 2019. v. 1. 391p .

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Raphael Piva Favalli Favero
Aira Fernandes Bonfim
Data: 17/12/2014
Local(ais):
São Paulo ; SP ; Brasil

Duração: 2h2min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Rogério Carlos Maldonado
Nascimento: 18/4/1977; Diadema; SP; Brasil;

Formação: Ensino Médio completo.
Atividade: Arte Finalista; presidente da torcida “Estopim da Fiel”.

Equipe

Levantamento de dados: Raphael Piva Favalli Favero;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Raphael Piva Favalli Favero;

Transcrição: Gabriela Franco Duarte;

Conferência da transcrição: Raphael Piva Favalli Favero;

Técnico Gravação: Carolina Soares Pires; Bernardo de Paola Bortolotti Faria;

Temas

Anos 1990;
Edson Arantes do Nascimento (Pelé);
Esportes;
Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã);
Eventos e comemorações esportivas;
Família;
Infância;
Roberto Rivelino;
São Paulo;
Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira;
Torcidas de futebol;
Viagens e visitas;
Violência;

Sumário

Entrevista: 17.12.2014

Origem em Diadema, São Paulo; relação com os pais; o início da relação com o futebol e com o Sport Club Corinthians Paulista; a amizade com os empregadores da mãe no jogo entre Corinthians e Associação Portuguesa de Desportos Portuguesa; as idas ao Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu) na infância e juventude; o primeiro contato com torcidas organizadas em 1993 com o Coringão Chopp; a ida para a Gaviões da Fiel; relato do primeiro encontro com o presidente da Estopim; a ida para a Estopim e o desenvolvimento da torcida; o maior desafio para a reestruturação da Estopim; o primeiro jogo com a torcida organizada Estopim; a violência nas torcidas; a proibição das torcidas nos estádios e a burocracia após a liberação; a volta da Estopim em 2000; o reflexo do falecimento de um dos fundadores da Estopim, “Seu Romualdo”; o princípio de não violência da Estopim; o papel da torcida na formação dos jovens; os cargos exercidos na Estopim; os desfiles de carnaval da Estopim; a organização da Estopim quanto a Carnaval e Futebol; a questão das sub sedes e as idas aos jogos no Pacaembu; o processo de ingresso na Estopim; a relação com o estádio do Pacaembu e Arena Corinthians (Itaquerão); a organização da Estopim em dias de jogo; relação entre a Estopim e a Pavilhão; a primeira caravana em 1994 para o Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã) com a Gaviões da Fiel; relato das caravanas; as promessas feitas antes dos jogos; a relação com as outras torcidas; a importância da prevenção nos estádios; a relação com as torcidas do entrono de Diadema; o fim da Confederação Nacional das Torcidas Organizadas (Conatorg) e a criação da Associação Nacional de Torcidas Organizadas (Anatorg); a modernização e transformação do futebol em produto; a estrutura da Anatorg; sonhos para o “espaço de torcer” e o caso de Jururu; a questão dos materiais de torcida; a relação entre jogador e torcedor; os impactos da Lei Pelé; o contato com Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira (Sócrates), Roberto Rivelino e José Ferreira Neto (Neto); o centenário do Corinthians e as 100 bandeiras.
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