Alexandre de Azevedo Silva

Entrevista

Alexandre de Azevedo Silva

Entrevista realizada no contexto do projeto “História Oral do CNJ”, desenvolvido pelo CPDOC a partir de convênio e financiamento com a Escola de Direito da FGV, entre abril de 2009 e abril de 2011. O projeto visa, a princípio, apenas a criação de um banco de fontes orais.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Christiane Jalles de Paula
Tânia Abrão Rangel
Data: 24/9/2010
Local(ais):
Brasília ; DF ; Brasil

Duração: 1h40min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Alexandre de Azevedo Silva
Formação:
Atividade:

Equipe


Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Conferência da transcrição: Christiane Jalles de Paula;

Técnico Gravação: Marco Dreer Buarque; Bernardo de Paola Bortolotti Faria;

Sumário: Luanna Gentil ;

Temas

Advocacia;
Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
Família;
Justiça;
Justiça do trabalho;
Magistratura;
Poder executivo;
Poder judiciário;
Política;
Supremo Tribunal Federal;
Tocantins;

Sumário

Entrevista: 24/09/2010

Origens familiares; a vida em Tocantis; a atuação na Justiça do Trabalho; a trajetória na advocacia; a experiência na advocacia cível; a Associação dos Magistrados Trabalhistas da 10ª Região; a associação à Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas (Amatra); a atuação no gabinete da presidência da Secretária de Assuntos Extraordinários; o convite para integrar o gabinete; a atuação como secretário-geral, vice-presidente, e diretor da escola da Amatra; a magistratura trabalhista e a Justiça Federal; as prioridades no trabalho no Gabinete; o trabalho com o juiz Flávio Dino; a questão das estatísticas; o banco nacional de dados do Poder Judiciário; a criação do Justiça em Números; a dificuldades de extração de dados; a implementação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) dentro do Supremo Tribunal Federal; a questão orçamentária da implementação do CNJ; a transformação do Conselho; experiências de comissões; a criação da comissão de juizados especiais e comissão de estatística; os debates internos entre magistrados e não magistrados; a discussões de temas internos; os objetivos da Constituição; os problemas da carreira de magistratura; o trabalho do CNJ junto ao Executivo na destinação de recursos para a área federal; o cargo de secretário-geral do CNJ e suas experiências; as vaidades do judiciário; a falta de institucionalização para o Conselho Nacional de Justiça ser consolidado; a visão política acerca do CNJ; considerações finais.
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