Claudio Faria Romero

Entrevista

Claudio Faria Romero

Entrevista realizada no contexto do projeto “Territórios do Torcer - uma análise quantitativa e qualitativa das associações de torcedores de futebol na cidade de São Paulo” desenvolvido pelo CPDOC em convênio com o Museu do Futebol e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entre março de 2014 e fevereiro de 2015. O projeto visa, a partir dos depoimentos cedidos, a publicação de um livro e a edição de um filme documentário sobre o tema.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: HOLLANDA, Bernardo Borges Buarque de; FLORENZANO, José Paulo (Org.) . Territórios do torcer: depoimentos de lideranças das torcidas organizadas de futebol. 1. ed. São Paulo: EDUC, 2019. v. 1. 391p .

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Bernardo Buarque de Hollanda
Data: 9/3/2015
Local(ais):
São Paulo ; SP ; Brasil

Duração: 4h6min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Claudio Faria Romero
Formação:
Atividade:

Equipe


Técnico Gravação: Thiago Augusto Esteves Kunis;

Temas

Agradecimentos;
Anistia política;
Anos 1960;
Anos 1970;
Atividade profissional;
Clube de Regatas do Flamengo ;
Copa do Mundo;
Elites;
Esportes;
Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã);
Exército;
Família;
Formação acadêmica;
Frei Betto (Carlos Alberto Libânio Christo);
História;
Infância;
Manuel Francisco dos Santos (Mané Garrincha) ;
Militância política;
Paulo Egydio Martins;
Pernambuco;
Perseguição política;
Protesto político;
Redemocratização;
Santos Futebol Clube;
São Paulo;
Sociedade Esportiva Palmeiras ;
Torcidas de futebol;
Universidade de São Paulo;
Viagens e visitas;
Violência;

Sumário

Entrevista: 09.03.2015

Apresentações iniciais; a cidade natal, São Paulo; origens familiares; a origem do nome Cláudio Romero; lembranças da infância e os primeiros contatos com o Sport Clube Corinthians Paulista; a primeira ida ao Estádio ver o jogo do Corinthians no Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã); a ida aos jogos na década de 60; a estreia de Mané Garrincha no Corinthians; a diretoria do Corinthians; a relação dos torcedores com Wadih Helu; o início da ideia de se formar uma torcida organizada; o contato com os jogadores; a rentabilidade dos clubes atualmente; os jogos de basquete do Corinthians; a escolha do nome “Gaviões da Fiel”; a participação da torcida Camisa 12 no movimentos da anistia; a fundação da Gaviões da Fiel; os deslocamentos da torcida para assistir aos jogos; a relação com a torcida do Clube Atlético Mineiro; as primeiras brigas entre torcidas e o crescimento da Gaviões; o DOI-Codi como agente de repressão das torcidas; o jogo em que Frei Betto anuncia morte de Carlos Marighella; a Copa do Mundo de 1970; a posição política de Chico Malfitani e de Flávio La Selva; a queda de Wadih Helu; o líder da Gaviões em 69/70, Inaté José da Silva; o presidente Luiz Antônio Achôa Mezher (Magrão); a eleição de Miguel Martínez como presidente do Corinthians; a saída de Flávio da presidência da Gaviões; as mudanças de sedes; a suspensão na Gaviões e o episódio no restaurante Lago Azul; a fundação da Torcida Jovem Camisa 12; o surgimento de novas torcidas na década de 60 e 70; a queda do avião da Torino Football Club em 1949; a refundação da Torcida Uniformizada do São Paulo (Tusp) e da Torcida Tricolor Independente; a escolha do nome “Camisa 12”; as dificuldades de locomoção da torcida; episódios de excursões, jogos e brigas; a história do porco da Sociedade Esportiva do Palmeiras; a relação com Paulo Rogério de Aquino (Paulinho Serdan) da Torcida Mancha Verde; a relação com o presidente da Gaviões, Cláudio Alves Simões; as bandeiras no estádio; o comportamento da torcida corinthiana nos jogos; a saída de Roberto Rivellino; o jogo contra o Palmeiras na final do Campeonato Paulista em 1974; as mudanças de sede da Camisa 12; a rivalidade entre Gaviões e Camisa 12; a questão financeira da torcida organizada; a conciliação entre trabalho e torcida; as gestões presidenciais do Corinthians; a participação de Paulo Egydio na invasão do Maracanã; a origem da torcida Mancha Verde; a viagem para Recife; as músicas da torcida; a formação em história pela Universidade de São Paulo (USP) e a trajetória acadêmica; o curto período como professor; perseguição política e idas às manifestações; a relação com Walter Feldman; a participação da Camisa 12 na festa da conquista em 1977; o jogo do Atlético e o Clube de Regatas do Flamengo; a amizade com as torcidas do Flamengo; o papel mediador da Camisa 12 e a rivalidade entre as torcidas; a experiência na Arena Corinthians e a origem popular do Corinthians; as negociações dos Clubes de futebol; as torcidas no carnaval e a história do envolvimento da Camisa 12 com o carnaval; os enredos da Camisa 12; o período como presidente da torcida; Gaviões em comparação à Camisa 12 e a proposta de integração; episódios de brigas entre torcidas; a faixa estendida no jogo do Santos Futebol Clube contra Corinthians no período de redemocratização; as atuais escolhas dos enredos de Carnaval; questões financeiras do Corinthians e os Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (CID’s); a proibição das bandeiras nos estádios; a elitização do futebol; o filho professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a família; agradecimentos finais.
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