GOUVEIA, Paulo (RS)

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Nome: GOUVEIA, Paulo (RS)
Nome Completo: GOUVEIA, Paulo (RS)

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
GOUVÊA, Paulo

GOUVEIA, Paulo

*dep. fed. RS 1999-2007.

 

Paulo José Gouvêa nasceu em Tenente Portela (RS) no dia 19 de abril de 1964, filho de Adão Alexandre de Gouvêa e Eva Cezar de Gouvêa.

Encerrou os seus estudos em 1986, sem ter concluído o Ensino Médio. No ano seguinte tornou-se microempresário do ramo de materiais de construção, permanecendo nessa atividade até 1990. A partir de 1993 passou a exercer a profissão de Agente Social em vários municípios gaúchos até 1998.

Em 1997 a 1998, apresentou também o programa A voz da comunidade na televisão Pampa, em Porto Alegre. Nesse mesmo período, foi comentarista da rádio FM 100.5 e radialista na Rádio Capital, ambas de Porto Alegre.

Ainda no ano de 1997 filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). No ano seguinte, participou do I curso de formação política do movimento da Juventude Trabalhista do Rio Grande do Sul e de seminário sobre radiodifusão nas eleições.

Nas eleições de outubro de 1998, candidatou-se e foi eleito deputado federal. Assumiu o mandato em fevereiro do ano seguinte. Ainda em 1999, desfiliou-se do PTB e ingressou no Partido Social Trabalhista (PST), mas logo depois saiu do PST e filiou-se ao Partido Liberal (PL). Exerceu nos anos de 1999 e 2000 a vice-liderança do bloco que reuniu o PL, o PST, e o Partido Social Liberal (PSL).

Em outubro de 2002, candidatou-se novamente a deputado federal e obteve a reeleição, tendo iniciado novo mandato em fevereiro de 2003. Nessa legislatura integrou, entre 2005 e 2006, como titular e suplente a Comissão de Agricultura e Política Rural. Nesse período, foi também titular e suplente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; titular e terceiro vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano e Interior.

No ano de 2006 teve o seu nome envolvido no escândalo relacionado à chamada “máfia dos sanguessugas”. Nesse esquema seriam usadas empresas de fachada para fraudar licitações em prefeituras de vários estados, contando com a participação de representantes de municípios, onde seriam adquiridas ambulâncias ou equipamentos hospitalares superfaturados. Para conseguir recursos haveria a conivência de assessores de deputados federais. Seriam apresentadas emendas ao Orçamento da União direcionadas aos municípios visados no esquema, e com a ajuda de servidores do Ministério da Saúde, seriam assinados convênios da Pasta com as prefeituras. Os servidores envolvidos no esquema garantiriam a liberação do dinheiro e com ele as propinas seriam pagas a servidores públicos federais e municipais e a assessores de deputados. Embora Paulo Gouveia tivesse o seu nome indiciado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apurou o caso, ele, no entanto, não foi cassado.

Tentou a reeleição, nas eleições de outubro do mesmo ano, porém não conseguiu um novo mandato. Encerrou a sua legislatura em janeiro de 2007.

 

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros; Folha de S.Paulo (online) 25 jul., 10 ago., 02,11 out. e 09 nov. 2006. Disponível em : <http://www1. folha.uol.com.br/folha-arquivos-ur>. Acesso em : 16 out. 2009; Globo (online). Disponível em : <http://www. oglobo.globo.com>. Acesso em : 22 out. 2009; Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em : <http://www2.camara.gov.br>. Acesso em : 15 out. 2009. 

 

 

 

 

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