FUNDACAO GETULIO VARGAS

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Nome: FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS
Nome Completo: FUNDACAO GETULIO VARGAS

Tipo: TEMATICO


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FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS

 

Instituição criada em 20 de dezembro de 1944 no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, por Luís Simões Lopes. De acordo com seus estatutos, destina-se primordialmente a empreender estudos e pesquisas no domínio da administração pública e privada, promovendo a formação de pessoal para o exercício dessas atividades. Incumbe-se ainda do planejamento e da organização de serviços ou empreendimentos em diversas áreas, assumindo o encargo de executá-los ou de prestar a assistência técnica necessária para sua execução. Ao mesmo tempo, constitui-se num centro de documentação, com a finalidade de sistematizar e divulgar conhecimentos técnicos relacionados à sua esfera de atuação.

Origens

As primeiras tentativas de modernização da burocracia brasileira surgiram logo após a Revolução de 1930 e consolidaram-se em 1936, com a criação do Conselho Federal do Serviço Público Civil, que, por sua vez, deu origem a inúmeras entidades públicas e privadas voltadas para o problema da eficiência do aparelho administrativo governamental.

A atuação do conselho preparou o caminho para uma iniciativa de maior alcance no campo da administração pública: a criação do Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP), em 30 de julho de 1938. A partir de então e até 1945, o DASP, em seu esforço de racionalizar a administração federal, concentrou-se prioritariamente na formação de quadros técnicos para a administração pública. É nesse contexto de modernização da burocracia brasileira que se situa a criação da Fundação Getulio Vargas.

Luís Simões Lopes, presidente do DASP, sugeriu ao presidente da República que criasse uma entidade dedicada ao estudo e ao ensino dos problemas da administração. O presidente Vargas autorizou o DASP a tomar as medidas concretas para a criação dessa entidade através de decreto promulgado no dia 14 de julho de 1944.

Para permitir que a entidade ficasse a salvo das interferências da política, sem no entanto subordinar-se à procura do lucro, foi escolhida a forma de fundação, com objetivos de interesse público mas com personalidade jurídica de direito privado.

Direção e organização

Os órgãos de direção da FGV são: 1) a assembléia geral, órgão deliberativo soberano, composto por doadores e fundadores e por representantes das entidades que contribuíram para a criação da instituição; 2) o conselho curador, de caráter consultivo, constituído de 21 membros eleitos pela assembléia geral entre seus componentes; 3) a presidência, cujo ocupante, eleito pela assembléia geral para um mandato de oito anos, sendo permitida a reeleição, preside também o conselho diretor, escolhendo ainda o superintendente-geral responsável pela gerência da fundação; e 4) o conselho diretor, de caráter executivo, composto do presidente da FGV e de outros sete membros eleitos pela assembléia geral.

Os Estatutos foram modificados durante a 11ª sessão extraordinária da Assembléia Geral de 18 de setembro de 1997, quando a Fundação Getulio Vargas passou a contar com três vice-presidentes e mais dois conselheiros suplentes do conselho diretor, passando de 19 para 21 membros.

A Fundação Getulio Vargas é um complexo constituído de institutos, escolas e centros, além de uma editora, e atuou até os anos 1990 nos seguintes campos: economia, administração (pública e privada), contabilidade, psicologia aplicada, educação, recursos humanos, direito público, ciência política, história contemporânea do Brasil e documentação.

Economia, administração e contabilidade

Na área de economia, a atuação da FGV iniciou-se em 1946, quando um núcleo de economistas liderado pelo professor Eugênio Gudin passou a reunir-se para debater os problemas econômicos brasileiros. Concluindo que era necessário melhorar o nível de informações e estudos sobre esse tema, o núcleo apoiou uma nova concepção desses estudos no país, chegando a abrigar a faculdade que mais tarde se tornaria a Faculdade Nacional de Ciências Econômicas, hoje integrante da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Além disso, o núcleo patrocinou o início da publicação de duas revistas em 1947: a Revista Brasileira de Economia, lançada no mês de setembro, e Conjuntura Econômica, no mês de novembro. Dedicou-se ao mesmo tempo a dois estudos na área de economia aplicada: o levantamento da renda nacional e a elaboração do primeiro balanço de pagamentos do país, encargos mais tarde absorvidos pela antiga Superintendência da Moeda e do Crédito (Sumoc), hoje Banco Central.

A partir da equipe que estudava a renda nacional e das duas revistas, tudo sob a coordenação do núcleo inicial de economistas da FGV, consolidou-se o setor que, em 1951, deu origem ao Instituto Brasileiro de Economia (Ibre). Concentrando suas atividades no estudo da temática macroeconômica, o Ibre tem entre suas atividades permanentes a montagem da conta do governo federal e a elaboração dos índices de preços. Dos quadros do Ibre, desde a sua fundação, já saíram três ministros da Fazenda, um ministro do Planejamento, um presidente do Banco Central e um presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

O aperfeiçoamento e a especialização de economistas, que sempre foram os objetivos do Ibre, suscitaram a criação da Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE) em 1966. Tendo surgido como um desenvolvimento do Centro de Aperfeiçoamento de Economistas, ativo de 1961 a 1965, a escola sistematizou seus cursos de pós-graduação, inicialmente em  nível de mestrado e, a partir de 1974, em nível de doutorado.

No campo da administração, a Fundação Getulio Vargas definiu-se pela promoção de seu estudo sistemático em duas escolas, uma voltada para a administração pública e outra para a administração de empresas.

No Rio de Janeiro foi criada a Escola Brasileira de Administração Pública (EBAP) em 1952. A EBAP mantinha cursos regulares de graduação e mestrado e um Centro de Pesquisas Administrativas, dedicado a organizar e supervisionar o programa de estudos sobre a vida administrativa brasileira. A Revista de Administração Pública, editada desde 1967, visa divulgar os trabalhos de pesquisa realizados pelo órgão.

Em São Paulo, criou-se em 1954 a Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP), mantendo cursos de graduação e pós-graduação, além de um centro de pesquisas, e publicando a partir de julho de 1961 a Revista de Administração de Empresas.

A divisão de áreas de atuação entre o Rio de Janeiro e São Paulo, determinada pela dominância de um ou outro setor de atividades em cada uma dessas cidades, foi redefinida em 1960, coincidindo com a mudança da capital federal para Brasília. A partir de então, as duas escolas tornaram-se bivalentes, cobrindo ambas os currículos de administração pública e de empresas.

Ainda no campo da administração, a FGV ampliou consideravelmente suas atividades com a criação da Escola Interamericana de Administração Pública (EIAP) em 1964. A EIAP recebia alunos bolsistas de toda a América Latina para cursos regulares de pós-graduação e para pesquisas, além de organizar eventualmente cursos e programas de treinamento em diversos países latino-americanos.

Também na esfera internacional, a FGV foi a instituição brasileira encarregada de executar o programa do Centro Interamericano de Comercialização (Cicom). O Cicom surgiu por força de um acordo firmado entre o Brasil e a Organização dos Estados Americanos (OEA), em dezembro de 1967, e se destinava a promover estudos, pesquisas e programas de treinamento ligados à implantação de técnicas modernas de comercialização de bens e serviços em todos os países membros da OEA.

Além da economia e da administração, também a contabilidade mereceu atenção especial e a partir de 1968 a FGV iniciou uma série de cursos de especialização cuja acolhida levou à criação, em 1970, do Instituto Superior de Estudos Contábeis (ISEC), que promovia cursos de graduação e pós-graduação em contabilidade.

Psicologia aplicada, educação e recursos humanos

No campo da psicologia aplicada, o Instituto de Seleção e Orientação Profissional (ISOP), criado em 1947, desenvolveu em seus primeiros anos uma atividade pioneira, atendendo diretamente aos interessados por meio de técnicas hoje amplamente difundidas de seleção e orientação profissional, como testes vocacionais e exames psicotécnicos. Com o crescimento da demanda desses serviços, o ISOP optou por uma linha de trabalho predominantemente normativa e dedicou-se à formação em psicologia aplicada em nível de pós-graduação e à pesquisa de métodos e normas.

No domínio da educação, a FGV manteve de 1947 a 1972 um Departamento de Ensino que se dedicou a iniciativas experimentais com a finalidade de chegar a novos currículos e a novos procedimentos metodológicos. Concentrando-se no ensino médio, o departamento planejou e implantou a Escola Técnica de Comércio (1949) e o Colégio Nova Friburgo(1950).

Em 1971, a FGV criou o Instituto de Estudos Avançados em Educação (Iesae), com a finalidade de implantar e manter um sistema de estudos e pesquisas em nível de pós-graduação na área da educação. Iniciativa pioneira, o Iesae tem o propósito de cooperar no planejamento de sistemas educacionais, na organização e no desenvolvimento das escolas, na elaboração dos seus currículos, na formação de professores e na avaliação da atividade educacional. Para tanto, mantém cursos de mestrado e coordena a realização de pesquisas sobre a situação educacional brasileira.

Ao longo da experiência nas áreas da administração e da psicologia aplicada ao trabalho, o caráter interdisciplinar dos cursos e das pesquisas realizadas na FGV envolveu freqüentemente o estudo de alguns aspectos da questão dos recursos humanos do país. Decidindo abordar esse campo de forma sistemática, a FGV criou em 1968 o Centro de Estudos e Treinamento em Recursos Humanos (Cetrhu). O Cetrhu coordenou pesquisas e levantamentos sobre diversos aspectos da problemática do emprego da população economicamente ativa.

Direito público, ciência política e história

Entre os primeiros núcleos que se formaram na FGV estava o Núcleo de Direito Público, criado em 1947. Ao fim de cinco anos de atuação, o núcleo decidiu ampliar o objeto de suas pesquisas, abrangendo também a ciência política, e transformou-se no Instituto de Direito Público e Ciência Política (Indipo), que promoveu cursos de pós-graduação, pesquisas, debates e conferências. O Indipo foi também responsável pela publicação da Revista de Ciência Política, lançada em março de 1958.

Ligado ao Indipo foi organizado o Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (Cpdoc), criado em 1973 com a finalidade de reunir e organizar um acervo de documentos de valor histórico, preservá-lo e colocá-lo em condições de ser utilizado por estudiosos e pesquisadores. O centro propõe-se ainda a desenvolver pesquisas no campo das ciências sociais.

Documentação e editoração

Desde o início de suas atividades, a FGV dispunha de uma biblioteca, de um setor de publicações que mais tarde deu origem a uma editora, e de arquivos. Em 1966, esses serviços foram reunidos no Instituto de Documentação (Indoc).

Além de se responsabilizar pela publicação  de revistas patrocinadas pela FGV, a editora publica e comercializa livros da área de ciências sociais. A FGV mantém uma livraria no Ri de Janeiro e outra em São Paulo.

As transformações da década de 1990

A Fundação Getulio Vargas enfrentou nos anos 1980 dificuldades de equilíbrio orçamentário, como reflexo dos problemas econômicos que o país viveu nesse período. A cada ano diminuía a subvenção governamental e a instituição não estava preparada para suprir essa dificuldade. Já em 1983, como medida de contenção de despesas, foram extintos os cursos de graduação da Escola Brasileira de Administração Pública (EBAP). Ao final da década, os problemas acumulados ameaçaram a própria existência da entidade. Em 1988, como medida para equilibrar o orçamento, foram encerradas as atividades da Escola Interamericana de Administração Pública (EIAP), em conseqüência da suspensão da ajuda financeira do BID; deu-se a extinção dos Cursos de Atualização e Especialização de Executivos (Catespe) e a redução das atividades do ISOP, sem prejuízo das atividades essenciais de ensino e pesquisa dos cursos de mestrado e doutorado strictu sensu.

O agravamento da situação obrigou a FGV em 1990 a encerrar as atividades de oito órgãos: o ISOP, o ISEC, o Instituto de Recursos Humanos (IRH), o Indipo, o Indoc, os Cursos de Administração de Empresas (Cademp), o Iesae e Conselho de Coordenação e Pesquisas (Concep).

A extinção desses órgãos levou à demissão de 35% dos funcionários na sede. Alguns órgãos extintos foram transferidos para outras instituições. Assim, as atividades do ISOP, incluindo a revista Arquivos Brasileiros de Psicologia, foram para a Universidade Federal do Rio de Janeiro, os de pós-graduação do ISEC para a Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a Revista de Direito Administrativo foi transferida para a Editora Renova, de São Paulo, os cursos do IRH e os do Cademp foram absorvidos por outra escola da própria FGV, a EBAP, e os de pós- graduação latu sensu do ISEC foram para a EPGE.

Os órgãos que permaneceram em atividade foram o Ibre, a EBAP, a EAESP, a EPGE e o Cpdoc. Foi criado o Comitê de Cooperação Empresarial integrado por 30 empresas com o objetivo de promover seminários e conferências de especialistas estrangeiros e nacionais. Inicialmente as atividades do comitê se realizavam dentro da EPGE. Os órgãos de apoio foram também reestruturados, sendo criada a Divisão de Gestão da Informação (Digi), integrada pelo Centro de Informática, Biblioteca, Arquivo, Editora da FGV e Livraria.

Em 1991 teve início um processo de modernização gerencial, com a participação efetiva dos diretores dos institutos e escolas, na formulação do plano de mudanças da instituição. Foi então ampliada a atuação da FGV nas áreas de consultoria e assistência técnica, bem como seu programa de ensino. Foi intensificado o número de contratos com organismos da administração direta e indireta e com instituições privadas, visando suprir a drástica queda dos valores da subvenção federal. Basta lembrar que, entre 1991 e 1992, a redução foi da ordem de 39,5% em termos reais.

Em abril de 1992, deixou a presidência o seu fundador, Luís Simões Lopes, no cargo desde 1944, sendo eleito para o período de 1992 a 1998 o então vice-presidente Jorge Oscar de Melo Flores. Para o cargo de vice-presidente, foi escolhido o então diretor da EPGE, Mário Henrique Simonsen.

Já em 1994 alguns sinais de recuperação da economia brasileira, com a implantação do Plano Real, que trouxe a estabilização de preços, tarifas e salários, repercutiram positivamente na vida da instituição. Esses fatores, aliados à reformulação interna, permitiram à FGV comemorar, em dezembro de 1994, seu cinqüentenário de atividades.

Com a morte do vice-presidente Mário Henrique Simonsen, em fevereiro de 1997, e com as modificações introduzidas em seus estatutos, a FGV passou a contar com três vice-presidentes. Foram eleitos o professor e ex-diretor da EAESP Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque, o conselheiro Francisco Osvaldo Neves Dornelles e o professor e ex-diretor da EPGE Carlos Ivan Simonsen Leal. Em abril de 1998 foram reeleitos para um mandato de seis anos Jorge Oscar de Mello Flores e os três vice-presidentes eleitos no ano anterior.

A Fundação Getulio Vargas durante o ano de 1998 introduziu mudanças na sua forma de organização, extinguindo algumas divisões, como a Financeira e a Administrativa que passaram a se integrar à diretoria-geral e reestruturando outras, como a Divisão de Gestão da Informação (Digi) que passou a ser subordinada diretamente ao diretor-geral.

Em 1999, foi publicado, pela Editora da Fundação Getulio Vargas, o livro Fundação Getulio Vargas, concretização de um ideal, organizado pela pesquisadora Maria Celina Soares D’Araújo, contendo depoimentos dos principais colaboradores da entidade.

Em 10 de agosto de 2000, com a morte do presidente Jorge Oscar Mello Flores, assumiu a presidência Carlos Ivan Simonsen Leal um dos vice-presidentes eleito em 1998. 

Sua administração tem se destacado pela ampliação das atividades da instituição. Tem feito um grande esforço para a inserção da FGV na rede global de instituições de ensino e pesquisa.  Foram criados novos cursos de graduação e pós-graduação e ampliadas as pesquisas acadêmicas.

No Rio de Janeiro a Fundação Getulio Vargas conta hoje com as seguintes novas unidades: Escola de Direito com cursos de graduação e pós-graduação e desenvolve projetos de pesquisa aplicada; Escola Superior de Ciências Sociais (CPDOC) com cursos de graduação e pós-graduação em história e ciências Sociais. O CPDOC continuou a desenvolver suas atividades de pesquisas e documentação. A Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (EBAPE) reintroduziu os cursos de graduação. A Escola de Pós-Graduação em Economia que até então só mantinha os cursos de mestrado e doutorado, abriu cursos de graduação em Economia.

 Em São Paulo a Fundação Getulio Vargas ampliou suas atividades criando a Escola de Economia de São Paulo (EESPP) com ensino de graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão e Escola de Direito de São Paulo (EDESP) que oferece cursos de graduação, investimento em pesquisa, cursos de especialização e programa de pós-graduação com mestrado.

Além desses cursos a Fundação instituiu a FGV Projetos que é uma unidade multidisciplinar que presta serviços de consultoria, treinamento, seminários, certificação e concursos.

Conta também com o Instituto de Desenvolvimento Educacional (IDE) que tem por objetivo desenvolver e gerenciar a distribuição exclusiva dos produtos e serviços educacionais da FGV, sob a responsabilidade acadêmica e técnica de suas escolas e institutos.

Os cursos de educação continuada foram ampliados e hoje estão presentes em todos os estados brasileiros

Atualmente além do Comitê de Cooperação Empresarial/Centro de Economia Mundial, foram criados novos Programas: Câmara FGV de Conciliação e Arbitragem; FGV Ensino Médio que está dedicado a promover discussões sobre questões relacionadas ao ensino médio no Brasil. A produção de materiais didáticos e a realização de seminários são as formas de atuação desse Programa; Programa Ciclo Básico de Graduação (PCBG), responsável por todo o curso de graduação em Ciências Sociais. Presta apoio aos coordenadores dos cursos de graduação e tem por competência acompanhar e supervisionar a execução do projeto pedagógico dos cursos; promover a interface com os órgãos reguladores e agências de fomento na área da educação de nível superior; atuar junto aos discentes e docentes com vistas ao cumprimento das exigências legais e normativas em vigor.

A Fundação Getulio Vargas ampliou a publicação de revistas acadêmicas. Foram lançadas as revistas: Revista de Direito Administrativo, Revista Getulio e Estudos Históricos.

Os cursos de Administração da EBAPE e de Economia da EPGE, ao serem  avaliados, no ano de 2009, pelo Ministério da Educação, obtiveram nota  máxima, sendo considerados os melhores, nas suas áreas, em todo o país.

 

Alzira Alves de Abreu

 

FONTES: FUND. GETULIO VARGAS. 30; FGV. Relatório (1983-1998); Relatório de Atividades e Prestação de Contas. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas, 2006. 2007. 2008.

 

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