Angelo Nolasco de Almeida

Entrevista

Angelo Nolasco de Almeida

Entrevista realizada no contexto da pesquisa "Trajetória e desempenho das elites políticas brasileiras", parte integrante do projeto institucional do Programa de História Oral do CPDOC, em vigência desde sua criação em 1975. A entrevista foi utilizada no livro Jango: as múltiplas faces/ Angela de Castro Gomes, Jorge Ferreira. - Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007. 272p.:il. Por determinação expressa no documento de cessão de direitos, a publicação integral desta entrevista só é permitida com autorização expressa do depoente. A escolha do entrevistado se justificou, entre outras coisas, por ter sido Ministro da Marinha do governo João Goulart (1961-1962).
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Verena Alberti
Ignez Cordeiro de Farias
Plínio de Abreu Ramos
Data: 6/3/1986 a 20/8/1986
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 33h45min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Angelo Nolasco de Almeida
Nascimento: 13/12/1905; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Falecimento: 8/7/1996; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Escola Naval (1923-1927); Escola de Guerra Naval.
Atividade: Militar; Ministro da Marinha (1961-1962).

Equipe

Levantamento de dados: Ignez Cordeiro de Farias;Plínio de Abreu Ramos;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Ignez Cordeiro de Farias;Plínio de Abreu Ramos;

Conferência da transcrição: Verena Alberti;

Copidesque: Verena Alberti;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Verena Alberti;

Temas

Abertura política;
Administração pública;
Aliança Liberal (1929);
André Franco Montoro;
Angelo Nolasco de Almeida;
Ari Parreiras;
Ato Institucional, 5 (1968);
Augusto Rademaker;
Brasília;
Campanha do petróleo (1948-1953);
Carlos Lacerda;
Carreira diplomática;
Clube Militar;
Clube Naval;
Companhia Siderúrgica Nacional;
Comunismo;
Democracia;
Eduardo Gomes;
Ernâni do Amaral Peixoto;
Ernesto Geisel;
Escola Naval;
Estado Novo (1937-1945);
Estados Unidos da América;
Eurico Gaspar Dutra;
Francisco Negrão de Lima;
Getúlio Vargas;
Góes Monteiro;
Golpe de 1964;
Governo Emílio Médici (1969-1974);
Governo Getúlio Vargas (1951-1954);
Governo Jânio Quadros (1961);
Governo João Goulart (1961-1964);
Governo José Sarney (1985-1989);
Governo Juscelino Kubitschek (1956-1961);
Governos militares (1964-1985);
Henrique Teixeira Lott;
Humberto de Alencar Castelo Branco;
Jânio Quadros;
João Goulart;
Leonel Brizola;
Levante Integralista (1938);
Marinha;
Ministério da Aeronáutica;
Ministério da Marinha;
Movimento sindical;
Oriente Médio;
Oswaldo Aranha;
Parlamentarismo;
Partido Comunista Brasileiro - PCB;
Pena de morte;
Petróleo;
Planos econômicos;
Proclamação da República (1889);
Revolta da Armada (1893);
Revolução de 1930;
Ronald Reagan;
San Tiago Dantas;
Segunda Guerra Mundial (1939-1945);
Serviço Nacional de Informações;
Tancredo de Almeida Neves;
Televisão;
Ulysses Guimarães;
Violência;

Sumário

1ª Entrevista:
Origens familiares, histórico da Escola Naval; atuações de Sílvio Noronha e Renato Guillobel no restabelecimento do Colégio Naval, em Angra dos Reis (RJ); relato de episódio ocorrido após falecimento do filho do Almirante Alvaro Alberto e papel do entrevistado em seu desfecho; breve comentário sobre as oportunidades do entrevistado ao longo de sua vida; importância da boa memória do entrevistado no desempenho de suas funções; participação do pai na Revolta Armada e sua saída do serviço ativo da Marinha; perfil do pai; a infância do entrevistado; os irmãos e suas trajetórias de vida; os impedimentos ao matrimônio na carreira naval, no caso do entrevistado; relato de permanência em ilha Bela durante a Revolução Constitucionalista de 1932 e de desembarque força em Perequ (SC)................................................. 1 a 18

2ª Entrevista:
Designação do entrevistado para funções no Arsenal da Marinha e do Ministério de Renato Guillobel; vantagens da mobilidade no desempenho de funções na Marinha; peculiaridades da população do Norte do país; perfil do Almirante Alvaro Alberto; ingresso do pai do entrevistado como professor na Escola Naval e seu desempenho; implicações da pesquisa atômica; impressões sobre uma base aérea-americana e o comportamento dos oficiais norte-americanos em função da iminência de guerra; controle do Mediterrâneo pela Marinha norte-americana e o poderio da Marinha soviética; debate sobre envolvimento de Alvaro Alberto na defesa das reservas de minerais radiotivos do Brasil; comentários sobre submarino atômico na Marinha brasileira; o ensino na Escola Naval; comentário sobre a atuação do Almirante Isaías de Noronha na direção da Escola Naval; breve relato de dois episódios envolvendo o Almirante Alvaro Alberto e o aluno Ernâni do Amaral Peixoto; algumas práticas de reprovação na Escola Naval; ligeiro comentário sobre a existência de judeus na carreira da Marinha; breve lembrança de alunos da Escola Naval oriundos do Colégio Militar e motivos pelos quais o entrevistado não cursou esse colégio; comentário sobre os colégios que freqüentou antes de ingressar na Escola Naval; comentário sobre a importância da religião nos Estados Unidos; relato sobre hospitalização do entrevistado nos Estados Unidos, em 1962, lembranças da gripe espanhola; motivos que levaram o entrevistado a optar pela carreira de Marinha; preparação para o concurso de ingresso na Escola Naval; repercussão dos movimentos de 1922-1924 na Escola Naval; papel do entrevistado na criação do SNI, a partir da atuação em reunião do Conselho de Ministros, durante o governo Tancredo Neves; opinião sobre o SNI; atuação e postura adotada enquanto Ministro da Marinha (set 1961-jun 1962): relação com João Goulart, nomeação de oficiais, relato das prisões de Sílvio Heck e de Cândido Aragão, por indisciplina na corporação; processo de designação do entrevistado para a pasta; relação com Tancredo Neves; avaliação do parlamentarismo instaurado no Brasil em 1961; episódio de compra de aviões para a aviação embarcada durante a gestão do entrevistado no Ministério................................................... 18 a 56

3ª Entrevista:
Limites da democracia no Brasil: comparação com outros paises e breve análise da história política brasileira; menção a características do comunismo russo; isolamento de Getulio no segundo governo; comentário sobre as responsabilidades de um ajudante-de-ordens, com base na experiência do entrevistado; relato do socorro prestado ao Presidente Vargas após o acidente em que fraturou a perna; características da oposição à Getúlio Vargas no segundo governo; diferenças entre o Exército e a Marinha, no que tange ao envolvimento político; relato da participação nas articulações do movimento de 11 de novembro de 1955 e breve análise do ocorrido; breve perfil de Henrique Teixeira Lott; crítica conduta dos políticos latino-americanos e sua responsabilidade na eclosão de movimentos militares; necessidade de enfraquecer movimentos sindicais durante governos militares: casos da Argentina e do Brasil; breve referência adaptação de Getúlio Vargas ao regime constitucional, no segundo governo; importância do bom exemplo dado pelos governantes para a estruturação da democracia e comparação com a carreira militar; observações sobre o retorno democracia após governos militares; breve opinião sobre eleições indiretas para a Presidência da República; características do comunismo; ligeiro comentário sobre o fracasso do movimento comunista de 1935; comentários sobre o Plano Cruzado; opinião sobre Leonel Brizola; referência a San Tiago Dantas e a sua atuação durante o regime parlamentarista de João Goulart; detalhes da atuação de Olímpio Falconière da Cunha no movimento de 11 de novembro de 1955; reação da Marinha e do entrevistado, em particular, ao golpe de 29 de outubro de 1945; breve comentário sobre os governos militares e a transição para a democracia; ligeira discussão sobre o radicalismo na Marinha....... 56 a 89

4ª Entrevista:
Origens familiares: avós paternos; carreira do pai na Marinha e como engenheiro no Ministério de Viação e Obras Públicas; vantagens da vida de oficial da Marinha; episódio envolvendo o príncipe Augusto de Saxcoburgo, em 1889, e seus descendentes; carreira dos irmãos; lembranças da mãe; residências do entrevistado na infância; breve comentário sobre a família de José Ventura Bôscoli, fundador do colégio que freqüentou na infância; lembranças de colégios e estudos realizados antes de ingressar na Escola Naval; comentários sobre futebol e outros esportes; os trotes na Escola Naval; os exames realizados no Colégio Pedro II, a infância em Santa Teresa; breve descrição dos bailes de juventude; comentários sobre os movimentos da década de 1920; efeitos da missão naval americana no ensino da Escola Naval e nos recursos dos navios de guerra; aviação naval: histórico da Escola de Aviação Naval, opiniões respeito do assunto, os casos de outros países; primeiras experiências de navegação do entrevistado; avaliação do enfraquecimento da Marinha brasileira após a Proclamação da República: situação da Marinha Imperial, atuação do Exército; episódio de encomenda malograda de navios Inglaterra, anterior segunda Guerra Mundial; ingresso da Marinha no ciclo atômico; opinião sobre a posse das ilhas Malvinas e críticas política externa argentina............................ 90 a 122

5ª Entrevista:
Explicação de dois acidentes sofridos pelos tios do entrevistado, também oficiais da Marinha; episódio envolvendo o rendimento escolar do pai do entrevistado; comentários sobre a viagem de circunavegação do pai e referência sua especialização; breve referência ao ensino nos colégios e às aptidões do entrevistado; transformações causadas pela missão naval americana; descrição da evolução técnica da artilharia naval; breve comentário sobre o fato de terem saído três ministros da turma do entrevistado e as circunstâncias de nomeação para a pasta; detalhes do contexto de nomeação do entrevistado para o Ministério da Marinha; divisão dos oficiais de Marinha entre arquiduques e jovens turcos, no início da década de 1920; detalhes envolvendo a revolta do couraçado São Paulo em 1924 e sua repercussão na Escola Naval; breve declaração sobre a posição do entrevistado diante de movimentos revolucionários; opiniões sobre o Almirante Isaías de Noronha; comentários sobre o movimento da Aliança Liberal; referências Stélio Guaran Guia e a seu falecimento; relato do conflito armado entre as forças revolucionárias terrestres e o contratorpedeiro Pará, onde servia, em Florianópolis, em 1930; o treinamento, a bordo, para casos de emergência; referência comissão de sindicância instaurada na Marinha para apurar a atuação dos contra-revolucionários após 1930; comentários sobre a publicação da história naval brasileira; referências ao estilo desorganizado do entrevistado, especialmente para escrever; descrição da rotina de preenchimento dos livros de quarto, em navios; comentários sobre a vida bordo; referências família: o av materno e o sobrinho; breves recordações do Movimento de 1935; comentários sobre o Levante Integralista de 1938; referências organização disciplinar do navio; relato de medidas tomada para combater possível sublevação comunista da guarnição de contratorpedeiros em que servia.. 122 a 151

6ª Entrevista:
Relato detalhado de transporte de flagelados que realizou no comando de navio-transporte de tropas na década de 1950; perfil do Almirante Protógenes Guimarães: sua aptidão política, o incentivo aviação naval, a atenção aos suboficiais de Marinha; o apego tradição na Marinha: o uso de uniformes e condecorações; a necessidade de permeabilidade política da parte de ministros de Marinha e a posição pessoal do entrevistado; comentários sobre essa permeabilidade no Exército e na Aeronáutica; explicações sobre a estrutura do suboficialato no Exército e na Aeronáutica; explicações sobre a estrutura do suboficialato no Exército e na Marinha; referência escolha do Almirante Protógenes feita por Ernâni do Amaral Peixoto para padrinho da espada; o encontro com exilados dos movimentos da década de 1920 no Uruguai, por ocasião da viagem de instrução; comentários sobre o desempenho de Lúcio Meira e Paulo Bardy como alunos da Escola Naval; o Levante Integralista de 1938 e a influência do movimento na Marinha; breve referência notícia do golpe do Estado Novo; motivos pelos quais votou em Vargas, em 1930 (jan. 1939-fev. 1943); exemplos da consideração de Darci Vargas pelo entrevistado, enquanto servia como ajudante-de-ordens de Getúlio; relato de dois episódios pitorescos na convivência com Vargas nesse período..... 151 a 177

7ª Entrevista:
A experiência como ajudante-de-ordens de Getúlio Vargas (1939-1943) e relato de casos que presenciou em serviço; observação sobre o contexto de declaração de guerra do Brasil às potências do Eixo; a rotina de Getúlio durante o período em que serviu como seu ajudante-de-ordens; comparação entre os dois governos Vargas, especialmente com respeito relação do presidente com a população e o poder; observações sobre o esquema de segurança ao Presidente Vargas; breve perfil de Osvaldo Aranha; as posições de Osvaldo Aranha, Dutra e Gois Monteiro sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e as relações entre eles; opinião sobre o Almirante Guilhem e relato de um caso de promoção encaminhado por ele a Getúlio Vargas; relato de dois episódios em que o Presidente Vargas recorreu ao Almirante Heráclito da Graça Aranha; o contato do entrevistado com o mundo do teatro através da família Pascoal Segreto; comentário sobre o aprisionamento do navio Siqueira Campos em Gibraltar pela Inglaterra (1941); opinião sobre a posição do Brasil na conjuntura da Segunda Guerra Mundial, durante a neutralidade e após a declaração de guerra ao Eixo; comentário sobre o torpedeamento de navios brasileiros por submarinos alemães; descrição da viagem pelo rio Paran até Buenos Aires, quando foi assumir as funções de adido naval na Argentina e no Uruguai (1943-1945); as atribuições do entrevistado nesta comissão e a importância das informações militares; impressões sobre a experiência de vida na Argentina e no Uruguai; opinião sobre a instituição de um Ministério de Defesa................. 177 a 204

8ª Entrevista:
Relato de dois casos vinculados relação do entrevistado com o Almirante Guilhem; influência do entrevistado na criação do Instituto Rio Branco; algumas regras instituídas por Getúlio Vargas para a carreira diplomática; nomeação do Almirante Bierrenbachá para comando de navio durante a gestão do entrevistado como Ministro da Marinha (1961-1962) e a preocupação do entrevistado em ser impessoal em medidas deste gênero; perfil do Almirante Ari dos Santos Rongel; comentário sobre o exercício da função de ministro no posto de contra-almirante; coincidência na carreira de oficiais que chegaram a titulares da pasta da Marinha; opinião sobre a estrutura de chefia na Marinha; atuação da Força Naval do Nordeste no final da Segunda Guerra Mundial, durante o período em que nela serviu; relato do acidente do cruzador Bahia, no mesmo período; impressões sobre a situação política quando retornou da Argentina (1945); opinião sobre Eduardo Gomes; descrição de eventos envolvendo a relação entre o entrevistado e o Almirante Pena Boto e opiniões sobre esse Almirante; o ambiente em Natal enquanto servia como comandante do contratorpedeiro Beberibe (1946-1947) e o contato com Luís da Câmara Cascudo; relato de dois casos de imperícia do Almirante Pena Boto nas manobras de navios....... 204 a 224

9ª Entrevista:
As viagens pelo país no período em que acompanhava Getúlio Vargas como ajudante-de-ordens; condição da aviação na mesma época; encargos iniciais da aviação naval e militar: a observação; a criação do Ministério da Aeronáutica (1941) e opiniões sobre a extinção da Aviação Naval; o significado do brigadeiro Eduardo Gomes para a Aeronáutica; a condição precária da Marinha no início da Segunda Guerra Mundial; comentário sobre a corrida armamentista; o papel das Forças Armadas em países menos desenvolvidos como o Brasil; comentário sobre o comunismo e sua infiltração nos países menos desenvolvidos; relato de negociações com a pasta da Fazenda e o Congresso, realizadas durante sua gestão como Ministro da Marinha (1961-1962) e durante sua atuação na chefia do gabinete de Renato Guillobel (1952-1954); opinião sobre a pouca permeabilidade política na Marinha, particularmente no que diz respeito a seus ministros; construção das residências de Marinha em Brasília durante sua gestão como Ministro....................................... 224 a 250

10ª Entrevista:
Descrição das etapas de especialização dos oficiais de Marinha após realizado o curso da Escola Naval; o conhecimento que adquiriu ao especializar-se em máquinas; relato da construção do prédio da Escola de Guerra Naval, na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, e a atuação do entrevistado naquele sentido; comentário sobre o curso da Escola de Estado-Maior ; breve consideração sobre o uso de abreviações na Marinha; críticas designação de oficiais especializados para o exercício de funções burocráticas na Marinha; atuação do entrevistado como diretor de uma divisão no Arsenal de Marinha (1949-1951); a experiência como adido naval na Argentina e no Uruguai. e o testemunho da ascensão Peronista a partir de 1943; explicação do fato de ter sido adido naval duas vezes ao longo de sua carreira; relação dos ministros que merecem destaque por sua atuação na pasta da Marinha......................................... 250 a 279

11ª Entrevista:
Reação notícia do golpe de 1945 na Força Naval do Nordeste, quando retornava ao Rio de Janeiro; relato de episódio de contra-espionagem ocorrido quando era adido naval na Argentina; os limites da Força Naval do Nordeste, e da Marinha de um modo geral, na participação em (ou reação a) movimentos internos; papel dos Almirantes Ari Parreiras e Soares Dutra na Base Naval de Natal e na Força Naval do Nordeste; perfil do Almirante Ari Parreiras e discussão sobre seu envolvimento no golpe de 1945; relato de episódios que evidenciam o desprendimento do oficial de Marinha Garcia Vidal; menção ao desempenho da função de presidente da Comissão de Marinha Mercante; exemplos de crítica política feita pelo humor popular; lembrança do relato feito por João Alberto do acidente de avião ocorrido no Uruguai (1930); a recusa do entrevistado de participar do desfile das tropas de Marinha diante do Presidente José Linhares; o relacionamento com o Almirante Heitor Doyle Maia e as qualidades desse oficial; breves contatos com Getúlio Vargas no Senado, após o golpe de 1945; críticas administração econômica do governo Dutra e ao gasto do saldo de divisas deixado pelo governo Vargas; breve reflexão sobre as razões que teriam levado Getúlio Vargas a indicar Dutra como seu sucessor; menção promoção que obteve durante o governo Dutra; ligeira referência ao projeto do Almirante Guillobel de criar o serviço feminino na Marinha; opinião sobre a revolta dos alunos da Escola Naval contra a direção do Almirante Pinto de Lima (1948); breve menção a dois cruzadores cedidos pelo governo norte-americano ao Brasil durante o governo Dutra; as três administrações na pasta da Marinha que merecem destaque, do ponto de vista do entrevistado; a relativa previsão quanto ao retorno de Vargas Presidência da República durante o governo Dutra; a campanha "O petróleo nosso" e a sugestão do entrevistado para que a Marinha também se manifestasse naquele sentido; as negociações de Getúlio com o governo norte-americano em torno da criação da Companhia Siderúrgica Nacional; o papel dos clubes Naval e Militar enquanto espaços de debate político; o ingresso do entrevistado como sócio do Clube Militar, por ocasião da disputa entre Estillac e Etchegoyen para a presidência do clube; opinião sobre o comunismo; impressões sobre Estillac Leal; crítica a comportamento de vice-governador maranhence em uma recepção, observado antes de 1930; causas do rompimento das relações diplomáticas com a União Soviética e da cassação do registro do Partido Comunista Brasileiro (1947-1948)............ 279 a 305

12ª Entrevista:
Os cursos realizados na carreira de Marinha: na época do entrevistado e atualmente; discussão sobre os critérios de escolha dos oficiais habilitados para os cursos que permitem ascender a almirante; opinião sobre os processos de promoção na carreira de Marinha e o exemplo de três casos de conhecimento do entrevistado; considerações sobre a promoção em tempo de guerra; o caso da promoção do entrevistado durante o governo Juscelino e a relação com o então ministro da Marinha Matoso Maia; discussão sobre os efeitos da reforma Castelo Branco, que limita o tempo de serviço dos oficiais-generais e antecipa a passagem para a reserva; menção a almirante norte-americano e a almirante soviético, que permaneceram longamente em altos postos de comando; o isolamento no poder;: comparação entre o primeiro e o segundo governo Vargas; vantagens e desvantagens da constituição do poder central em Brasília; considerações sobre o papel ainda limitado da televisão nos anos 50; opinião sobre o exercício da democracia no Brasil; breve parecer sobre o governo Dutra; análise do segundo governo Vargas; relato do Almirante Guillobel de reunião a que foi convidado por Zenóbio da Costa ao fim do segundo governo Vargas; avaliação da escolha dos ministros militares no segundo governo Vargas; a necessidade da disciplina nas Forças Armadas; processo de nomeação do Ministro Amorim do Vale para a pasta da Marinha (1954-5) e sua reação aos projetos do antecessor, Almirante Guillobel; experiência do entrevistado sob a gestão do Ministro Amorim do Vale, enquanto adido naval na Espanha; reação do entrevistado ao suicídio de Vargas; detalhes do movimento de 11 de novembro de 1955; considerações sobre o caráter excepcional de se exercer funções no exterior por três vêzes, como foi o caso do entrevistado; opinião sobre a escolha e a administração do Ministro Alves Câmara (1955-1956); descrição do projeto do Almirante Guillobel de construir vila operária e casas para oficiais subalternos em terreno próximo Avenida Brasil, no Rio de Janeiro; a diferença entre terrenos da Marinha e de Marinha; atuação do entrevistado na sistematização do serviço de lanchas do Arsenal de Marinha, época em que l servia; perfil do Almirante Sílvio de Noronha: seu caráter detalhista e centralizador; episódio da Marinha norte-americana na Segunda Guerra que demonstra a necessidade de descentralização administrativa; o processo de decisão da participação das Forças Armadas em conflitos internacionais; opinião sobre o papel dos clubes Naval e Militar no debate político; a eleição para presidente do Clube Militar em 1952 e a escolha feita pelo entrevistado; a aversão ao comunismo dentro das Forças Armadas e a opinião do entrevistado; comentário sobre a crise gerada pelo aumento de 100% do salário mínimo, no segundo governo Vargas; discussão sobre o exercício do cargo de ministro nas Forças Armadas por oficiais de postos inferiores ou por civis: os casos da Marinha e de Nero Moura, na Aeronáutica; observações sobre as derrotas de Eduardo Gomes nas eleições presidenciais e sobre seu significado para a Aeronáutica................................................ 305 a 347

13ª Entrevista:
Breves observações sobre o Inquérito Policial Militar instaurado após as eleições no Clube Militar em 1952; discussão sobre a quem cabe a competência de determinar abertura de inquérito na Marinha;o caso de duas lanchas encalhadas por falta de informação sobre alterações em suas potências; descrição da Ilha de Trindade e história de sua ocupação; avaliação do projeto de transformação da Ilha de Fernando de Noronha em local turístico; os movimentos subversivos na Marinha: predomínio do pessoal subalterno, influência da revolta do encouraçado Potemkim e comparação com o Exército; relação dos oficiais de Marinha com os marinheiros; a Revolta da Armada (1893-1894) como lição para a Marinha não se envolver em questões de política nacional; discussão sobre a possibilidade de oficiais da reserva, ou da ativa em função não militar, se manifestarem por veículos de comunicação e se envolverem na atividade política; as prisões de Silvio Heck ordenados pelo entrevistado quando ministro; limites, vantagens e desvantagens da saída de oficiais das Forças Armadas antes de concluírem a carreira: os casos de escolha própria e da queda do segundo governo Vargas; opinião sobre Carlos Lacerda; breve menção à Frente Ampla; comentário sobre o Inquérito do Galeão (1954); opinião sobre a interferência norte-americana na política brasileira: o comportamento dos Estados Unidos e a responsabilidade brasileira; a responsabilidade do Congresso na ascensão de governos e o caso argentino de Isabelita Perón; avaliação da ascensão de Ronald Reagan Presidência dos Estados Unidos.................... 347 a 375

14ª Entrevista:
Impressões sobre a Espanha quando l serviu como adido naval (1954-1955): as dificuldades de desenvolvimento e do acordo militar com os Estados Unidos; discussão sobre o caráter diplomático das funções do entrevistado ao longo de sua carreira; desvantagens da carreira diplomática; atuação do entrevistado como presidente da Comissão de Marinha Mercante, ao final do governo Juscelino: o caso da compra irregular de navios da Transmarítima; o episódio do embarque de Juscelino no navio Barroso, em Santos, quando o entrevistado era capitão dos portos de São Paulo; opinião sobre a atuação política de Sílvio Heck durante o governo Juscelino; a oposição de segmentos das Forças Armadas a Juscelino e detalhes do Movimento do 11 de novembro de 1955; menção às funções de chefe do estado-maior do 1' Distrito Naval e de capitão dos portos de São Paulo, que desempenhou entre 1955 e 1957; perfil do Almirante Paulo Mário da Cunha Rodrigues; descrição da estrutura organizacional de um estado-maior; opinião sobre a mudança da capital para Brasília; comentário sobre o episódio de cessão da espada de ouro ao Marechal Lott em novembro de 1956; perfil do Almirante Alves Câmara; a constituição e as atribuições do Conselho do Almirantado; perfil do Almirante Lúcio Meira; discussão sobre a origem da denominação "oficial-general".................... 375 a 404

15ª Entrevista:
Relato da experiência como comandante de navio-transporte ao transportar tropas para a faixa de Gaza (1957); análise da situação no Oriente Médio e o processo de decisão, no governo, acerca do envio da tropa; o enfraquecimento do poder político da Marinha no conjunto das Forças Armadas desde a Revolta da Armada; a instituição da Educação Física no Brasil no início da década de 1920, como iniciativa da Marinha; menção aos abalos sofridos na estrutura da Marinha depois da Revolução de 1930; detalhes da viagem do navio-transporte para a faixa de Gaza: a cerimônia da passagem da linha do Equador, a cirurgia de urgência de um soldado da tropa em Marselha, a passagem por Recife; circunstâncias da nomeação do entrevistado para a subchefia do Estado-Maior da Armada (1959); crítica ao alcance da ação das Forças Armadas nos serviços de informação de caráter interno; opinião sobre o reatamento das relações diplomáticas com Cuba durante o governo Sarney; relato de sugestão feita pelo entrevistado para o afastamento do embaixador de Cuba o Brasil, durante sua gestão no Ministério da Marinha (1961-1962); comentário sobre os planos de invasão Guiana durante o governo Jânio Quadros e a interferência do entrevistado para evitar sua publicação; opinião sobre a política externa do Governo Janio Quadros; a posição do Conselho do Almirante em relação posse de João Goulart: o processo de deliberação a respeito, detalhes da divulgação ao público, o significado no interior das Forças Armadas e a atitude do Ministro Sílvio Heck..... 404 a 429

16ª Entrevista:
As eleições presidenciais de 1960; opinião sobre a possibilidade do militar da reserva se manifestar a respeito de política; apreciação da trajetória política de Jânio Quadros e sua eleição para a prefeitura de São Paulo; explicação sobre conversa que manteve com o Ministro Sílvio Heck por ocasião da crise da renúncia de Jânio Quadros ; esclarecimento sobre o período em que exerceu a subchefia do Estado-Maior da Armada (EMA): breve menção ao relacionamento com o Almirante Ari dos Santos Rongel; a situação do meio militar, especialmente na Marinha, durante a crise desencadeada pela renúncia de Jânio Quadros e a função da tropa de Marinha enviada ao Sul, frente mobilização do III Exército; atuação do entrevistado como Ministro da Marinha: a preocupação em dar comissões a todos os oficiais; breve perfil de Tancredo Neves; especificidades do parlamentarismo implantado no Brasil e comentário sobre a queda do primeiro gabinete parlamentarista; parecer sobre a "Operação Mosquito" que interceptaria o avião de João Goulart antes da posse; perfil de San Tiago Dantas e as razões que impediram que se tornasse primeiro-ministro; as circunstâncias de atuação do primeiro gabinete parlamentarista; apreciação do desempenho de Ulisses Guimarães e Franco Montoro durante o período em que eram ministros do gabinete Tancredo; os despachos do entrevistado com o primeiro-ministro Tancredo-Neves e o Presidente João Goulart e as reuniões do Conselho de Ministros; a rotina de administração da Marinha durante a gestão do entrevistado como ministro; atuação do entrevistado como presidente da Comissão de Marinha Mercante; discussão sobre a subordinação da Marinha Mercante ao Ministério da Viação, e não ao da Marinha; a questão da aviação embarcada: atuação do entrevistado como subchefe do EMA e como Ministro da Marinha para a compra de aviões, críticas posição da Marinha frente ao assunto e a oposição da Aeronáutica; menção a envio de reserva de ouro aos Estados Unidos em navio transporte durante o governo João Goulart; referência viagem de João Goulart aos Estados Unidos durante o primeiro gabinete parlamentarista............................................ 429 a 464

17ª Entrevista:
Motivos da renúncia do primeiro gabinete parlamentarista do governo João Goulart; opinião sobre a atuação de Leonel Brizola durante o governo Jango; características necessárias a um político e o exemplo de Getúlio Vargas; a composição e o papel do Conselho do Almirantado; relato da promoção de Pedro Paulo de Araujo Suzano a Almirante-de-esquadra, durante a gestão do entrevistado no Ministério da Marinha; comentário sobre a atuação do Almirante Suzano como Ministro da Marinha (1962-1963) e o convite indireto ao entrevistado para que retomasse pasta da Marinha ainda no governo Jango; a função de delegado da Marinha na Junta Interamericana de Defesa em Washington (1962-1964): circunstâncias da nomeação para o cargo, repercussão, na delegação brasileira, dos acontecimentos políticos do governo Jango e a função acumulada com a de assessor do embaixador brasileiro na OEA ; comentário sobre Roberto Campos e sua atuação como embaixador nos Estados Unidos durante o governo Jango; a estrutura e a organização do trabalho na Junta Interamericana de Defesa; impressão sobre os Estados Unidos durante esse período; a relação entre o governo e os cidadãos , a reação norte-americana instalação de mísseis soviéticos em Cuba (outubro de 1962), o assassinato de John Kennedy (22.11.1963) e o racismo nos Estados Unidos; comentário sobre a função dos adidos militares; a passagem de força-tarefa da Marinha norte-americana pelo porto de Santos época em que o entrevistado era capitão dos portos de São Paulo (1956-1957); opinião sobre o retorno ao presidencialismo durante o governo João Goulart e a crise de 1964; motivos e desvantagens dos golpes militares; a formação militar e a ênfase no anticomunismo; a prática de trabalho na Junta Interamericana de Defesa e o problema da padronização do armamento; o prestígio que o militar tinha na sociedade, especialmente entre as moças; vantagens e desvantagens do casamento na Vila Militar.................................. 464 a 497

18ª Entrevista:
As informações obtidas nos Estados Unidos sobre os antecedentes da crise de 1964 e as conseqüências do plebiscito que instaurou o regime presidencialista no governo João Goulart; impressões sobre o final do governo Jango: a revolta dos sargentos em Brasília (setembro de 1963), opinião do senador Filinto Muller sobre João Goulart e sua relação com o Congresso, o Comício de Reformas (13.03.1964); os papéis de Assis Brasil e Leonel Brizola no governo Jango; avaliação da atuação de João Goulart como presidente e relato de conversa em que Jango se declarava não comunista; críticas gestão do Almirante Sílvio Mota no Ministério da Marinha (1963-1964) e à ingerência dos ministros militares na política; comentário sobre os convites que o entrevistado recebeu para a função de ajudante-de-ordens; críticas ao desempenho da Marinha na repressão revolta dos marinheiros no Sindicato dos Metalúrgicos (25.03.1964); comentário sobre o caráter de Cândido Aragão e a impropriedade de ter alcançado o almirantado; opinião sobre o "cabo" Anselmo; a carta precatória enviada ao entrevistado nos Estados Unidos, como parte de inquérito instaurado na Marinha após o movimento de 1964; a Associação de Cabos e Marinheiros e o Clube Humait Esportivo: suas características do ponto de vista da legalidade; crítica às reivindicações da Associação de Cabos e Marinheiros - os direitos de casar e de andar paisana - e as especificidades do estilo de vida na Marinha; a importância da hierarquia e da obediência na Marinha; a reação do almirantado anistia dada por João Goulart aos integrates da revolta dos marinheiros; breve relato da nomeação de Maximiano da Fonseca como sócio benemérito do Clube Naval; a subversão da autoridade no meio militar e as conseqüências da implantação do regime presidencialista no governo João Goulart; a volta do entrevistado ao Brasil e as dificuldades para assumir nova função durante a gestão de Ernesto Melo Batista no Ministério da Marinha; relato do rompimento de relações com Melo Batista anterior ao governo João Goulart; menção relação entre Castelo Branco e Augusto Rademaker; a solução dada por Castelo Branco ao problema da aviação embarcada e a reação de cinco almirantes; perfil de Augusto Rademaker; a reação, nos Estados Unidos, notícia do golpe de 1964 e as impressões do entrevistado; impressões sobre Castelo Branco; a punição após 1964, de oficiais que haviam servido no gabinete do Ministério da Marinha na gestão do entrevistado; a transferência do entrevistado para a reserva (1966), a promoção ao posto de Almirante, o corte de gratificação no governo Médici e as dificuldades para reavê-la judicialmente; o inquérito instaurado na Marinha após 1964 e críticas a cassações indevidas; a peculiaridade da cassação de Ernesto Melo Batista; apreciação dos governos Castelo Branco, Costa e Silva e Médici; a eleição e o governo Negrão de Lima no Estado da Guanabara (1965-1971); a contribuição do Ministro da Marinha Renato Guillobel (1951-1954) ao projeto de alargamento da Avenida Atlântica, no Rio de Janeiro; comentário sobre o encaminhamento da sucessão de Castelo Branco; a crise na Escola Naval em decorrência de entrevista de José Santos Saldanha da Gama publicada na revista Galera; perfil do Almirante Saldanha da Gama.... 497 a 532

19ª Entrevista:
Avaliação do governo Médici (1969-1974); opinião sobre a pena de morte; a influência da televisão e do cinema na produção da violência; o problema do menor abandonado e o controle da natalidade; a compra de petróleo diretamente Petrobrás para o abastecimento dos navios época em que o entrevistado era Ministro da Marinha e a falta de preocupação com o consumo do petróleo no Brasil; a falta de planejamento na administração pública e comparação com a prática militar; críticas ao exercício da política no Brasil e a necessidade de intervenção militar ; circunstâncias de decretação do AI-5 (13.12.1968); a relação do militar com a política; a passagem para a reserva (1965) e o trabalho na firma de representação de estaleiros ingleses, com Renato Archer; relato da aquisição de submarinos e contratorpedeiros para a Marinha envolvendo negociações com os Estados Unidos e a Inglaterra durante as gestões de Rademaker (1967-1969) e Adalberto de Barros Nunes (1969-1974) na pasta da Marinha; opinião sobre a reserva de mercado; avaliação da trajetória dos governos militares e a linha castelista retomada por Geisel; perfil do Presidente Geisel; considerações sobre a crise do petróleo; a organização de atribuições no primeiro escalão da Marinha e comparação com o Exército; a situação do Presidente Figueiredo em relação aos governos militares que o antecederam; avaliação da abertura política e das perspectivas nacionais época da entrevista; críticas ao comunismo e a ameaça de esquerdização do país; considerações sobre o Plano Cruzado; o grupo dos "búfalo só criado por divertimento pelos alunos da Escola Naval época em que o entrevistado era aspirante; as brincadeiras do colega de Marinha José Machado Pavão....... 532 a 561

20ª Entrevista:
A gestão do entrevistado no Ministério da Marinha e suas realizações: as visitas de inspeção instalações da Marinha em todo o país, o trato da questão política no primeiro escalão e a comissão dada a todos oficiais-generais, a relação com o Ministro da Fazenda na obtenção de verbas para a Marinha e a elaboração do orçamento da Marinha para 1962, o caso do pagamento de prestações de navios em dólar no paralelo, a compra de navio-oficina e dique flutuante aos Estados Unidos, o arrendamento de submarinos aos Estados Unidos, a concorrência para construção de navio-transporte de óleo, a compra de aviões para a aviação embarcada, continuidade da construção da base aero-naval de São Pedro da Aldeia, a remodelação do navio-escola Almirante Saldanha para navio oceanográfico e a participação de seu comandante, a construção de residências em Brasília para a transferência do pessoal de Marinha, a retomada da construção da base naval de Aratu, a instalação do Centro de Adestramento Almirante Marques Leão, dotação para a construção de embarcações para a Diretoria de Portos e Costas, regulamentação do retorno a postos adequados de oficiais que fizeram cursos no exterior, o restabelecimento dos postos de adido naval suprimidos por Jânio Quadros e a criação das funções de adido naval na França e no México, as dotações para a regulamentação da entrega de uniformes aos marinheiros e para o aprimoramento do serviço de reembolsáveis, a retomada da construção da escola de aprendizes em Alagoas; balanço geral da gestão no Ministério da Marinha e da tragetória do entrevistado..................................... 561 a 573
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