Augusto do Amaral Peixoto

Entrevista

Augusto do Amaral Peixoto

Entrevista realizada no contexto da pesquisa "Trajetória e desempenho das elites políticas brasileiras", parte integrante do projeto institucional do Programa de História Oral do CPDOC, em vigência desde a sua criação em 1975. Trechos da entrevista foram publicados no livro GETÚLIO: uma história oral. / Valentina da Rocha Lima (Coordenação) ; Dora Rocha...[et al]. Rio de Janeiro: Record, 1986. 321. il. A entrevista também foi utilizada no livro Jango: as múltiplas faces/ Angela de Castro Gomes, Jorge Ferreira. - Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007. 272p.:il. A escolha do entrevistado se justificou pela sua carreira política e militar. Alguns trechos da entrevista também podem ser encontrados no livro RIO DE JANEIRO: uma cidade na história/ coordenadora: Marieta Moraes Ferreira. - Rio de Janeiro: Editora FGV, 2000. 192 p. e está disponível para download: clique aqui. A escolha do entrevistado se justificou por sua trajetória política.
Forma de Consulta:
Entrevista datilografada disponível na Sala de Consulta do CPDOC.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Aspásia Alcântara de Camargo
Gilberto Ferreira
Luiz Henrique Nunes Bahia
Data: 31/10/1975 a 23/11/1975
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 23h0min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Augusto do Amaral Peixoto
Nascimento: 7/12/1901; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Falecimento: 29/7/1984; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Escola Naval do Rio de Janeiro (1919); Escola de Especialização e Aperfeiçoamento de Oficiais (1937).
Atividade: Militar. Deputado constituinte (1934). Deputado federal DF (1935-37 e 1953-1955). Presidente da Caixa Econômica Federal (1956-1961). Deputado estadual GB (1963-1968). Presidente da Assembléia Legislativa GB (1966-1967).

Equipe

Levantamento de dados: Aspásia Alcântara de Camargo;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Aspásia Alcântara de Camargo;

Conferência da transcrição: Paulo César Farah;

Copidesque: Paulo César Farah;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Paulo César Farah;Sônia Benevides;

Temas

Ação Integralista Brasileira (1932-1937);
Ademar de Barros;
Assembleia Nacional Constituinte de 1934;
Ato Institucional, 5 (1968);
Augusto do Amaral Peixoto;
Benedito Valadares;
Borges de Medeiros;
Brasília;
Caixa Econômica Federal;
Carlos Lacerda;
Clube 3 de Outubro (1931-1935);
Companhia Siderúrgica Nacional;
Constituição federal (1934);
Cordeiro de Farias;
Crise de 1954;
Crise de 1961;
Eduardo Gomes;
Eleições indiretas;
Ernâni do Amaral Peixoto;
Estado Novo (1937-1945);
Fascismo;
Forças Armadas;
Francisco Campos;
Getúlio Vargas;
Golpe de 1937;
Golpe de 1964;
Governo Eurico Gaspar Dutra (1946-1951);
Governo Getúlio Vargas (1934-1937);
Governo Getúlio Vargas (1951-1954);
Governo Jânio Quadros (1961);
Governo João Goulart (1961-1964);
Governo Juscelino Kubitschek (1956-1961);
Governo Provisório (1930-1934);
Governos militares (1964-1985);
Gustavo Capanema;
Henrique Teixeira Lott;
Igreja e Estado;
Imigração;
Integralismo;
Jânio Quadros;
João Goulart;
Leonel Brizola;
Luís Carlos Prestes;
Marinha de guerra;
Miguel Couto;
Militares;
Movimento Democrático Brasileiro;
Oswaldo Aranha;
Parlamentarismo;
Partido Social Democrático - PSD;
Partido Trabalhista Brasileiro - PTB;
Pedro Ernesto;
Plano Cohen (1937);
Positivismo;
Queremismo (1945);
Redemocratização de 1945;
Reforma agrária;
Revolta de 1923, RS;
Revolta de 1924, RS;
Revolta de 1926;
Revolta dos Marinheiros (1964);
Revolução Constitucionalista (1932);
Revolução de 1930;
Rio de Janeiro (DF);
Rio Grande do Sul;
Segunda Guerra Mundial (1939-1945);
Tancredo de Almeida Neves;
Tenentismo;
União Democrática Nacional;
Virgílio de Melo Franco;
Voto;

Sumário

Fita 1: origem familiar; formação escolar; ligações do pai com Pedro Ernesto; os mineiros Amarais e os fluminenses Peixotos; os professores jesuítas; a vocação naval; a prisão do pai e de Pedro Ernesto; as leituras; a Escola Naval e a politização a partir de 1922; a eleição de Artur Bernardes; o oposicionismo do pai; o ideal tenentista; Representação e Justiça; a campanha pela industrialização; Bernardes x Itabira Iron; o Executivo na Constituição de 1891; a revolta de Isidoro Dias Lopes em 1924; a conspiração Protógenes; o levante do encouraçado São Paulo; a luta e a retirada para o Sul; o exílio no Uruguai; maragatos exilados; a Revolução gaúcha de 1923.............. 1 a 35

Fita 2: o governo Bernardes e o conflito entre maragatos e ximangos; o Tratado de Pedras Altas e a ascensão de Getúlio Vargas; o positivismo e a falta de saneamento no Rio Grande borgista; os provisórios; Júlio Barrios e a Coluna Relâmpago (1926); o sistema político do Uruguai na década de 20; a Polícia do Distrito Federal sob o comando do general Fontoura; os insucessos das revoltas de 1924; Bernardino Câmara Canto; o "cônsul da Revolução no Uruguai; perfil de Nabuco de Gouveia; o dinheiro do cofre do navio; a fase conspiratória e a eclosão do movimento revolucionário em 1930; a convocação dos exilados por Osvaldo Aranha; o governo gaúcho e a degola dos deputados aliancistas; a recusa de Prestes em 1930; a morte de Siqueira Campos; o recuo de Antônio Carlos; a morte de João Pessoa; as mensagens a Olegário Maciel; Antônio Carlos e Getúlio Vargas, duas políticas conciliadoras; a reforma eleitoral pretendida pelos tenentes e o programa político de Luís Carlos Prestes; a missão em Santo Ângelo e o prefeito borgista.............. 35 a 69

Fita 3: Borges de Medeiros e a Revolução de 1930; o apoio de Assis Brasil ao movimento de 1930; prefeituras e delegacias policiais na trama revolucionária gaúcha; o dia 3 de outubro no Rio Grande; a tomada do posto telegráfico de Santo Ângelo; a participação popular em Porto Alegre; Virgílio de Melo Franco; as mensagens de Osvaldo Aranha e Lindolfo Collor a Pedro Ernesto; a participação paulista na Revolução; a liderança civil e militar; o QG da Revolução no Distrito Federal; divergências revolucionárias; a criação do Clube 3 de Outubro; a eleição de Pedro Bernardes e a Revolução; o programa do Clube 3 de Outubro; a reforma constitucional; o clube e a convocação da Constituinte; o voto direto nas eleições municipais; as duas câmaras; política e técnica; a oposição de Maurício Cardoso à representação profissional; a fusão das representações política e profissional na Constituinte; o esvaziamento do deputado classista; a assessoria técnica ao legislador; a questão social; terras devolutas e reforma agrária.............. 69 a 111

Fita 4: as teses do Clube 3 de Outubro na Constituição de 34; a Revolução paulista de 32 e a convocação da Constituinte; João Alberto e o Partido Democrático; a Legião Revolucionária de Miguel Costa; a atuação do Clube 3 de Outubro nos estados; Francisco Campos e a AIB; a desintegração do Clube 3 de Outubro; a carreira de Góis Monteiro; a carreira naval do entrevistado; a frente Parati-Cunha; as causas do 9 de julho; o Clube 24 de fevereiro; a organização militar de São Paulo; os prisioneiros paulistas e Cunha; a rearticulação partidária e o Clube 3 de Outubro; os interventores; Vargas e a atuação do clube; a influência do clube na Constituinte de 33; J.J. Seabra; justiça revolucionária; leis trabalhistas e sindicalismo; greves políticas; a reconstitucionalização; o empastelamento do Diário Carioca; José Eduardo de Macedo Soares; política fluminense; o Partido Autonomista.............. 111 a 150

Fita 5: a campanha pela autonomia do Distrito Federal; Pedro Ernesto, o primeiro prefeito eleito; o Partido Economista; educação e saúde na administração Pedro Ernesto; bases eleitorais do Partido Autonomista; o Clube 3 de Outubro e a Constituinte; os integralistas egressos do clube; Góis Monteiro no Clube 3 de Outubro; a sucessão de Olegário Maciel; Benedito Valadares; Osvaldo Aranha, líder da maioria na Constituinte; a participação ministerial na Constituinte; Medeiros Neto; a eleição presidencial e a votação da Constituição; a anistia; paulistas e mineiros na Constituinte; comparação da Constituinte de 34 com a estadual que elaborou a Constituição da Guanabara (1960); a Constituinte de 46; controle federal dos impostos e empréstimos externos; os gaúchos na Constituinte de 34; a reeleição presidencial; a primeira eleição para prefeito do Rio; Executivo forte; a assessoria técnica ao Legislativo.............. 150 a 187

Fita 6: Os grandes estados e o voto proporcional ao eleitorado; o voto do analfabeto; a atuação dos deputados classistas; o sistema bicameral; órgãos de classe como colégio eleitoral do conselho técnico; o Código de Minas; Álvaro Alberto e o urânio nacional; de Conselho Supremo a Senado; regionalismo x representação classista; o salário mínimo; as eleições indiretas; demagogia e eleições diretas; PSD e UDN em 1960; simpatia pessoal; Eurico Dutra e Juscelino.............. 187 a 226

Fita 7: A força política de Getúlio; Jânio e o PTB; a candidatura Lott; o governo Jânio Quadros; Ademar de Barros; origem e evolução dos tribunais de contas; o governo Raimundo Padilha; o contrato FNM-Alfa Romeo; o colégio eleitoral para representantes classistas; a bancada paulista na Constituinte de 34; divergências entre constituintes gaúchos; independência parlamentar; a LEC e a bancada cearense; a Igreja e o divórcio; a LEC e o cardeal Leme; a prorrogação dos mandatos dos constituintes; Berta Lutz x conde Pereira Carneiro; Pedro Ernesto e o Partido Autonomista; d. Sebastião Leme; as relações entre igreja e Estado; a reforma agrária e a previdência rural na Constituição de 34; Castilho Cabral e a expropriação de latifúndios; Miguel Couto e a imigração japonesa; Herculino Cascardo; o Plano Cohen e a decretação do estado de guerra; a candidatura José Américo; a coalização governista no Congresso e os interesses regionais; Ari Parreiras na interventoria do estado do Rio.............. 226 a 264

Fita 8: Ari Parreiras e a eleição do almirante Protógenes; o governo Protógenes; o Diário Carioca contra Leite de Castro; impedimento de Protógenes e a substituição por Ernani do Amaral Peixoto; o Estado Novo; Macedo Soares e o secretariado de Amaral Peixoto; Pedro Ernesto e a Revolução de 35; a eleição de Olímpio de Melo; Henrique Dodsworth, prefeito do Rio; Benjamin Vargas; o almirante Guilhem e o integralismo na Marinha; o protesto de Ari Parreiras; Filinto Müller e o apoio à AIB; ascensão política de Filinto Müller; João Alberto; Guilhem e Góis Monteiro na queda de Vargas; o Plano Cohen e o estado de guerra; Mourão Filho, Góis Monteiro e Dutra; antecipação do golpe de 37; protestos contra a Constituição de 37; a exoneração de Odilon Braga; a AIB: da fundação ao putsch de 38; Plínio Salgado e o Estado Novo; os militares integralistas; a administração no Estado Novo; Getúlio e a expansão integralista; Pedro Aleixo na presidência da Câmara dos Deputados; Aleixo e o fechamento do Congresso; a campanha eleitoral de 37; Eduardo Gomes e Ari Parreiras.............. 264 a 302

Fita 9: Eduardo Gomes no pós-30; as bases aérea e naval em Natal; boatos da 5ª coluna sobre os americanos no Rio Grande do Norte; o dilema revolucionário; a depuração do passado ou a construção do futuro; o discurso pró-anistia (25.08.64); a falência das Constituições de 34 e 46; a criação da Companhia Siderúrgica Nacional; as reivindicações mineiras e capixabas; a divergência entre Augusto e Ernani do Amaral Peixoto quanto ao Estado Novo; a atuação da 5ª coluna na Argentina durante a Segunda Guerra; adido naval na Argentina e no Uruguai de 40 a 43; a especialização em submarinos em 38; o levante integralista a bordo do Bahia; a doutrinação democrática; os custos do equipamento naval; o equilíbrio armamentista na América Latina; a compra de submarinos italianos antes da guerra; o terceiro centenário da Restauração em Portugal; a Itália fascista; Clodsmith Riani ára o CGT; a disputa senatorial em 46; as funções do adido naval e militar; a campanha de Dutra x queremismo.............. 302 a 340

Fita 10: a deposição de Vargas; o governo José Linhares; o apoio getulista à candidatura Dutra; a criação do PSD e do PTB; a votação de Getúlio em vários estados; José Américo em 45; a Constituinte e a reorganização partidária; a candidatura Eduardo Gomes; a opção pessedista: Dutra; o queremismo; a reação ao movimento queremista; as irradiações de Marcondes Filho; a versão da visita do embaixador Sttetinius; João Alberto em 45; a oposição militar ao Estado Novo; Prestes e o queremismo; o governo José Linhares e o favorecimento à UDN; o revigoramento da candidatura Dutra; a frustração de Góis Monteiro; Cordeiro de Farias, porta-voz do Exército; os partidos nacionais; as oligarquias regionais e a criação de pequenos partidos; Getúlio e o PSD no governo Dutra; os resultados eleitorais de 46; a cristianização nas eleições de 50; a candidatura Cristiano Machado pelo PSD............... 340 a 366

Fita 11: Dutra e Nereu Ramos em 50; as relações entre Dutra e o PSD; o prestígio de Getúlio; a debilidade ideológica dos partidos políticos no Brasil ; o exemplo uruguaio; a descontinuidade administrativa; o Plano Salte; as divisas no governo Dutra; a oposição ao governo Vargas; o caso Nestor Moreira; o PSD, apoio governamental; a tese da maioria absoluta; impeachment de Vargas; o processo da Última Hora; cruzada antigetulista de Carlos Lacerda; a morte do major Vaz; o IPM do Galeão; a convocação da família Vargas; a atuação de Capanema; o interesse de Getúlio na solução do crime; a oratória da UDN; a tentativa conciliadora do entrevistado; a consulta a Getúlio; a conversa com Afonso Arinos; a crise político-militar.............. 367 a 384

Fita 12: a tragédia da rua Toneleros; a campanha eleitoral de 54; a exploração política ao crise; o discurso de Baleeiro; as reuniões nos clubes da Aeronáutica, Naval e Militar; o otimismo de Tancredo Neves; a oposição e os setores militares; a UDN e os apelos à intervenção militar; o caso da Última Hora; Soares Cabejo e a Comissão de Abastecimento; o Manifesto dos Coronéis; Estilac Leal e as campanhas nacionalistas; o empresariado e a estatização; a intervenção estatal no transporte marítimo; o Lloyd Brasileiro; a Comissão de Marinha Mercante; Jango e Getúlio; Café Filho; as forças armadas e o Governo Vargas; o ministério de coalização; a retificação ao Manifesto à Nação (18.09.54); o suicídio de Getúlio; Zenóbio da Costa; a última reunião ministerial de Vargas; a decisão de Getúlio; a notícia de seu suicídio.............. 384 a 427

Fita 13: a carta-testamento; a comoção popular; os dividendos eleitorais da tragédia; a cristianização dos pessedistas nas eleições de 54; o PSP e o governo Café; a atuação do Movimento Militar Constitucionalista pela posse de Juscelino; a deposição de Carlos Luz; a Nota Especial de Informações nº 22, do ministério Lott; a Marinha durante o governo Café; a cédula única; a Convenção do PSD que lançou Luz; o general Denys e a articulação do 11 de novembro; o PSD e o MMC na campanha pela legalidade; a demissão de Lott; PSD e PTB diante da demissão de Carlos Luz; as forças armadas e o 11 de novembro; Capanema e o impeachment de Carlos Luz; Flores da Cunha; Odílio Denys em 55 e em 61; a oposição militar a Juscelino; a mudança da capital; dificuldades de candidatos a eleições estaduais de 76 no Rio; comparação entre os movimentos militares de 22 e 24 e os de 55 e 64; Juarez e Lott; o MMC e o apoio militar ao PSD; JK e os votos comunistas; o governo João Goulart; a revolta dos marinheiros; o almirante Suzano; Cândido Aragão; o convívio entre oficiais e praças na Marinha; conselho ao ministro Sílvio Mota; Paulo Mário da Cunha Rodrigues e as revoluções.............. 427 a 468

Fita 14: o governo JK; a indicação a prefeito do Distrito Federal; o pretenso veto da Igreja ao entrevistado; apoio a Negrão de Lima; a presidência da Caixa Econômica do Rio de Janeiro; a construção de Brasília; a nova capital e a Constituição de 34; Israel Pinheiro e a Novacap; os investimentos da Caixa Econômica em Brasília; os sistemas de poupança para financiar casas próprias; a sede própria da Caixa Econômica; precauções do administrador público; a função fiscalizadora do TCU; os lucros da Caixa Econômica com a construção de Brasília; o governo JK; obras e emissões; Israel Pinheiro; os projetos de Oscar Niemeyer; a plenitude democrática durante o governo JK; anistia: interesse governamental; Costa e Silva e a revisão das cassações.............. 468 a 502

Fita 15: os exaltados da Revolução de 30 e o Clube 3 de Outubro; a UDN diante do governo JK; comparação entre Carlos Lacerda e Osvaldo Aranha; a trajetória udenista de 45 a 64; o Congresso e a renúncia de Jânio Quadros; o regresso de Jango; as gestões do PSD para a indicação do primeiro-ministro; a eleição de Tancredo Neves; a sucessão de gabinetes; a volta do presidencialismo; o regime parlamentar no Brasil; falência do parlamentarismo na América Latina; Jango e a república sindicalista; o PSD e a reforma agrária; o comício de 13 de março de 64; a reunião de marinheiros e fuzileiros no Sindicato de Metalúrgicos; a reunião do almirantado; a ordem de prisão dos marinheiros; a rebelião na Marinha; o apelo à coesão militar; Jango e os ministros no Automóvel Clube; o discurso do cabo Anselmo.............. 502 a 529

Fita 16: a conexão entre os ideais tenentistas e a Revolução de 64; Estado Novo, fruto da situação mundial; o governo Castelo Branco; a morte de Edson Luís; causas do AI-5; a imunidade parlamentar; análise dos governos pós-64; o desenvolvimento econômico nos regimes ditatoriais; a opinião pública e os militares; a inflação detonadora da Revolução de 64; Brizola x João Goulart; o PSD no governo Jango; a Supra; o PSD e o governo Castelo Branco; a deposição do governador Mauro Borges; a opção de pessedistas pelo MDB; o bipartidarismo e a absorção das esquerdas pelo MDB; a legalização do PC; o divórcio; voto distrital e poder econômico; a expansão do eleitorado urbano do MDB e rural da Arena; a cassação de Juscelino; o mandato de deputado estadual em 66; o governo Lacerda; a cassação do deputado Luvizaro.............. 530 a 563

Fita 17: nomeação par ao Tribunal de Contas do Estado; problemas cariocas; a importância da pesquisa histórica.............. 564 a 575
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