Alexandre Leal

Entrevista

Alexandre Leal

Entrevista realizada no contexto do projeto "Memória do setor de energia elétrica: fase pré-operacional da Eletrobrás (1953 a 1962)", na vigência do convênio entre o CPDOC-FGV e o Centro da Memória da Eletricidade no Brasil (1987-88). Informações sobre o acervo produzido no contexto deste projeto podem ser obtidas em "Programa de História Oral da Memória da Eletricidade: catálogo de depoimentos" (Rio de Janeiro, Centro da Memória da Eletricidade no Brasil, 1990). O entrevistado foi presidente da Light, empresa onde fez carreira como engenheiro especializado em eletricidade.
Forma de Consulta:
Entrevista datilografada disponível na Sala de Consulta do CPDOC.
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: “FINEP: 30 anos de projetos para o Brasil” / José Luciano de Mattos Dias. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas, 2002.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Cláudia Maria Cavalcanti de Barros Guimarães
Zairo Borges Cheibub
Data: 6/6/1988 a 14/6/1988
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 3h40min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Alexandre Leal
Nascimento: 20/6/1910; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Faculdade de Engenharia na Escola Politécnica.
Atividade: Presidente da Light.

Equipe

Levantamento de dados: Cláudia Maria Cavalcanti de Barros Guimarães;Zairo Borges Cheibub;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Cláudia Maria Cavalcanti de Barros Guimarães;Zairo Borges Cheibub;

Conferência da transcrição: Ignez Cordeiro de Farias;

Copidesque: Dora Rocha;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Ignez Cordeiro de Farias;

Temas

Alexandre Leal;
Antônio Gallotti;
Carlos Lacerda;
Colégio Pedro II;
Conselho Nacional de Águas e Energia Elétrica;
Eletrobrás;
Energia elétrica;
Escola Politécnica;
Furnas Centrais Elétricas;
Light Serviços de Eletricidade;
Segunda Guerra Mundial (1939-1945);

Sumário

1ª Entrevista: 06/06/1988
Origem familiar; formação escolar; exames preparatórios no Colégio Pedro II; escolha da carreira; vestibular para a Escola Politécnica do Rio de Janeiro; professores da Politécnica; especialização em eletricidade; início da vida profissional como estagiário da Light (1933); mercado de trabalho para engenheiros eletricistas na década de 30; curso de pós-graduação no MIT (Massachusetts Institute of Technology); dificuldades para estudar no exterior nos anos 30; como engenheiro da Light; a Light como empresa e sua estrutura administrativa; Antônio Gallotti e a Light; o corpo de advogados da Light; Amforp x Light em São Paulo; primeiro trabalho como engenheiro da Light; volta ao MIT para trabalhar com conversor de freqüência (1937); Light do Rio de Janeiro e Light de São Paulo; os bondes e a Light; viagem de estudos aos Estados Unidos (1937); Antônio Gallotti; relacionamento da Light com o governo; na subdivisão de construção de subestações; a Segunda Guerra Mundial e a importação de equipamentos; produção de equipamentos elétricos no Brasil; papel das subestações na distribuição de energia; empréstimos e financiamentos para o setor elétrico; investimento em geração e em distribuição de energia; como superintendente no Departamento de Eletricidade da Light do Rio de Janeiro; convite para a presidência da Light; relacionamento com os companheiros de trabalho; problemas na distribuição e manutenção das redes de energia; racionamentos de energia e seus problemas; a questão tarifária e o investimento no setor de energia elétrica.

2ª Entrevista: 14/06/1988
Como superintendente de eletricidade da Light; o engenheiro Billings e a construção e ampliação de usinas geradoras; fatores que impediram a construção de novas usinas geradoras de eletricidade; empréstimos do Banco Mundial e de bancos alemães e o novo ritmo na execução de obras da Light (anos 70); bondes e déficits da Light do Rio de Janeiro; a Light e a opinião pública; seminário sobre problemas de energia no Clube de Engenharia; a questão tarifária; localização da Light no eixo Rio-São Paulo e dificuldades para a ampliação de concessões; eletrificação rural; a Light e a criação da Eletrobrás; a Light e a construção de Furnas; a indústria e o racionamento de energia elétrica da década de 50; Carlos Lacerda e a Light; Antônio Gallotti; comportamento da Light em relação à divulgação de suas atividades; diferenças no sistema de distribuição de energia da Light de São Paulo e da Light do Rio de Janeiro; conversão de freqüência (50/60 ciclos); o corpo de engenheiros da Light e a ampliação de seus conhecimentos; a Light e o Conselho Nacional de Águas e Energia Elétrica (CNAEE); a escolha para presidente da companhia; relações trabalhistas dentro da empresa; presidente da Light (1975); empréstimos de bancos alemães mediante debêntures (década de 70); viagem ao Canadá para assumir a presidência da Light; compra da Light pelo Estado (1978).
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