Bianor Scelza Cavalcanti II

Entrevista

Bianor Scelza Cavalcanti II

Entrevista realizada no contexto do projeto "EBAPE: 50 anos de história" desenvolvido pelo CPDOC em convênio com a Escola Brasileira de Administração Pública, entre junho de 2001 e março de 2002. O projeto resultou na publicação do livro "A ESCOLA que faz Escola: EBAPE 50 anos, depoimentos ao CPDOC" / Organizadoras: Helena Bomeny e Marly Motta. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas, 2002. A escolha do entrevistado se justificou por sua trajetória dentro da EBAPE, como aluno, professor e diretor.
Forma de Consulta:
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: BOMENY, Helena; MOTTA Marly (Orgs.). A ESCOLA que faz Escola: EBAPE 50 anos, depoimentos ao CPDOC. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas, 2002. 492p. il.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Helena Maria Bousquet Bomeny
Marly Silva da Motta
Data: 30/10/2001 a 19/11/2001
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 6h15min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Bianor Scelza Cavalcanti
Nascimento: 6/3/1949; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: PHD em Administração e Políticas Públicas pela Virginia Polytechinc Institute and State University (EUA); graduado em Administração pela Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape/FGV).
Atividade: Ensino, Pesquisa e Consultoria Técnica no Brasil e no Exterior, tendo ocupado vários cargos diretivos da Administração Acadêmica. Diretor e professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape) da Fundação Getúlio Vargas - RJ.

Equipe

Levantamento de dados: Marly Silva da Motta;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Marly Silva da Motta;

Transcrição: Claudia Peçanha da Trindade;

Conferência da transcrição: André Vianna Dantas;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Temas

Administração;
Atividade acadêmica;
Centralização política;
Departamento Administrativo do Serviço Público;
Economia;
Mobilização política;
Movimento estudantil;

Sumário

FITA 1-A: A escolha pela EBAP e pela área de Administração, em 1968: Administração versus Economia; a atuação política do entrevistado fora e dentro da Escola; o ambiente agradável da EBAP: os professores; representando a EBAP no Congresso da UNE de Ibiúna, em 1968; a visibilidade política da EBAP dentro do movimento estudantil; a prisão em Ibiúna, em 1968; novos comentários acerca dos professores da Escola.

FITA 1-B: O projeto educacional da EBAP; o administrador: generalista ou especialista?; a EBAP como resultado da confluência do DASP e da USC; o desvio de orientação da Escola a partir da posse de Kleber Nascimento em 1970: choque entre gerações?, os reflexos da administração Kleber no currículo da Escola; a montagem da pós-graduação.

FITA 2-A: novos comentários acerca do significado da assunção do Kleber Nascimento, em 1970, para a mudança de rumos da Escola; os estágios em empresas privadas para os graduandos da EBAP; comentários acerca da postura de sua postura como aluno na EBAP e no 2º grau; novos comentários acerca dos estágios: o trabalho junto à Secretaria de Fazenda do Estado da Guanabara, em 1970, e a primeira experiência administrativa; a importância de alguns professores: Eurico Carvalho, Fernando Bessa; a entrada para o corpo docente da Escola, em 1971.

FITA 2-B: a entrada para o corpo docente da Escola, em 1971 (cont.): no Departamento de Estudos Governamentais, na Coordenação dos Grupos de Estágios Supervisionados, a recepção por parte dos antigos professores; novos comentários sobre a mudança de rumos da Escola a partir da assunção de Kleber Nascimento, em 1970: os comitês responsáveis por discutir a transformação da Escola, avaliação da expansão experimentada pela Escola desde então.

FITA 3-A: novos comentários a respeito dos Comitês responsáveis por discutir a transformação da Escola; avaliação do impacto da gestão de Kleber Nascimento (1970-1973); a assunção de Paulo Reis em 1973 e o refluxo das transformações sofridas pela Escola até então; o mestrado na USC: o papel desempenhado pela universidade, o intenso ritmo de trabalho, a versatilidade do programa e a idéia em torno da criação do CIPAD; o retorno do mestrado em 1975 e a criação do CIPAD no ano seguinte

FITA 3-B: o retorno do mestrado em 1975 e a criação do CIPAD no ano seguinte (cont.): os "semestres concentrados" da USC aplicados à realidade brasileira; o incremento da pós-graduação e a conseqüente perda de importância da graduação, na segunda metade dos anos 70; a consolidação da mudança de rumos da Escola, iniciada pelo Kleber, na gestão Paulo Motta (1976-1986): a escolha de Paulo Motta para a direção da Escola.

FITA 4-A: considerações a respeito dos modelos públicos de administração francês e americano; breves comentários acerca da experiência da administração pública brasileira: a centralização do Estado, pós-30, e o papel do DASP; novas considerações a respeito dos modelos administrativos francês e americano.

FITA 4-B: novas considerações acerca da experiência da administração pública brasileira; o doutorado em Virginia, Estados Unidos (1980-1982); as discussões em torno do fim da graduação em fins da década de 70: questões financeiras.

FITA 5-A: comentários a respeito da reabertura do curso de graduação previsto para 2002: comparações entre os princípios norteadores da nova EBAP e da EAESP, em São Paulo; novas considerações acerca das discussões em torno do fim da graduação em fins da década de 70: questões financeiras e políticas, o retorno do doutorado, em 1982, e o convívio com o fim da graduação, o incremento da pós-graduação (CIPAD); as articulações políticas em torno da sucessão de Paulo Motta na direção da Escola: Armando Cunha, o sucessor natural.

FITA 5-B: as articulações políticas em torno da sucessão de Paulo Motta na direção da Escola (cont.): a decisão do entrevistado de concorrer à sucessão, as propostas do entrevistado e dos concorrentes, Sônia Fleury e Eduardo Dapieve; o primeiro mandato na direção da Escola (1986-1989): o contexto de crise da Fundação; a necessidade da mudança dos modelos de gestão da FGV e da EBAP.

FITA 6-A: a necessidade da mudança do modelo de gestão da FGV e da EBAP (cont.): a articulação em torno do nome do dr. Flores para a presidência da FGV, a dedicação ao plano mais abrangente de reforma gerencial, da FGV e a administração da Escola em segundo plano; a reeleição para o segundo mandato à frente da EBAP (1989-1992); as divergências de pensamento com Armando Cunha em relação à postura diante da crise da FGV.

FITA 6-B: as divergências de pensamento com Armando Cunha em relação à postura diante da crise da FGV: a EPGE sai na frente da EBAP na busca de recursos breves comentários sobre sua atuação como um dos diretores administrativos da FGV, na primeira metade dos anos 90; breves comentários sobre a tradição da FGV de negar os conflitos institucionais; o papel atual da Fundação em face do seu novo modelo organizacional; o papel da nova EBAP.

FITA 7-A: o papel da nova EBAP (cont.); considerações finais do entrevistado abordando brevemente a trajetória da EBAP nesses 50 anos.
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