José Luciano Carneiro

Entrevista

José Luciano Carneiro

Entrevista realizada no contexto do projeto "Pioneiros e Construtores da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)", na vigência do convênio entre o CPDOC-FGV e a Fundação CSN. Esta entrevista subsidiou a elaboração do livro "CSN: UM SONHO feito de aço e ousadia." / Coordenadora: Regina da Luz Moreira; Entrevistadores: Ignez Cordeiro de Farias, Mário Grynszpan e Verena Alberti; Pesquisa Iconográfica: Adelina Novaes e Cruz. Rio de Janeiro: IARTE, 2000. O entrevistado exerceu funções de relevância na Companhia Brasileira de Projetos Industriais (Cobrapi) e na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Ignez Cordeiro de Farias
Regina da Luz Moreira
Data: 29/12/1999
Local(ais):
Volta Redonda ; RJ ; Brasil

Duração: 1h40min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: José Luciano Carneiro
Nascimento: 11/3/1943; Pedralva; MG; Brasil;

Formação: Engenharia Elétrica no Instituto Eletrotécnico de Itajubá (MG) na turma de 1965.
Atividade: Exerceu funções de relevância na Companhia Brasileira de Projetos Industriais (Cobrapi) e na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

Equipe

Levantamento de dados: Ignez Cordeiro de Farias;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Ignez Cordeiro de Farias;

Transcrição: Oswaldo Cordeiro de Farias;

Conferência da transcrição: Ignez Cordeiro de Farias;

Copidesque: Dora Rocha;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Julio Augusto Nassar Alencar;

Temas

Atividade profissional;
Banco Mundial;
Ceará;
Ciência e tecnologia;
Companhia Siderúrgica Nacional;
Companhia Vale do Rio Doce;
Crédito financeiro;
Crises econômicas;
Energia elétrica;
Engenharia;
Governo federal;
História de empresas;
Indústria siderúrgica;
Inflação;
Investimento estrangeiro;
Investimento público;
Light Serviços de Eletricidade;
Parceiros;
Privatização;
Volta Redonda;

Sumário

Entrevista: 29.12.1999

Fita 1-A: Opção pelo curso de engenharia elétrica no Instituto Eletrotécnico de Itajubá (MG); motivos do início profissional na Companhia Brasileira de Projetos Industriais (Cobrapi) em Volta Redonda (RJ) (1966); expansão da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN); ligeira referência ao Relatório Booz Allen; transferência do entrevistado da Cobrapi para a CSN em 29-12-1983; importância da Cobrapi nos planos de expansão da CSN; atuação da firma de engenharia norte-americana Arthur G. Mckee and Company (Mckee) durante o Plano Intermediário em 1965; diminuição gradual da importância da engenharia norte-americana: mudanças nos Estágios II e III; diferenças entre a relação anterior com a Mckee e a parceria com a United States Steel Engeneering (USS) no Estágio III; opinião sobre a condição de estatal da CSN e a relação com o governo federal: problemas de financiamento, papel da Siderurgia Brasileira S.A. (Siderbrás) e conseqüências da necessidade de controlar a inflação; comentário sobre os projetos da Siderbrás e do Conselho de Não-Ferrosos e de Siderurgia (Consider); considerações sobre as dificuldades da expansão da siderurgia na época; explicação sobre a dimensão e as implicações do Estágio III; crítica ao volume de investimentos que os governos do período dedicaram ao setor de bens de capital; valorização dos investimentos feitos na siderurgia durante os planos de expansão.............................................................................p. 1-11

Fita 1-B: Longa explicação técnica sobre os planos de expansão da CSN; importância do Estágio III; absorção de conhecimento e aumento da produtividade na siderurgia; crise da década de 1980 e funcionamento da CSN: retração financeira do governo federal, dificuldade de aporte de recursos no exterior, paralisações operacionais e repercussão entre os funcionários; relevância da participação do Banco Mundial nos projetos da CSN; comparação entre as parcerias técnicas da CSN com japoneses e com norte-americanos; dificuldades financeiras e técnicas durante o Estágio II; comparação entre os Estágios II e III; parcerias técnicas internacionais: transferência de tecnologia e treinamento operacional dos engenheiros brasileiros; avaliação geral da atuação da engenharia brasileira da Cobrapi e da CSN, no período de 1965-83: importância da Cobrapi e do Estágio III.........................................................p. 11-22

Fita 2-A: Aprendizado dos engenheiros brasileiros durante a expansão da CSN; comparação entre os engenheiros estrangeiros e brasileiros; explicação sobre a tecnologia mini-mill e o projeto da CSN de instalar uma usina siderúrgica no Ceará; atualização tecnológica da CSN após o fim da crise da década de 1980: Total Quality Control (TQC), domínio do conhecimento sobre os processos e o sistema de assistência técnica internacional; trajetória profissional do entrevistado: engenheiro da Cobrapi (1966-83), transferência para a CSN (29-12-1983), o cargo de adjunto do superintendente de expansão e, após o fim do Estágio III, o cargo de superintendente de engenharia; trabalho na CSN e impressões sobre a privatização; recordações da crise financeira da CSN na década de 1980; opiniões sobre o processo de recuperação da CSN: TQC e gerenciamento; participação acionária da CSN na Light e na Vale do Rio Doce; detalhada explanação sobre a relação entre siderurgia e energia elétrica: altos níveis de consumo e papel crucial da distribuição; problemas com a Light........................................................p. 1-12

Fita 2-B: Trajetória profissional do entrevistado na CSN: de superintendente de engenharia a coordenador de projetos especiais; a instalação de uma usina siderúrgica no Ceará: impacto da variação do dólar; indicações de literatura técnica e histórica sobre a CSN; relevância da atividade de pesquisa para a CSN; retomada dos investimentos na CSN em 1993............p. 12-16
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