Paulo Roberto Motta II

Entrevista

Paulo Roberto Motta II

Entrevista realizada no contexto do projeto "EBAPE: 50 anos de história" desenvolvido pelo CPDOC em convênio com a Escola Brasileira de Administração Pública, entre junho de 2001 e março de 2002. O projeto resultou na publicação do livro "A ESCOLA que faz Escola: EBAPE 50 anos, depoimentos ao CPDOC" / Organizadoras: Helena Bomeny e Marly Motta. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas, 2002. A escolha do entrevistado se justificou por ser ex-Diretor da EBAPE-FGV.
Forma de Consulta:
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: BOMENY, Helena; MOTTA Marly (Orgs.). A ESCOLA que faz Escola: EBAPE 50 anos, depoimentos ao CPDOC. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas, 2002. 492p. il.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Helena Maria Bousquet Bomeny
Marly Silva da Motta
Data: 18/10/2001 a 29/11/2001
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 4h25min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Paulo Roberto de Mendonça Motta
Formação: Doutor em Administração Pública pela University of North Carolina (EUA); mestre em Ciência Política pela University of North Carolina (EUA); bacharel em Administração pela Ebape/FGV.
Atividade: Professor titular da Fundação Getúlio Vargas (FGV);professor visitante da University of Manchester (Inglaterra);professor visitante da Escola de Altos Estudos Comerciais (França); professor visitante da Universidade de Macau (Macau).

Equipe


Transcrição: Claudia Peçanha da Trindade;

Conferência da transcrição: André Vianna Dantas;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Temas

Administração;
Anos 1960;
Anos 1970;
Banco Mundial;
Ciência política;
Ciências Sociais;
Fundação Getulio Vargas;
Mobilização política;
Pesquisa científica e tecnológica;
Professores estrangeiros;

Sumário

Fita 1-A: Considerações iniciais acerca da escolha por Administração e pela EBAP; breves comentários sobre a discussão na Escola acerca da regulamentação da Escola e da profissão de administrador; comentários a respeito da sólida formação em Ciências Sociais oferecida pelo currículo da Escola; brevíssimas considerações acerca da Administração como um campo próprio de conhecimento; comentários acerca da Escola (ambiente, colegas, professores e cursos) no período de sua formação; o projeto da Escola na década de 1960: uma escola de elite.

Fita 1-B: Sobre a mobilização política do alunado na década de 60; a experiência de estágio na EBAP: os professores americanos; novos comentários sobre a regulamentação da Escola (1962); Beatriz Wahrlich na direção da EBAP; o mercado de consultoria e a dificuldade de manter o corpo docente: a experiência norte-americana; o estágio na Caemi; como professor na Faculdade de Economia (Cândido Mendes); o mestrado nos Estados Unidos: em Ciência Política.

Fita 2-A: o convite para trabalhar na EBAP como professor-assistente, em 1967, após a conclusão do mestrado: a recusa do convite de trabalho do Banco Mundial; um seminário internacional em Pittsburg (1966); novos comentários sobre a vinda para a EBAP, em 1967: os motivos da preterição do Banco Mundial; o perfil dos alunos da EBAP em 1967; o concurso para a admissão na EBAP e o doutorado (1969); à frente da RAP (1967); novos comentários sobre a opção pelo doutorado, em 1969: o tema da tese e a ênfase na Administração; o retorno do doutorado, em 1972; a percepção de uma Escola mudada: Kleber Nascimento a frente da direção; novamente à frente da RAP, em 1972; a pós-graduação dos anos 60 e 70: diferenças.

Fita 2-B: a pós-graduação dos anos 60 e 70: diferenças (cont.); a grande rotatividade do corpo docente dentro da EBAP: o horário ingrato da graduação, a atração por remunerações melhores fora da EBAP; Ciências Sociais x Administração; a EBAP e a reforma do Estado na década de 1970; as diferenças de orientação entre Beatriz Wahrlich e Kleber Nascimento: a ruptura, pontos positivos e negativos

Fita 3-A: novos comentários acerca do impacto dos anos 70 para a transformação da Escola, da Fundação e do Estado: os recursos internos e externos, pesquisa x consultoria, a EBAP, a Fundação e a proximidade do governo, novos comentários sobre a EBAP e a reforma do Estado.

Fita 3-B: A crise do Estado a partir de meados da década de 1970 e a assunção da direção da Escola em 1976: a redução da Escola e o projeto de uma graduação experimental, as discussões em torno do fim da graduação: EAESP e EBAP, as reações à extinção, os recursos governamentais à míngua e a necessidade de mudar o modelo de gestão da Escola e da Fundação, novos comentários sobre a extinção do curso de graduação (1981); a criação do CIPAD em Brasília.

Fita 4-A: a criação do CIPAD em Brasília; novos comentários sobre a escassez de recursos do Estado e a necessidade da mudança do modelo de gestão da Fundação e da EBAP (anos 1980): as diferentes orientações de Simões Lopes e dr. Flores; a função dos MBAs hoje; a EBAP e o mercado; novos comentários acerca da crise do Estado nos anos 80: a EBAP e a Fundação diante da crise.

Fita 4-B: a EBAP e o mercado; novos comentários acerca da crise do Estado nos anos 80: a EBAP e a Fundação diante da crise; os anos 90: o governo Collor, dr. Flores assume a direção da FGV, a EBAP estava preparada para a anos 90, a experiência dos ISAEs; a singularidade da trajetória intelectual e acadêmica do entrevistado: as consultorias em mais de 40 países, o gosto pela administração comparada.

Fita 5-A: as consultorias em mais de 40 países, o gosto pela administração comparada (cont.); como professor-visitante em Manchester; relato de algumas experiências no exterior; a interdisciplinaridade na Administração; o retorno da graduação em 2002: o papel da EBAP hoje.

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