Alba Maria Zaluar

Entrevista

Alba Maria Zaluar

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memória das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Banco Santander, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2020, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros e a posterior disponibilização dos depoimentos gravados na internet.Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Data: 23/5/2017
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 2h27min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Alba Maria Zaluar
Formação: Graduação em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1965; pós-graduação na Universidade de Manchester na Inglaterra; mestrado em Antropologia Social no Museu Nacional, UFRJ em 1974; doutorado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP) em 1984.
Atividade: Professora livre docente da Universidade de Campinas (UNICAMP); professora titular em Antropologia Social da UERJ; professora titular de Antropologia do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde fundou e coordenou o Núcleo de Pesquisa em Violências (NUPEVI) em 1997; aposentou-se em junho de 2012 e passou a atuar como professora visitante no IESP/ UERJ.

Equipe


Transcrição: Maria Izabel Cruz Bitar;

Conferência da transcrição: Marina Muniz Lima;

Técnico Gravação: Ninna Carneiro;

Temas

Administração pública;
Alberto Passos Guimarães;
Anos 1960;
Arquivos pessoais;
Ato Institucional, 5 (1968);
Brasil;
Carreira acadêmica;
Ciências Sociais;
Colégio Militar do Rio de Janeiro;
Colonialismo;
Comunidades religiosas;
Comunismo;
Conflitos sociais;
Cultura;
Drogas;
Ensino primário;
Ensino superior;
Europa;
Exílio;
Família;
Favela;
Financiadora de Estudos e Projetos;
Formação acadêmica;
Formação profissional;
Funcionalismo público;
Golpe de 1964;
Governo federal;
História de vida;
Infância;
Inglaterra;
Instituições acadêmicas;
Juventude;
Magistério;
Movimento estudantil;
Museologia;
Museu Nacional;
Obras de referência;
Partido Comunista Brasileiro - PCB;
Paulo Lins e Silva;
Pensamento político;
Perseguição política;
Pesquisa científica e tecnológica;
Pobreza;
Poder público;
Política;
Portugal;
Pós - graduação;
Previdência social;
Regime militar;
Religião;
Segurança pública;
Serviço Nacional de Informações;
Suécia;
Universidade de São Paulo;
Universidade Federal do Rio de Janeiro;
Viagens e visitas;
Violência;

Sumário

Entrevista: 23 de maio de 2017

As origens familiares em Portugal; a chegada da família ao Brasil e as dificuldades financeiras; a experiência do pai no colégio militar; a participação no movimento estudantil e no partido comunista; o golpe militar e perseguição aos alunos da faculdade de filosofia; os depoimentos nos órgãos de inteligência e a influência do pai; o exílio na Suécia; a receptividade na Europa; as origens familiares na Europa e o interesse cultural; as relações entre os familiares; os primeiros estudos na infância e juventude; o interesse cultural da família; o interesse pelas ciências sociais; as discussões políticas na família; o trabalho social do pai; a relação com Alberto Passos Guimarães e a perseguição política; as expectativas com o movimento estudantil; a relação com Armênio Guedes; a relação com professores na graduação; os professores conservadores; o curso na Inglaterra e o amadurecimento pessoal; a experiência na Suécia; as relações entre exilados; o primeiro contato com Manchester; as reflexões sobre conflitos colonialista; os cursos de pós-graduação na Inglaterra; as relações de preconceito de ingleses com estrangeiros; a solidariedade entre os ingleses e o National Real Service; a gravidez e o afastamento da academia; o AI-5 e o exílio do pai; o retorno ao Brasil em 1969; o concurso no Museu Nacional; a pesquisa sobre burguesia nacional; a perseguição política; o retorno à Europa; os cursos em museologia; o interesse por estudos da religião; a dificuldade em acessar arquivos pessoais de pesquisadores; a opção por estudar comunidades religiosas no doutorado; o Instituto de Estudos da Religião (ISER): ingresso e a fundação da revista do instituto; a relação entre maternidade e carreira acadêmica; a resistência ao ingresso na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); o ingresso na Universidade de Campinas (Unicamp) e as relações com os professores; a perseguição política pelo Serviço Nacional de Informações (SNI); a atuação na Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP); as pesquisas sobre pobreza na Cidade de Deus; a resistência na FINEP sobre as pesquisas; o doutoramento na Universidade de São Paulo (USP); a Cidade de Deus: os desdobramentos das pesquisas na região, a violência, o acompanhamento do livro sobre a comunidade; a relação com Paulo Lins; os problemas entre Paulo Lins e Ailton Batata; a pesquisa com ex-traficantes; as entrevistas com Ailton Batata; o trabalho com narrativas de vida; a recepção do livro Máquina Revolta no meio acadêmico; o reconhecimento das pesquisas sobre violência; o plágio na academia; a crítica sobre as percepções da violência e o termo genocídio; a rotina de viagens entre Rio de Janeiro e Campinas; os problemas de saúde; o retorno à Unicamp; a aposentadoria; o Ingresso no departamento de Medicina Social; as pesquisas sobre vitimização e violência; o trabalho com administração pública; o trabalho com moradores de comunidades; o convite para Stanford; as orientações de doutorandos; o ingresso no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP); o trabalho com violência e a crítica ao poder público; as críticas ao Estado brasileiro e a política antidrogas; a importância das campanhas de prevenção ao crack; as obras literárias influenciadoras.

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