Maria Lygia Quartim de Moraes

Entrevista

Maria Lygia Quartim de Moraes

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memória das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Banco Santander, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2020, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros e a posterior disponibilização dos depoimentos gravados na internet. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Data: 11/7/2019
Local(ais):
Florianópolis ; SC ; Brasil

Duração: 2h6min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Maria Lygia Quartim de Moraes
Formação:
Atividade:

Equipe


Transcrição: Maria Izabel Cruz Bitar;

Conferência da transcrição: Celso Castro;

Sumário: Laura Mie de Azevedo Nicida;

Temas

Anistia política;
Anos 1960;
Anos 1970;
Assuntos familiares;
Bahia;
Brasil;
Capitalismo;
Casamento;
Centro Brasileiro de Análise e Planejamento;
Chile;
Ciências Sociais;
Cuba;
Direita;
Ditadura;
Economia;
Educação;
Família;
Feminismo;
Formação acadêmica;
Formação escolar;
França;
Gênero;
Golpe de 1964;
Golpe de estado;
Golpe Militar no Chile (1973);
História;
História do Brasil;
História política;
Imprensa;
Inglaterra;
Movimento estudantil;
Movimentos sociais;
Mulher;
Organizações não governamentais;
Partido Comunista Brasileiro - PCB;
Pós - graduação;
Produção intelectual;
Repressão política;
Romeu Tuma;
São Paulo;
Sociedade civil;
Sociologia;
Tortura;
Universidade de São Paulo;
Universidade Estadual de Campinas;
Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho;

Sumário

Entrevista: 11/07/2019

Origem familiar e infância em São Paulo; O irmão João Carlos Kfouri Quartim de Moraes e formação escolar; Primeiro contato com ciências sociais e o namoro com Norberto Nehring; Nascimento de Marta Nehring e a graduação na Universidade de São Paulo (USP) em ciências sociais; Primeiros anos do Golpe Militar de 1964; Relação de Norberto com o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e relação de João com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR); Prisão de Norberto; Queda da VPR e o anúncio nos jornais; Ida para Cuba em 1969; Ida para França, reencontro com o irmão João e a notícia da morte de Norberto; Família de Norberto e os impactos de sua morte em sua vida pessoal como mãe; Experiência na Inglaterra, experiência em Paris e ida para o Chile; Entrada na Escuela de Estudios Económicos Latinoamericanos (Escolatina), reflexões sobre a luta armada e golpes; O Golpe de Estado no Chile em 1973 e a volta para França; Torturas de mulheres na ditadura militar brasileira e opinião do Governo Bolsonaro sobre a ditadura militar; Doutorado em economia, volta para o Brasil em 1975 e publicações sobre feminismo no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap); Relação com o feminismo e o inicio do movimento feminista no Brasil; Trajetória acadêmica, relação com a USP, o trabalho no Cebrap; Economia, educação e sociedade durante a ditadura; Violência no Brasil atual, atuação das milícias e perspectivas para o futuro do Brasil; Surgimento das Organizações Não Governamentais (ONG’s), despolitização das lutas sociais e as mudanças no feminismo; Entrada na universidade por influencia do irmão e ida para Salvador – BA; Volta para São Paulo como professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara e ida para Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); O período da anistia em 1996 e o evento sobre mortes e desaparecidos políticos; O livro Marighella, a relação com Mário Magalhães e a figura de Romeu Tuma; Estudos no campo da sociologia, o trabalho com o arquivo do Tortura Nunca Mais e com a Comissão da Verdade; Campo de estudos atual sobre feminismo; Obras e autores marcantes; Figura e estudos de Simone de Beauvoir; Estudo de gênero na sociologia e os estudos de Judith Butler sobre a Teoria Queer; Relação entre homens e mulheres na sociedade atualmente; Os recuos da história e o crescimento da direita política.
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