Mirian Goldenberg

Entrevista

Mirian Goldenberg

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memória das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Banco Santander, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2020, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros e a posterior disponibilização dos depoimentos gravados na internet. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Data: 10/12/2019
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 1h51min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Mirian Goldenberg
Formação: Graduação em Fonoaudiologia - PUC/SP Mestre em Educação - PUC/RJ Doutora em Antropologia - Museu Nacional
Atividade:

Equipe


Técnico Gravação: Ninna Carneiro;

Temas

Antropologia;
Atividade acadêmica;
Atividade profissional;
Casamento;
Cuba;
Diários pessoais;
Família;
Formação acadêmica;
Gilberto Velho;
Idosos;
Infância;
Literatura;
Mídia;
Migração;
Militância política;
Mulher;
Museu Nacional;
Nicarágua;
Pesquisa científica e tecnológica;
Peter Fry;
Pontifícia Universidade Católica;
Pós - graduação;
Rio de Janeiro (cidade);
São Paulo;
Universidade Federal do Rio de Janeiro;
Yvonne Maggie;

Sumário

Entrevista: 10/12/2019

Origens; a migração da família dos pais rumo ao Brasil em função da Segunda Guerra Mundial; relatos sobre a infância; a trajetória profissional de seu pai, Benjamin Goldenberg; trajetória escolar; o ambiente cultural e literário proveniente das leituras de seu pai; a mudança para São Paulo aos 16 anos de idade, em 1973;
a aprovação no curso de Fonoaudiologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP); a militância no movimento estudantil; o primeiro marido e a militância política; as experiências na área de Fonoaudiologia; a mudança para o Rio de Janeiro em finais da década de 1970; o mestrado em Educação na PUC do Rio de Janeiro; o trabalho no Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc); a permanência da militância política durante a trajetória profissional; a separação do primeiro marido e o início de sua vida no Rio de Janeiro; a viagem à Cuba; as expectativas acerca de Cuba; a visita à Nicarágua a partir do congresso “De la deuda externa”; a apreensão de Mirian no aeroporto de Nicarágua rumo à Costa Rica; a segunda visita à Nicarágua e o processo de escrita do livro sobre o país; o hábito de escrever diários e o processo de escrita em seu cotidiano; o ingresso no Museu Nacional em 1988; o projeto de doutorado orientado por Rubem César; os cursos feitos no Museu para a formação em Antropologia; as experiências prévias da entrevistada com Antropologia; a mudança de tema de doutorado após a ascensão de Violeta Chamarro à presidência da Nicarágua; a decisão pelo tema de “mulheres desviantes” para a tese de doutorado; o processo de produção do livro “A outra”; a recepção de “A outra” pelo pai da entrevistada e a repercussão do livro; a ideia de desenvolver um estudo sobre mulheres desviantes oriunda do curso de Gilberto Velho; a percepção sobre escritoras que se debruçam sobre a temática de mulheres desviantes; a diferença do livro sobre a Nicarágua e “A outra”; a questão da inveja no ambiente acadêmico; os convites recebidos pela entrevistada pela mídia acerca de assuntos distintos de sua linha de pesquisa; Leila Diniz como uma das maiores referências femininas; “O Segundo Sexo”, de Simone de Beauvoir, como um dos livros marcantes; a vida matrimonial; as influências de Leila Diniz e Simone de Beauvoir em sua trajetória de vida; o ingresso no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1994; seu cotidiano na carreira acadêmica; a vida acadêmica e as repercussões de suas pesquisas no espaço midiático; os projetos de pesquisa futuros; o percurso de 25 anos da entrevistada no IFCS; os diferentes cargos dentro da vida acadêmica; as obras marcantes da área de Antropologia para a entrevistada; a amizade com Peter Fry e Yvone Maggie; a questão da sua aposentadoria; sua ligação com a pós-graduação da UFRJ; o enfoque nos estudos sobre o envelhecimento e felicidade; reflexões sobre seu envelhecimento; a leitura dos diários de Anaïs Nin; a decisão pela doação de seus livros e a opção de não comprar quaisquer produtos; o estilo de vida simples; o atual marido e o compartilhamento de perspectivas diferentes em torno dos projetos da entrevistada; a atividade de pesquisa com idosos; retomada de sua trajetória através das pesquisas que se tornaram livros.
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