ADELSON ROSENDO LIMA RIBEIRO

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Nome: RIBEIRO, Adelson
Nome Completo: ADELSON ROSENDO LIMA RIBEIRO

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
RIBEIRO, ADELSON

RIBEIRO, Adelson

*dep. fed. SE 1995-1999, 2000.

 

Adelson Rosendo Lima Ribeiro nasceu em Aracaju no dia 30 de março de 1965, filho de José Raimundo Ribeiro e de Ivanise Barbosa Lima.

Foi assistente parlamentar da Assembleia Legislativa de Sergipe em 1987 e, no mesmo ano, iniciou o curso de direito nas Faculdades Integradas Tiradentes, concluindo-o em 1991.

Empresário dos setores agropecuário e de comunicações, elegeu-se deputado federal pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) nas eleições de outubro de 1994, tendo como base eleitoral o município de Lagarto. Assumiu o mandato em fevereiro do ano seguinte. Ainda em 1995, transferiu-se para o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Integrante da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle em 1995, nas votações das emendas constitucionais propostas pelo governo Fernando Henrique Cardoso  votou a favor da quebra do monopólio dos governos estaduais na distribuição de gás canalizado, das embarcações nacionais na navegação de cabotagem, da mudança no conceito de empresa nacional, da quebra do monopólio estatal das telecomunicações e da Petrobras na exploração de petróleo. Em novembro de 1995, votou contra a prorrogação por 18 meses do Fundo Social de Emergência (FSE), rebatizado de Fundo de Estabilização Fiscal (FEF), que permitia ao governo remanejar 20% da arrecadação de impostos, inclusive retirando verbas dos setores de saúde e educação

Em junho de 1996, votou a favor da criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que substituiu o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF), tributo de 0,2% sobre transações bancárias criado originariamente como fonte complementar de recursos para a saúde. Também em 1996 integrou a Comissão de Agricultura e Política Rural.

Em janeiro e fevereiro de 1997 votou a favor da emenda constitucional do deputado Mendonça Filho (PFL-PE), que permitia a reeleição dos governadores, prefeitos e presidente da República, sem a necessidade de desincompatibilização dos cargos ocupados.

 Em novembro seguinte posicionou-se favoravelmente à quebra da estabilidade dos servidores públicos, item da proposta de reforma administrativa encaminhada pelo governo federal, que permitia a demissão de servidores públicos por mau desempenho ou por excesso de gastos com a folha de pagamento. No mesmo ano, integrou a Comissão de Meio Ambiente e Minorias, na qual permaneceu durante todo o ano seguinte.

Candidatou-se a um novo mandato pela legenda do PSDB, em outubro de 1998, obtendo uma suplência. Em novembro, votou a favor do teto de 1.200 reais para aposentadorias no setor público e do estabelecimento de uma idade mínima e de um tempo mínimo de contribuição para o setor privado, itens considerados fundamentais pelo governo federal para a reforma da previdência. Deixou a Câmara dos Deputados em janeiro de 1999, ao final da legislatura.

Retornou à Câmara em 29 de setembro de 1999, onde exerceu o mandato até 15 de fevereiro de 2000, mas dias depois reassumiu o cargo com o novo afastamento do titular da vaga. Deixou a Casa em 8 de novembro desse mesmo ano.

Casou-se com Tânia Martins Góis Ribeiro, com quem teve duas filhas.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1995-1999); Estado de S. Paulo (28/11/97); Folha de S. Paulo (14/1/96, 30/1/97, 29/9 e 6/11/98); Globo (29/1/97); TRIB. SUP. ELEIT. Dados (1998, 2009).

 

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