ADILSON BENEDITO MALUF

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Nome: MALUF, Adilson
Nome Completo: ADILSON BENEDITO MALUF

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
MALUF, ADÍLSON

MALUF, Adílson

*dep. fed. SP 1993.

 

Adílson Benedito Maluf nasceu em Piracicaba (SP) no dia 28 de junho de 1944, filho de Hilde Maluf e de Olinda Issa Maluf.

Fez os estudos universitários na Escola de Engenharia de Taubaté (SP), graduando-se em engenharia civil no ano de 1969.

Iniciou sua atividade partidária em 1972, filiando-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), agremiação política que abrigava a oposição legal ao regime militar instaurado no país em abril de 1964. Por esse partido, elegeu-se prefeito de Piracicaba nas eleições realizadas em novembro de 1972. Em 1973, realizou uma viagem oficial aos Estados Unidos, visando atrair investimentos para o município. Concluiu o mandato no início de 1977 e três anos depois — em virtude da aprovação do fim do bipartidarismo pelo Congresso Nacional em novembro de 1979 — foi um dos fundadores do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), criado para substituir o MDB.

No pleito de novembro de 1982, reelegeu-se prefeito de Piracicaba na legenda do PMDB, sendo empossado no início do ano seguinte. Em 1985, fez uma viagem de intercâmbio cultural à cidade irmã de Piracicaba, Sung-Nan, localizada na Coréia do Sul, e outra à China, como convidado do governo desse país para conhecer o regime político ali instalado. Em dezembro de 1988, terminou seu segundo mandato na prefeitura de Piracicaba.

Em outubro de 1990, candidatou-se a uma cadeira na Câmara, na legenda do PMDB, obtendo apenas uma suplência. Com a saída de Luís Carlos Santos para assumir a Secretaria de Energia Elétrica e Saneamento do Estado de São Paulo no governo de Luís Antônio Fleury Filho (1991-1995) e a impossibilidade de assumir de Antônio Tito Costa e de Frederico Pollo Muller, Adílson Maluf tomou posse na Câmara em 7 de abril de 1993. Participou dos trabalhos legislativos como membro titular da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público e como suplente das comissões de Economia, Indústria e Comércio e de Finanças e Tributação e da comissão especial sobre a seca no Nordeste e o atendimento às populações atingidas. Foi  um dos oitenta e sete deputados que  votaram  contra o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF) na Câmara. Com o retorno de Alberto Goldmann, Adílson Maluf deixou a Câmara em 21 de dezembro de 1993.

Concorreu, pelo PMDB, a um novo mandato no pleito de outubro do ano seguinte, obtendo apenas uma suplência. Passou a trabalhar como engenheiro na sua firma Maluf Engenharia e Consultoria Ltda.

Em outubro de 1998, candidatou-se a uma cadeira na Assembléia Legislativa de São Paulo, na legenda do Partido Progressista Brasileiro (PPB), não logrando êxito.

Em 2007 presidia o Esporte Clube XV de Novembro de Piracicaba.

Casou-se com Rosa Maria Bologna Maluf, com quem teve dois filhos.

Publicou Piracicaba: passado e presente (1989).

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1991-1995); CÂM. DEP. Relação de suplentes (1991-1995); Estado de S. Paulo (8/10/98); INF. FAM.; TRIB. SUP. ELEIT. Dados (1998); Boletim Informativo do XV de Piracicaba – Em Campo (20/5/07).

 

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