ANTONIO ROMERO FILHO

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Nome: ROMERO FILHO
Nome Completo: ANTONIO ROMERO FILHO

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
ROMERO FILHO

ROMERO FILHO

*dep. fed. PR 1991-1995.

Antônio Romero Filho nasceu em Sertanópolis (PR) no dia 9 de janeiro de 1943, filho de Antônio Romero e de Ermelinda Bergamasco.

Tendo cursado segundo grau no Colégio Mário de Andrade, em Londrina (PR), exerceu a profissão de corretor de imóveis e pecuarista.

Em 1974 filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime militar, sendo eleito deputado estadual no pleito de novembro de 1978. Empossado em janeiro do ano seguinte, integrou as comissões de Habitação, de Segurança, de Terras, Imigração e Colonização, de Saúde Pública, de Turismo e de Defesa do Consumidor. Nesse período, com a extinção do bipartidarismo e a conseqüente reformulação partidária em 29 de novembro de 1979, ingressou no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).

Nas eleições municipais de novembro de 1982, candidatou-se à prefeitura de Umuarama (PR), na legenda do PMDB. Eleito, encerrou seu mandato de deputado estadual na Assembléia Legislativa e iniciou o de prefeito em janeiro do ano seguinte. Durante sua administração, realizou diversas obras entre as quais a construção do Centro Cultural de Umuarama, de três ginásios de esportes e três conchas cobertas, centros e postos de saúde, creches e escolas; a implantação do Parque Industrial II e de duas usinas de açúcar; a urbanização da área central da cidade; e a aquisição de 60 alqueires de terra para a implantação da escola técnica agrícola federal.

Depois de cumprir o mandato de prefeito até 1988, no pleito de outubro de 1990, elegeu-se deputado federal por seu estado, na legenda do PMDB. Empossado em janeiro do ano seguinte, integrou, nesse mesmo ano, a Comissão de Economia, Indústria e Comércio.

Na sessão da Câmara dos Deputados de 29 de setembro de 1992, votou a favor da abertura do processo de impeachment do presidente Fernando Collor de Melo, acusado de crime de responsabilidade por ligações com o esquema de corrupção liderado pelo ex-tesoureiro de sua campanha presidencial Paulo César Farias. Afastado da presidência após a votação na Câmara, Collor renunciou ao mandato em 29 de dezembro de 1992, horas antes da conclusão do processo pelo Senado, que decidiu pelo seu impedimento. Foi então efetivado na presidência da República o vice Itamar Franco, que já exercia o cargo interinamente desde 2 de outubro.

No pleito de outubro de 1992, voltou a eleger-se prefeito de Umuarama pelo Partido Social Trabalhista (PST), renunciando ao seu mandato de deputado federal para assumir a prefeitura da cidade em 1º de janeiro do ano seguinte. Exerceu a prefeitura de Umuarama até 1996, não se candidatando à reeleição.

 Após o término de seu mandato frente à prefeitura de Umuarama radicou-se em Maringá, no norte do estado, onde exerceu atividades profissionais e passou a atuar em diversas associações de classe dos contabilistas. A partir de 1996 foi diretor e, posteriormente, membro do conselho fiscal da Associação Profissional Intermunicipal dos Contabilistas da Região de Maringá e do Sindicato dos Contabilistas de Maringá concluindo seus mandatos em 2008. Nesse período atuou também junto à direção do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado do Paraná (Sescap).

   Casou-se com Maria do Carmo Naves Romero com quem teve três filhos.

 

FONTES: CÂM.DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1991-1995); Folha de S. Paulo (18/9/94); Perfil parlamentar/Istoé;  http://www.sescap-pr.org.br/ (acesso em 06/12/2009); http://www.sincontabil.com.br/ (Acesso em 06/12/2009).

 

 

 

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