BARROS, Sérgio

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Nome: BARROS, Sérgio
Nome Completo: BARROS, Sérgio

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:

BARROS, Sérgio

*dep. fed. AC 1999-2003.

           

Sérgio Sebastião de Barros nasceu em Leme (SP) no dia 9 de fevereiro de 1952, filho de Antenor de Barros e de Iracema Pereira Goulart de Barros.

Em 1972 iniciou o curso de engenharia na Faculdade Paulista de Pirassununga (FAP), formando-se engenheiro agrimensor em 1975. Ainda na FAP, cursou engenharia de avaliações e perícias em 1975, e técnicas de construções de edifícios em 1977.

Ainda em 1977 mudou-se para Rio Branco, capital do estado do Acre, fez o curso de aperfeiçoamento em pavimentação na Universidade Federal do Amazonas e iniciou carrreira docente na Universidade Federal do Acre (UFAC). Foi engenheiro agrimensor e presidente da Comissão Permanente de Licitação de Serviços e Obras do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), de 1977 a 1980, e membro do conselho diretor da Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco, em 1979 e 1980. Nesse período, fez os cursos de especialização em aerofotogrametria aplicada a recursos naturais na Universidade do Estado de São Paulo (Unesp), em 1979, e em ciências geodésicas na Universidade Federal do Paraná, em 1980. De 1980 a 1983 foi engenheiro e responsável técnico na Construções e Topografia BASEVI, de 1980 a 1982 foi diretor social da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos do Estado do Acre, e em 1982 cursou também engenharia econômica na UFAC.

A partir de 1983, tornou-se sócio-gerente e responsável técnico da Asserplan Engenharia e Consultoria, empresa que prestava serviços para a Fundação Nacional do Índio (Funai), incluisve em demarcação de terras. Foi ainda conselheiro do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Acre de 1983 a 1986. Nesses dois anos recebeu o diploma de serviços relevantes prestados à nação conferido pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. Ainda em 1986 fez o curso de cartografia na Amazônia, ministrado pelo Ministério do Exército e a UFAC, e ingressou na política, filiando-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). Em 1992 foi coordenador e responsável técnico pela medição e demarcação com mapeamento das terras indígenas ianomâmis nos estados de Roraima e Amazonas, para a Funai. Também participou da implantação de projetos de colonização e reforma agrária nos estados do Acre e Roraima. Em 1994 aposentou-se na UFAC.

Nas eleições de 1998, foi eleito deputado federal pelo Acre na legenda do PDT. Iniciou mandato em fevereiro do ano seguinte, e pouco depois transferiu-se para o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Em 1999 e 2000 foi membro titular da Comissão da Agricultura e Política Rural e foi enviado como representante da Câmara dos Deputados a encontros internacionais relativos à Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), e aos temas de desenvolvimento e sustentabilidade, extrativismo, agricultura e florestas. Em 2000, votou com outros congressistas da chamada “bancada ruralista” a favor do encaminhamento de projeto de lei para a modificação do Código Florestal. Foi ainda membro da Comissão de Viação e Transportes (2000-2001), terceiro vice-presidente da Comissão de Economia, Indústria e Comércio (2001-2002) e membro da Comissão da Amazônia e de Desenvolvimento Regional (2002). Participou também de comissões especiais, entre as quais a do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia Ocidental e a do Estatuto da Terra, e das comissões parlamentares de inquérito (CPIs) relativas à atuação do Ibama, à crise no setor produtivo da borracha e à ocupação de terras públicas na Região Amazônica. Deixou ao Câmara ao final do mandato, em janeiro de 2003.

 

FONTES: Portal da Câmara dos Deputados. SILEG – Deputados Novos. Disponível em: <http://www.camara.gov.br/internet/deputado/DepNovos_Detalhe.asp?id=99724&leg =51>. Acesso em: 6 nov. 2009; Portal da Transparência nos Recursos Públicos Federais. Disponível em: <http://www.portaldatransparencia.gov.br/Portal Compras Di retas>. Acesso em: 16  nov. 2009.

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