DAIL DO CARMO GUIMARAES DE ALMEIDA

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Nome: ALMEIDA, Dail de
Nome Completo: DAIL DO CARMO GUIMARAES DE ALMEIDA

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
ALMEIDA, DAIL DE

ALMEIDA, Dail de

*dep. fed. RJ 1967-1975 e 1976-1979.

 

Dail do Carmo Guimarães de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, em 16 de julho de 1918, filho de Raul Stein de Almeida e de Daidra Teresa Guimarães de Almeida.

Bacharelou-se pela Faculdade de Direito de Niterói em 1943. Professor do Colégio Salesiano Santa Rosa desde 1938, depois de formado passou a ensinar na Escola de Serviço Social e na Faculdade de Ciências Econômicas de Niterói.

Um dos fundadores do Partido Democrata Cristão (PDC) no estado do Rio, elegeu-se deputado estadual nessa legenda no pleito de 3 de outubro de 1954. Foi reeleito para o mesmo cargo nas eleições de 1958 e de 1962. Na Assembléia Legislativa, exerceu a liderança do PDC de 1955 a 1964.

Com a extinção dos partidos políticos pelo Ato Institucional nº 2 (27/10/1965) e a posterior instauração do bipartidarismo, filiou-se à Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido de apoio ao regime militar instaurado no país em abril de 1964. De 1965 a 1966, durante o governo Paulo Torres, foi secretário do Interior e Justiça do estado do Rio de Janeiro.

No pleito de novembro de 1966, foi eleito deputado federal pelo estado do Rio na legenda da Arena. Durante a legislatura que se iniciou em fevereiro de 1967 e terminou em janeiro de 1971, foi vice-líder da maioria e membro da Comissão de Economia da Câmara dos Deputados. Reeleito em novembro de 1970 para a legislatura seguinte, de fevereiro de 1971 a janeiro de 1975, foi primeiro-secretário da Câmara em 1974.

Nas eleições de novembro de 1974, tentou ser reconduzido à Câmara Federal, mas obteve apenas a primeira suplência. Permaneceu em Brasília, lecionando sociologia no Instituto Superior de Estudos Femininos. Com a morte de José Sally, em março de 1976 foi convocado para integrar a bancada de seu partido, na qual permaneceu até o fim da legislatura (31/1/1979).

Disputou o pleito de 1978, obtendo novamente uma suplência. Com a extinção do bipartidarismo em 29 de novembro de 1979 e a conseqüente reformulação partidária, filiou-se ao partido governista, o Partido Democrático Social (PDS), agremiação que substituiu a Arena.

Foi membro do Conselho Universitário da Universidade Federal Fluminense, do Conselho Estadual de Educação da Academia Fluminense de Letras e da Fundação Oliveira Viana. Pertenceu também ao conselho técnico da Fundação Mílton Campos, órgão de pesquisas e estudos políticos da Arena.

Faleceu no dia 29 de janeiro de 1990.

Era casado com Maria Coeli Felício dos Santos de Almeida, com quem teve sete filhos.

Publicou Imortais (estudo histórico-biográfico, 1940), D. Pedro I (1941), Divórcio ou desquite (1956), Oliveira Viana e a cultura fluminense (1957) e Da ordem econômica na Constituição brasileira de 1946.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertórios (1967-1971, 1971-1975); CÂM. DEP. Relação nominal dos senhores; Jornal do Brasil (11/5/76); NÉRI, S. 16; Perfil (1972); Política; RIBEIRO FILHO, J. Dic.; TRIB. SUP. ELEIT. Dados (9).

 

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