DALILA EUGENIA MARANHAO DIAS FIGUEIREDO

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Nome: FIGUEIREDO, Dalila
Nome Completo: DALILA EUGENIA MARANHAO DIAS FIGUEIREDO

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
FIGUEIREDO, DALILA

FIGUEIREDO, Dalila

*dep. fed. SP 1997-1998.

Dalila Eugênia Maranhão Dias Figueiredo nasceu em São Luís no dia 14 de outubro de 1949, filha de Gregório Rodrigues Dias e de Maria da Conceição Maranhão Dias.

Radicada em São Paulo, formou-se em biologia na Universidade de Mogi das Cruzes (SP) e em pedagogia na Universidade de Guarulhos (SP), ambos em 1973, e lecionou em escolas da rede pública do estado de São Paulo. Em 1980, Dalila Figueiredo começou a estudar serviço social da Faculdade da Zona Leste na capital paulista, formando-se três anos depois. Foi então admitida como assistente social pela Prefeitura de Guarulhos. Formada em direito pelas Faculdades Integradas de Guarulhos em 1986, especializou-se na área criminal, sendo nomeada para a Defensoria Pública do Estado de São Paulo. Na Faculdade Paulista de Medicina, cursou pós-graduação em algas e fungos patogênicos.

Iniciou sua carreira política em 1992, quando era membro do Conselho de Defesa da Criança e do Adolescente em Guarulhos. Filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), em cuja legenda elegeu-se vereadora naquele município em outubro do mesmo ano.

Empossada em janeiro de 1993, ainda no primeiro ano de mandato trocou o PDT pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Até 1994, participou como titular das comissões de Educação, Cultura e Assistência Social e de Higiene e Saúde Pública e presidiu a Comissão de Justiça e Redação e a Comissão do Meio Ambiente e Qualidade de Vida. Candidata a deputada federal na legenda do PSDB em outubro de 1994, conseguiu uma suplência. Com isso, permaneceu no Legislativo municipal, participando das comissões de Educação e de Orçamento.

Integrante do diretório municipal do PSDB, Dalila também liderou a bancada do partido na Câmara de Guarulhos. Completou seu primeiro mandato em dezembro de 1996 e em 3 de janeiro de 1997 tomou posse na Câmara dos Deputados na vaga deixada por Emanuel Fernandes, que se elegera prefeito de São José dos Campos (SP). Em janeiro/fevereiro de 1997 votou a favor da emenda da reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos e, em novembro, da quebra da estabilidade do servidor público, item da reforma administrativa.

Como representante da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados viajou a São Paulo, em maio, para apurar o processo de desocupação do Conjunto Habitacional Juta 2 pela Polícia Militar, que resultara na morte de três pessoas; e, em agosto, visitou brasileiros detidos em prisões no Paraguai. Além de verificar a condição dos presos, a comissão foi investigar denúncias de violação de direitos de emigrantes e de prostituição de meninas brasileiras em boates paraguaias.

Ainda em 1997 fundou e presidiu a Associação Brasileira de Defesa da Mulher, da Infância e da Juventude (ASBRAD)

Deixou o Legislativo em 1º de abril de 1998, quando Antônio Kandir reassumiu seu mandato. Em outubro, candidatou-se a uma cadeira na Câmara dos Deputados na legenda do PSDB, mas não se elegeu. Ainda atuou como vice-presidente da Associação Guarulhense de Amparo ao Menor de 1991 a 1998.

No pleito de 2002 candidatou-se a deputada estadual pelo Partido Popular Socialista (PPS), no entanto não obteve êxito.

Dalila Figueiredo presidiu, entre outras, as comissões organizadoras do I, II e III fóruns da Mulher, do I e II seminários de Estudos da Realidade de Meninos e Meninas de Rua e do I, II e III fóruns de Estudos da Realidade dos Povos Islâmicos. Foi também conselheira do Conselho Estadual da Condição Feminina (CECF), órgão colegiado criado em 1983, no mandato do Governador Franco Montoro, em São Paulo.

Casou-se com José Carlos Polachini Figueiredo, com quem teve quatro filhos.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1995-1999); Estado de S. Paulo (27/8/97, 8/10/98); Folha de S. Paulo (30/1 e 23/5/97; 5/2/98); Portal da ASBRAD; TRIB. SUP. ELEIT. Dados (1998, 2002).

 

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