EDIVALDO DE HOLANDA BRAGA

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Nome: HOLANDA, Edivaldo
Nome Completo: EDIVALDO DE HOLANDA BRAGA

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
HOLANDA, EDIVALDO

HOLANDA, Edivaldo

*const. 1988; dep. fed. MA 1988.

 

Edivaldo de Holanda Braga nasceu em Antenor Navarro (PB) no dia 31 de dezembro de 1946, filho de Linésio de Holanda Cavalcanti e de Honorina de Holanda Braga.

Iniciou a carreira política filiando-se à Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido de sustentação do regime militar instaurado no país em abril de 1964, sob cuja legenda elegeu-se vereador de São Luís em novembro de 1976. Presidente da Comissão de Justiça e da própria Câmara Municipal, com o fim do bipartidarismo em novembro de 1979, e a conseqüente reorganização do quadro partidário, filiou-se no ano seguinte ao Partido Democrático Social (PDS), sucessor da Arena. Em virtude da prorrogação dos mandatos para que todas as eleições se realizassem no mesmo período, Edivaldo Holanda ganhou mais dois anos no Legislativo da capital maranhense.

Em novembro de 1982 elegeu-se deputado estadual. Líder do governo na Assembléia Legislativa, compôs a bancada do Maranhão que participou do Colégio Eleitoral reunido em 15 de janeiro de 1985. Edivaldo Holanda votou no candidato da oposição, Tancredo Neves, eleito pela Aliança Democrática, uma união dos partidos de oposição, com exceção do Partido dos Trabalhadores (PT), liderados pelo PMDB, com a dissidência do Partido Democrático Social (PDS) abrigada na Frente Liberal. Doente, Tancredo Neves não chegou a ser empossado, vindo a falecer em 21 de abril de 1985. Seu substituto foi o vice José Sarney, que já vinha exercendo o cargo interinamente, desde 15 de março deste ano.

Com o surgimento do Partido da Frente Liberal (PFL) em janeiro de 1985, Holanda filiou-se à nova legenda, licenciando-se da Assembléia em março seguinte para assumir o cargo de secretário-chefe da Casa Civil do governo de Luís Rocha (1983-1987). Desincompatibilizou-se do cargo em maio de 1986, concorrendo a uma cadeira na Câmara dos Deputados no pleito de novembro. Tendo obtido a primeira suplência, e já filiado ao Partido Liberal (PL), assumiu o mandato na vaga de Sarney Filho (PFL-MA), exercendo-o de 5 de maio a 22 de agosto de 1988. Licenciado para concorrer à prefeitura de São Luís, deixou a vaga para o suplente Mauro de Alencar Fecury. Homologada a sua candidatura pelo PL, coligado ao Partido Democrata Cristão (PDC), em novembro de 1988 foi derrotado por Jackson Lago, candidato do Partido Democrático Trabalhista (PDT).

Em outubro de 1992, filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e como candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo deputado Jaime Santana, foi novamente derrotado por Conceição Andrade, do Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Assessor político da prefeitura da capital maranhense de janeiro a março de 1993, foi nomeado para a presidência do Instituto de Previdência do Município e, em março de 1994, para a Secretaria de Governo, onde permaneceu até o término da gestão de Conceição Andrade, em 1º de janeiro de 1997. Afastando-se temporariamente da política, abriu um  franchising de comida nordestina em São Luís.

            Em outubro de 2004, candidatou-se novamente à prefeitura de São Luís, desta feita pelo Partido Trabalhista Cristão (PTC). Com apenas 3,03% dos votos válidos, não conseguiu se eleger no pleito vencido por Tadeu Palácio, do PDT.

            Candidato pela segunda vez ao Legislativo estadual nas eleições de outubro de 2006, Edivaldo Holanda foi eleito deputado pelo PTC com 14.023 votos, sendo empossado no cargo em fevereiro seguinte.        

Evangélico e cantor gospel, foi também presidente do PTC maranhense. Graduou-se em direito pela Universidade Federal do Maranhão (Ufma) e em administração pública governamental, pela Universidade de Coral Gable, na Flórida (Estados Unidos).

Casou-se com Vânia Jalila Atta de Freitas Braga, com quem teve dois filhos. Seu filho Edvaldo de Holanda Braga Filho foi eleito vereador em São Luís pelo PTC em outubro de 2008.

 

FONTES: ASSEMB. NAC. CONST. Repertório (1987-1988); COELHO, J. & OLIVEIRA, A. Nova; Globo (16/1/85); INF. BIOG. Tribunal Superior Eleitoral (TSE).    

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