EUDORO GUILHERME ZACARIAS PEDROSA

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Nome: PEDROSA, Eudoro
Nome Completo: EUDORO GUILHERME ZACARIAS PEDROSA

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
PEDROSA, EUDORO

PEDROSA, Eudoro

*dep. fed. TO 1996.

Eudoro Guilherme Zacarias Pedrosa nasceu em Goiânia no dia 24 de março de 1941, filho de Santino Lira Pedrosa e de Josefina Zacarias Pedrosa.

Advogado, comerciante e pecuarista, iniciou suas atividades políticas no movimento estudantil de Goiás, tendo sido vice-presidente da União Goiana dos Estudantes Secundaristas em 1959. Após ingressar na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, no início da década de 1960, continuou sua atividade política no movimento estudantil e presidiu o Centro Acadêmico XI de Maio entre 1962 e 1963. Bacharelou-se em 1965.

Proprietário desde 1973 de duas fazendas nos municípios de Araguacema e Paraíso de Goiás, então estado de Goiás, tornou-se sócio, em 1974, da Cooperativa Agropecuária do Norte do Estado de Goiás e membro do Sindicato Rural de Paraíso do Tocantins. Foi ainda diretor (1975-1977) e vice-presidente (1977-1979) da Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás. Filiado na década de 1970 ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime militar instalado no país em abril de 1964, com o fim do bipartidarismo, em novembro de 1979, ingressou no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), agremiação que sucedeu ao MDB.

Ainda em 1979, foi eleito presidente da Federação das Associações Comerciais e Industriais do Estado de Goiás, aí permanecendo até 1981. Nesse mesmo período, presidiu a ACIEG. Em 1987, fundou em Paraíso do Tocantins a firma Padibel, da qual tornou-se diretor-comercial.

Com a criação do estado do Tocantins em 1988, a partir do desmembramento do norte do estado de Goiás autorizado pela Assembléia Nacional Constituinte, disputou uma vaga, em outubro, para a Assembléia Legislativa do recém-criado estado para um mandato-tampão de 1989 até 1991. A criação de Tocantins recebeu o apoio da União Democrática Ruralista (UDR), entidade criada para defender os interesses dos latifundiários e combater a reforma agrária.

Eleito, foi primeiro-secretário da mesa da Assembléia Constituinte de Tocantins. Reeleito em outubro de 1990, foi empossado em fevereiro do ano seguinte, mas se licenciou do mandato ainda em 1991 para assumir a Secretaria de Governo do estado, na gestão do governador Moisés Avelino. No mesmo ano, tornou-se conselheiro do Serviço Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa (Sebrae) de Tocantins.

Retornando à Assembléia Legislativa em 1992, foi membro das comissões de Agricultura e Constituição e Justiça. Em 1993 fundou a Fábrica de Refrigerantes Amazonas.

Em 1994 disputou uma vaga para a Câmara dos Deputados, obtendo apenas uma suplência. No ano seguinte foi eleito vice-presidente do diretório regional do PMDB e, em 1996, veio a assumir o mandato. Integrou na Câmara a Comissão de Constituição e Justiça e de Redação e as comissões especiais sobre o projeto de emenda constitucional que assegurava o mandato parlamentar aos vices e sobre o sistema financeiro nacional e de fiscalização financeira e controle. Em outubro seguinte, deixou a Câmara, uma vez que Freire Júnior reassumiu seu assento de titular.

Não se candidatou a cargo eletivo no pleito de outubro de 1998 e tampouco nas eleições seguintes. Membro da executiva do PMDB, Pedrosa foi nomeado secretário da Indústria e Comércio do Tocantins em 31 de janeiro de 2006, no governo de Marcelo Miranda (PMDB). Permaneceu à frente da secretaria até setembro de 2009, quando Miranda teve seu mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder político e econômico.

Casou-se com Maria Suelena Pinheiro e Pedrosa, com quem teve três filhas.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1995-1999); SGM-COMPI (1999). INTERNET.  Portal Conexão Tocantins disponível em www.conexaoto.com.br/, acessado em 12/10/09; Portal Tocantins noticia disponível em www.tocantinsnoticia.com.br/, acessado em 12/10/09.

 

 

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