FLAVIO CASTRIOTO DE FIGUEIREDO E MELO

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Nome: CASTRIOTO, Flávio
Nome Completo: FLAVIO CASTRIOTO DE FIGUEIREDO E MELO

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
CASTRIOTO, FLÁVIO

CASTRIOTO, Flávio

*magistrado; dep. fed. RJ 1951-1955.

 

Flávio Castrioto de Figueiredo e Melo nasceu em Niterói no dia 20 de janeiro de 1913, filho de Henrique Castrioto de Figueiredo e Melo e de Olga de Almeida Castrioto de Figueiredo e Melo. Seu pai, magistrado e professor, foi prefeito de Niterói em 1923. Seu bisavô materno, Carlos Frederico Castrioto, além de deputado geral e ministro da Marinha no Império, ocupou uma cadeira no Senado em 1894.

Flávio Castrioto estudou no Ginásio Bittencourt da Silva e na Faculdade de Direito do Estado do Rio de Janeiro, sempre em Niterói, bacharelando-se em 1935.

Foi curador de menores, curador de órfãos e ausentes, juiz da 1ª Vara Cível de Niterói e procurador da Fazenda Federal do estado do Rio de 1941 a 1945. Em 1946, foi nomeado prefeito de Petrópolis (RJ) e, no ano seguinte, eleito para o mesmo cargo, no qual permaneceu até 1951.

No pleito de outubro de 1950, elegeu-se deputado federal pelo estado do Rio na legenda do Partido Social Progressista (PSP), assumindo o mandato em fevereiro do ano seguinte. Na Câmara, integrou as comissões técnicas de Diplomacia e de Serviço Público, e as comissões especiais de Direito de Greve e de Rádio, Cinema e Teatro.

Em 1954, foi novamente eleito prefeito de Petrópolis, deixando a Câmara em janeiro de 1955 para assumir o cargo no mês seguinte. Depois de permanecer na prefeitura até 1959, foi designado representante do Lóide Brasileiro em Buenos Aires, cargo que ocupou até 1960. De volta ao Brasil, foi presidente da Companhia Nacional de Álcalis até 1962.

Eleito mais uma vez prefeito de Petrópolis em 1962, retornou no ano seguinte ao governo daquele município fluminense, onde permaneceu até 1966, quando foi atingido pelo Ato Institucional nº 2 (27/10/1965) com a cassação do mandato e a suspensão dos direitos políticos, juntamente com o vice-prefeito Rubens Bontempo. Recolheu-se então aos negócios privados, fixando residência em Petrópolis.

Flávio Castrioto tornou-se membro da Academia Petropolitana de Letras, do Instituto Histórico de Petrópolis, da Associação Brasileira de Imprensa e colaborador do Jornal de Petrópolis, sendo um de seus editorialistas.

Faleceu em Petrópolis no dia 4 de abril de 1988, vitimado pelo câncer.

Era casado com Mavys Louise Castrioto de Figueiredo e Melo, com quem teve três filhos, e posteriormente com Heloísa Castrioto de Figueiredo e Melo, com quem teve um filho.

Publicou Discursos e conferências de Henrique Castrioto.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados; CÂM. DEP. Relação dos dep.; CISNEIROS, A. Parlamentares; INF. FAM. JORGE CASTRIOTO; Jornal do Brasil (8/2/81); SOARES, E. Prefeitura; SOC. BRAS. EXPANSÃO COMERCIAL. Quem; TRIB. SUP. ELEIT. Dados (2).

 

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