FONSECA, Juvêncio da

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Nome: FONSECA, Juvêncio da
Nome Completo: FONSECA, Juvêncio da

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
Mandato
FONSECA, Juvêncio da
*sen. MS 1999-2007.
 
Juvêncio César da Fonseca nasceu em Campo Grande, então estado do Mato Grosso, no dia  21 de setembro de 1935.
Formado em advocacia, iniciou sua carreira política como vereador da Câmara Municipal de Campo Grande pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), em novembro de 1982. Dois anos depois, candidatou-se com êxito a prefeito da capital de Mato Grosso do Sul pela legenda pemedebista e foi empossado no início do ano seguinte. Posteriormente, reelegeu-se no pleito de outubro de 1992 e concluiu o mandato em dezembro de 1996.

Em outubro de 1998, foi eleito senador por Mato Grosso do Sul na legenda do Partido da Frente Liberal (PFL). Iniciou o mandato em fevereiro de 1999 e integrou, na qualidade de titular, a Comissão do Senado de Combate à Pobreza. Em setembro de 2001, de volta ao PMDB, foi eleito presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado. No mês anterior, já tinha sido indicado 3o vice-líder do PMDB no Senado, cargo que ocuparia até março de 2003.

  Nesse mesmo mês, o Ministério Público Federal pediu ao Superior Tribunal Federal (STF) a instauração de um inquérito para apurar o envolvimento de Juvêncio da Fonseca em um superfaturamento de uma obra e desvio de recursos, na época em que foi prefeito de Campo Grande pela segunda vez, nos anos de 1993 a 1995. Seu nome estava associado a supostos pagamentos de verbas em “proporção superior” ao valor real de um trecho da obra de construção do anel viário de Campo Grande, a cargo da empreiteira Companhia Brasileira de Projetos e Obras (CBPO). Na ocasião da denúncia, Juvêncio da Fonseca já tinha sido designado responsável pela condução de um eventual processo de cassação de mandato do senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA).

Ainda em março de 2003, foi designado 1o vice-líder do PMDB no Senado Federal, permanecendo no cargo até setembro seguinte, quando se desligou da legenda pemedebista e se filiou ao Partido Democrático Trabalhista (PDT).

Ao longo do ano de 2003,  integrou como titular as comissões da Criança, do Adolescente e da Juventude; de Exploração Sexual; da Reforma Agrária e dos  Transgênicos. No ano seguinte, tomou parte da Comissão de Reforma do Judiciário (suplente), e, em 2005, assumiu a presidência da Comissão dos Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, cargo que lhe permitiu enfocar a causa indígena em seu estado. Nesse sentido, elaborou uma série de denúncias relativas às condições precárias da vida indígena e ao descaso do governo, sobretudo no que diz respeito à situação das crianças que apresentavam altos índices de fome e desnutrição. Ainda nesse ano, foi suplente de duas Comissões Parlamentares Mistas de Inquérito (CPMI): Compra de Votos e dos Correios. Em 2006, foi titular da CPMI das Ambulâncias e suplente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos.

Em outubro de 2005, desfiliou-se do PDT e ingressou no Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Por sua nova legenda, tornou-se 1o vice-líder do Bloco Liderança Parlamentar da Minoria, entre maio de 2006 e o final do seu mandato. No pleito de outubro de 2006, não disputou a reeleição e deixou o Senado em janeiro de 2007, ao término da legislatura.
Em 2008, tornou-se assessor especial do governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, do PMDB.
Casou-se com Sueli Brandão.
 
FONTES: Portal da Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul (www.al.ms.gov.br); Portal do Senado Federal (www.senado.gov.br).




 

 


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