FRANCISCO VANDERLEI DANTAS

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Nome: DANTAS, Vanderlei
Nome Completo: FRANCISCO VANDERLEI DANTAS

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
DANTAS, Vanderlei

DANTAS, Vanderlei       

*dep. fed.  AC 1963-1971; gov.  AC 1971-­1975.

 

Francisco Vanderlei Dantas nasceu em Porto Acre (AC) no dia 22 de outubro de 1932, filho do coronel Sebastião Gomes Dan­tas - um dos oficiais ligados a Plácido de Cas­tro na conquista do Acre - e de Maria Cândi­da Vanderlei Dantas.

Bacharel em filosofia, ciências e letras, for­mou-se em geografia e história pela Universi­dade do Brasil, no Rio de Janeiro.  Professor e técnico de educação do Ministério da Educa­ção e Cultura (MEC), além de assistente do di­retor-geral do Departamento Nacional de Edu­cação, colaborou no Plano Nacional para a Er­radicação do Analfabetismo (1957-1962), foi assistente técnico do Sistema Rádio-Educativo Nacional (Sirena) em 1959 e representou o MEC em viagens de inspeção aos estados.  Par­ticipou ativamente também da campanha para a transformação do então território do Acre em estado, o que enfim se concretizou em ju­nho de 1962.

No pleito de outubro desse ano, elegeu-se primeiro-suplente de deputado federal pelo novo estado na legenda do Partido Social De­mocrático (PSD), exercendo diversas vezes o mandato na legislatura de 1963-1967. Em conseqüência da extinção dos partidos políti­cos pelo Ato Institucional nº. 2 (27/10/1965) e da posterior instauração do bipartidarismo, filiou-se em 1966 à Aliança Renovadora Na­cional (Arena), agremiação governista em cuja legenda reelegeu-se deputado federal, em no­vembro do mesmo ano.

Em outubro de 1970, indicado pelo presi­dente da República, general Emílio Garrasta­zu Médici, foi eleito governador do Acre pela Assembléia Legislativa do Estado, deixando a Câmara em janeiro do ano seguinte para assumir a chefia do Executivo estadual em março, permanecendo no cargo até março de 1975.

No pleito de novembro de 1978 elegeu-se suplente do senador Jorge Kalume na legenda da Arena. Com a extinção do bipartidarismo em novembro de 1979 e a conseqüente refor­mulação partidária, filiou-se no ano seguinte ao Partido Demo­crático Social (PDS), agremiação governista que substituiu a Arena.

Faleceu em Brasília no dia 24 de maio de 1982.

Era casado com Leila Ribas Vanderlei Dantas, com quem teve duas filhas.

Publicou Palavras e ação; Problemas da borracha; Profissão de fé; Projeto Oeste e O estado do Acre e o desenvolvimento da Ama­zônia.

 

FONTES: CÂM.  DEP. Deputados; CÂM.  DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1967-1971); Encic. Mirador; NÉRI, S. 16; Perfil (1974); Súmulas; TRIB.  SUP.  ELEIT. Dados (6, 8 e 9); Veja (2/6/82).

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