JOAO DE SEGADAS VIANA

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Nome: VIANA, Segadas (João)
Nome Completo: JOAO DE SEGADAS VIANA

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
VIANA, SEGADAS (JOÃO)

VIANA, Segadas (João)

*militar; ch. Depto. Ger. Pess. Ex. 1960-1961; ch. Depto. Prov. Ger. Ex. 1960-1961; min. Guerra 1961-1962; ch. Depto. Prov. Ger. Ex. 1962-1963.

 

João de Segadas Viana nasceu no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, no dia 9 de novembro de 1899, filho de João Vieira de Segadas Viana e de Violeta Brandão de Segadas Viana. Seu irmão, José de Segadas Viana, foi constituinte pelo então Distrito Federal em 1946, deputado federal de 1946 a 1951, ministro do Trabalho de Getúlio Vargas de 1951 a 1953, novamente deputado federal até 1958 e ministro interino do Trabalho após a renúncia de Jânio Quadros até a posse do presidente João Goulart.

Cursou o primário e o secundário no Colégio Paula Freitas, em sua cidade natal, prestando exames de madureza no Colégio Pedro II. Em março de 1916 ingressou na Escola Politécnica — atual Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro —, onde cursou os dois primeiros anos. Sentou praça em maio de 1918 ao entrar para a Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro. Concluiu o curso em 1920, classificando-se em segundo lugar. Declarado aspirante-a-oficial da arma de infantaria em janeiro do mesmo ano, em maio seguinte foi promovido a segundo-tenente, passando então a servir no 3º Regimento de Infantaria (3º RI), sediado na Praia Vermelha, também na capital federal.

Em 5 de julho de 1922 irrompeu no Rio de Janeiro e em Mato Grosso um movimento de protesto da jovem oficialidade contra a eleição de Artur Bernardes à presidência da República e as punições impostas pelo governo de Epitácio Pessoa (1919-1922) aos militares, com o fechamento do Clube Militar e a prisão do marechal Hermes da Fonseca. Esse levante, que deu início ao ciclo de revoltas tenentistas na década de 1920, envolveu no Rio de Janeiro o forte de Copacabana, a Escola Militar e efetivos da Vila Militar e, em Mato Grosso, o contingente do Exército local.

Como comandante de um dos três pelotões do 2º Batalhão do 3º RI, Segadas Viana participou dos combates contra os revoltosos do forte de Copacabana. Cumprindo ordens do comandante do batalhão, Pedro Crisol Fernandes Brasil, deu início ao contra-ataque das forças legalistas aos rebeldes, os quais, depois do tiroteio, se encontravam quase todos mortos ou feridos. Por sua atuação no movimento, foi elogiado individualmente pelo presidente da República, Epitácio Pessoa. Promovido a primeiro-tenente em outubro de 1922, foi transferido para o 10º RI, com sede em Juiz de Fora (MG).

Em 5 de julho de 1924 irrompeu em Sergipe, no Amazonas e em São Paulo uma nova revolta tenentista, também conhecida como o Segundo 5 de Julho. Sufocada rapidamente naqueles dois primeiros estados, em São Paulo a revolta custou a ser dominada, pois os rebeldes, comandados por Isidoro Dias Lopes, ocuparam a capital por três semanas, deslocando-se em seguida para o interior. Segadas Viana esteve também em São Paulo com seu regimento, aí combatendo novamente os revoltosos. Terminado o movimento, regressou a Juiz de Fora.

Em outubro de 1924 eclodiu uma terceira revolta tenentista, dessa vez no Rio Grande do Sul, chefiada pelo capitão Luís Carlos Prestes. Segadas Viana, no comando da 4ª Companhia do 1º Batalhão do 10º RI, partiu outra vez de Juiz de Fora, em novembro, para combater os rebeldes. Transferido em dezembro do mesmo ano para o 8º Batalhão de Cavalaria, no Rio Grande do Sul, aí exerceu a função de comandante. Participou de várias ações militares, entre as quais o combate da Ramada (RS) e a perseguição dos rebeldes até Passo Borman (RS), na fronteira com Santa Catarina. Com o regresso do 8º Batalhão de Cavalaria a São Leopoldo (RS), encerrou sua participação nos combates e, em maio de 1925, regressou com seu regimento a Juiz de Fora. No mês anterior, com a junção no oeste do Paraná dos grupamentos tenentistas que se haviam sublevado em São Paulo e no Rio Grande do Sul, formara-se a Coluna Prestes, que percorreria o país até 1927.

Em outubro de 1925 foi transferido para o 1º RI da Vila Militar do Rio de Janeiro, onde exerceu a função de ajudante do 2º Batalhão. Em novembro, foi nomeado comandante do destacamento da ilha Grande (RJ), onde estavam presos 76 oficiais que haviam tomado parte nos movimentos revoltosos de 1922 e 1924. Permaneceu no comando desse destacamento até março de 1926, matriculando-se em seguida na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO), cujo curso concluiu nesse mesmo ano. Em janeiro de 1927 ingressou na Escola de Estado-Maior (EEM) do Exército, terminando o curso em dezembro de 1929. De janeiro a maio do ano seguinte estagiou na 1ª e na 4ª seções do Estado-Maior do Exército (EME), na capital federal, sendo ainda em maio nomeado auxiliar de instrutor de tática de infantaria da EsAO.

Com a eclosão da Revolução de 1930, Segadas Viana deixou essa escola ainda em outubro para ocupar o cargo de assistente do destacamento do general Manuel Cerqueira Daltro Filho, em operações contra as tropas rebeldes na fronteira do Rio de Janeiro com Minas Gerais. Após a deposição de Washington Luís, em 24 de outubro, e a vitória da revolução, regressou à EsAO, onde reassumiu suas funções de instrutor. Promovido a capitão em agosto de 1931, no ano seguinte, mantendo sua postura legalista, deixou novamente suas funções naquela escola para assumir a chefia do estado-maior do Destacamento Daltro Filho, que combateu a Revolução Constitucionalista irrompida em 9 de julho em São Paulo. Serviu junto a esse destacamento até dezembro de 1932, quando regressou ainda uma vez à EsAO.

Em 1933 foi nomeado instrutor de tática geral, exercendo essa função até dezembro do ano seguinte, quando foi transferido para o EME como adjunto da 1ª Seção. Promovido a major em setembro de 1936, foi removido para o 13º RI, sediado em Ponta Grossa (PR), no qual permaneceu até maio do ano seguinte, tendo aí exercido as funções de subcomandante e de fiscal administrativo.

Em virtude da crescente mobilização militar no sul do país, liderada pelo governador do Rio Grande do Sul, José Antônio Flores da Cunha, que vinha intensificando sua oposição à política do presidente da República Getúlio Vargas, foi organizado na fronteira de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul um destacamento de observação sob o comando do general Daltro Filho, a quem Segadas Viana permanecia ligado. Nomeado chefe da 3ª seção desse destacamento, Segadas Viana seguiu para Imbituba (SC), onde ficou até julho de 1937, dirigindo-se em seguida para Curitiba a fim de assumir a chefia da 2ª e 3ª seções do estado-maior da 5ª Região Militar (5ª RM)

Em setembro foi transferido para Porto Alegre como chefe da 3ª seção do estado-maior da 3ª RM, que passou a ser comandada por Daltro Filho, tendo este assumido também a função de executor do estado de guerra, quando essa medida foi mais uma vez decretada em outubro. Por ordem de Vargas, as autoridades militares apertavam assim o cerco em torno de Flores da Cunha. Segadas Viana participou ativamente dessas operações, que resultaram na renúncia de Flores da Cunha no dia 17 de outubro e em sua fuga para o exílio.

O governador gaúcho foi substituído por Daltro Filho, nomeado interventor no estado. Pouco depois, em 10 de novembro, era deflagrado o golpe que implantou o Estado Novo. Segadas Viana permaneceu como chefe da 3ª seção do estado-maior da 3ª RM até fevereiro de 1938, pouco depois da morte de Daltro Filho, que foi substituído na interventoria pelo tenente-coronel Osvaldo Cordeiro de Farias.

Em 11 de maio desse mesmo ano eclodiu no Rio de Janeiro o levante integralista, prontamente dominado, mas que incluiu o assalto ao palácio Guanabara, residência de Vargas, e cujas possibilidades de recidiva levaram à montagem de um esquema de vigilância, pois o integralismo tinha grande penetração nas forças armadas. Em virtude disso, Segadas Viana assumiu em 15 de maio o subcomando do Batalhão de Guardas, onde se esperava nova manifestação de indisciplina, permanecendo à frente dessa unidade até fevereiro de 1939.

Ainda nesse mês foi nomeado chefe da Inspetoria do 2º Grupo de Regiões Militares (2º GRM), participando como tal das inspeções efetuadas nas unidades com sede no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Permaneceu nesse posto até maio de 1940, quando foi promovido a tenente-coronel. De agosto seguinte a outubro de 1941 respondeu pelo comando do 19º Batalhão de Caçadores (19º BC), sediado em Salvador, ocupando interinamente o comando da 6ª RM, também com sede na capital baiana.

 

Na Itália

Em fins de 1939 teve início a Segunda Guerra Mundial. Afetado pelo torpedeamento de vários de seus navios mercantes, inclusive na própria costa, o Brasil, a princípio neutro, declarou guerra à Alemanha e a seus aliados em agosto de 1942. Nessa época, Segadas Viana foi transferido para o EME, onde assumiu a chefia da 1ª subseção da 3ª seção, que tinha a seu cargo o preparo das operações. Durante esse tempo o governo brasileiro começou a organizar a defesa do litoral, decidindo-se ainda pelo envio de forças militares à Europa para colaborar com as tropas aliadas. Promovido a coronel em abril de 1943, um mês depois Segadas Viana foi nomeado pelo ministro da Guerra general Eurico Gaspar Dutra, para comandar o 6º RI (Regimento Ipiranga), sediado em Caçapava (SP), unidade designada para integrar a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª DIE).

Entre julho e novembro deixou esse posto para estagiar nos Estados Unidos, onde fez o curso da Escola de Fort Benning, adaptando-se à nova organização, de tipo motorizado, das unidades de infantaria, e aos novos processos de combate. De volta a seu regimento, reorganizou-o e instruiu-o dentro dos novos moldes, o que exigiu grande esforço, pois o efetivo de sua unidade passou de oitocentos para 3.200 homens, os quais tiveram de adaptar-se aos armamentos usados no Exército norte-americano. Em março de 1944 deslocou-se com o 6º RI para a Vila Militar do Rio de Janeiro, onde se concentrou toda a 1ª DIE, que constituiu a Força Expedicionária Brasileira (FEB).

Em 30 de junho seguinte embarcou com o Regimento Ipiranga para a Itália no navio General Mann, integrando o primeiro escalão da FEB. Sob sua chefia, esse regimento foi o primeiro corpo de tropa brasileiro a entrar em combate, o que ocorreu no dia 16 de setembro de 1944 no vale do Serchio contra a 148ª Divisão Alemã. Nessa região, o 6º RI saiu-se vitorioso nos combates de Camaiore, Monte Prano e Barga, cabendo-lhe ainda a fase de operações contra a Linha Gótica e a libertação das cidades italianas de Massarosa, Pescaglia, Borgofa, Mazzano, Givisane, Galicano, Fornaci e Somocolonia. Graças ao êxito dessas operações, Segadas Viana recebeu elogios do general Zenóbio da Costa, comandante do primeiro escalão da FEB, e do general Mark Clark, comandante do V Exército norte-americano.

Em novembro de 1944 deslocou-se com seus homens para a região de Marano. Sob o comando do general João Batista Mascarenhas de Morais, a FEB passara a atuar no vale do Reno. Nessa região, o 6º RI fez toda a campanha do inverno, durante a qual a frente de luta ficou estabilizada, ainda que constantemente fustigada por escaramuças locais, destacando-se o golpe que os alemães desfecharam na região de Affrico com o objetivo de romper as linhas brasileiras e destruir a ponte de Marano, de importância crucial para o reaprovisionamento das divisões de infantaria brasileira e sul-africana. O ataque foi repelido pelas tropas do 6º RI depois de intensos combates, com duras perdas para os alemães.

Em 21 de fevereiro de 1945, a 1º DIE tomou Monte Castelo, tendo o 6º RI efetuado a missão de ataque na frente que lhe estava afeta. Uma semana depois, Segadas Viana deixou o comando de suas tropas em cumprimento à orientação ministerial que determinou a substituição progressiva dos oficiais que já tivessem mais de seis meses de campanha na Itália para proporcionar experiência de guerra a outros oficiais sem exercício de comando.

De volta ao Brasil, em setembro de 1945 Segadas Viana foi nomeado chefe do gabinete da Diretoria de Ensino do Exército, permanecendo no cargo até junho de 1946, quando assumiu a chefia da 1ª seção do EME. Promovido a general-de-brigada em dezembro de 1949, foi transferido para São Paulo como comandante da Infantaria Divisionária da 2ª RM, exercendo essa função até março de 1951, ao início do segundo governo Vargas, quando foi nomeado secretário-geral do Ministério da Guerra, então chefiado pelo general Newton Estillac Leal. Exerceu esse cargo durante todo o segundo período presidencial de Vargas, ao longo das gestões dos generais Ciro do Espírito Santo Cardoso e Zenóbio da Costa no Ministério da Guerra, deixando-o em agosto de 1954, pouco após a morte de Vargas, no dia 24 desse mês. Assumiu então o comando do Núcleo da Divisão Blindada, no Rio de Janeiro.

 

Apoio ao 11 de Novembro

Em 11 de novembro de 1955, apoiando o movimento militar liderado pelo marechal Henrique Teixeira Lott, ministro da Guerra demissionário do governo Carlos Luz, Segadas Viana participou das manobras destinadas a garantir a posse do presidente eleito Juscelino Kubitschek. Como comandante do Núcleo da Divisão Blindada, ocupou com sua tropa a base aérea do Galeão, no Rio de Janeiro — um dos fortes redutos do grupo que pretendia impedir a posse de Kubitschek —, desempenhando assim importante papel no movimento liderado por Lott. Graduado general-de-divisão em dezembro de 1955, em janeiro do ano seguinte deixou o comando do Núcleo da Divisão Blindada para assumir o comando da 2ª DI, em São Paulo, sendo efetivado como general-de-divisão em março de 1956.

Segadas Viana foi eleito em maio seguinte, sob clima de forte tensão, presidente do Clube Militar, como representante da corrente nacionalista do Exército, substituindo no cargo o general Pedro Leonardo de Campos. Em junho do mesmo ano assumiu também o comando da 1ª DI e da Guarnição da Vila Militar, na capital federal, permanecendo no posto até maio de 1958, quando passou a chefiar a Comissão Superior de Economia e Finanças do Ministério da Guerra. Ainda neste último ano foi substituído na presidência do Clube Militar pelo general Justino Alves Bastos, recebendo em novembro de 1959 a patente de general-de-exército.

Nomeado em março de 1960 chefe do Departamento Geral de Pessoal do Exército, em substituição ao general Nestor Souto de Oliveira, em dezembro do mesmo ano substituiu o general Jaime de Almeida na chefia do Departamento de Provisão Geral do Exército. Permaneceu à frente daquele primeiro departamento até maio de 1961, quando foi substituído pelo general Osvino Ferreira Alves.

 

A crise de 1961

Com a renúncia do presidente Jânio Quadros em 25 de agosto de 1961, o deputado Pascoal Ranieri Mazzilli, presidente da Câmara dos Deputados, assumiu a presidência da República devido à ausência do vice-presidente João Goulart, que se encontrava na República Popular da China em missão diplomática. A posse de Goulart foi entretanto vetada pelos ministros militares — general Odílio Denis, da Guerra, almirante Sílvio Heck, da Marinha, e brigadeiro Gabriel Grün Moss, da Aeronáutica —, dando origem a uma grave crise política.

No Rio de Janeiro, um grupo de generais, composto, entre outros, por Osvino Ferreira Alves, Ladário Pereira Teles, Amauri Kruel, Idálio Sardenberg e Nélson de Melo, dirigiu-se ao general Segadas Viana para pedir-lhe que transmitisse ao ministro da Guerra seu desacordo quanto à posição adotada pelos chefes militares. Esses generais consideravam que se deveria acatar a decisão a ser tomada pelo Congresso Nacional. Identificado com o ponto de vista desse grupo, Segadas Viana tentou convencer Denis de que a decisão legal seria a de respeitar o Congresso.

Enquanto isso, no Rio Grande do Sul, sob a liderança do governador Leonel Brizola e do comandante do III Exército, general José Machado Lopes, ganhou corpo um movimento de resistência em favor da posse de Goulart. A existência de dois pólos de poder prenunciava a possibilidade de uma guerra civil. Em 2 de setembro seguinte, porém, a crise foi contornada graças à aprovação, pelo Congresso, da Emenda Constitucional nº 4, que, ao implantar no país o parlamentarismo, possibilitou a posse de Goulart cinco dias depois.

 

No Ministério da Guerra

Com o início do novo governo, o general Segadas Viana foi substituído no Departamento de Provisão Geral do Exército pelo general Machado Lopes e nomeado para integrar o primeiro gabinete parlamentarista — chefiado por Tancredo Neves — como ministro da Guerra, sendo empossado no cargo no dia 5 de setembro. Em seu discurso de posse observou que “só a união de todos os companheiros, esquecendo possíveis divergências momentâneas e irmanados no princípio da legalidade, sem vacilações, poderá criar um ambiente de paz; sem desconfiança, que nos permita trabalhar pela grandeza do Exército e, portanto, da nossa pátria”.

Durante sua permanência na pasta da Guerra tentou promover a conciliação, evitando preterições nas promoções e restabelecendo os tradicionais colégios militares de Porto Alegre e de Fortaleza. Inspecionou ainda as guarnições do I, II, III e IV exércitos e o Comando Militar da Amazônia, onde visitou as guarnições das fronteiras com a Bolívia, o Peru e a Colômbia, cuja última visita ministerial datava de 1947.

Com a formação do segundo gabinete parlamentarista em junho de 1962, foi exonerado do cargo de ministro da Guerra, juntamente com os demais integrantes do primeiro gabinete. Seu substituto na pasta foi o general Machado Lopes, egresso do Departamento de Provisão Geral, cuja chefia Segadas Viana voltou a exercer a partir de agosto seguinte. Permaneceu no cargo até novembro de 1963, quando foi substituído pelo general Décio Palmeiro de Escobar. Nessa data, por contar com mais de quatro anos no último posto da ativa, passou para a reserva como marechal.

Faleceu no Rio de Janeiro no dia 13 de outubro de 1977.

Era casado com Carmem Dias Segadas Viana, com quem teve uma filha.

 

 

FONTES: ARQ. GETÚLIO VARGAS; ARQ. MIN. EXÉRC.; BENEVIDES, M. Governo Kubitschek; BIJOS, G. Clube; CONSULT. MAGALHÃES, B.; CORRESP. SECRET. GER. EXÉRC.; CORTÉS, C. Homens; Efemérides paulistas; FED. ESC. ISOLADAS DO EST. RJ. Ministros; FICHÁRIO PESQ. M. AMORIM; Globo (14/10/77); Grande encic. Delta; Jornal do Brasil (14/10/77); MIN. GUERRA. Almanaque (1960); SOC., BRAS. EXPANSÃO COMERCIAL. Quem; SILVA, G. Constituinte; SILVA, H. 1922; SILVA, H. 1937; SILVA, H. 1945; SILVA, H. 1964; VÍTOR, M. Cinco.

 

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