Jovair de Oliveira Arantes

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Nome: ARANTES, Jovair
Nome Completo: Jovair de Oliveira Arantes

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
ARANTES, JOVAIR

ARANTES, Jovair

*dep. fed. GO 1995-1999; 1999-2003; 2003-2007; 2007-2011; 2011-

 

Jovair de Oliveira Arantes nasceu em Buriti Alegre (GO) no dia 4 de junho de 1951, filho de José de Oliveira Arantes e Maria José de Oliveira.

Graduado pela Faculdade de Odontologia João Prudente, de Anápolis (GO), em 1979, tornou-se coordenador de odontologia da Secretaria de Saúde de Goiás em 1983, mesmo ano em que se filiou ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). No ano seguinte foi nomeado chefe de gabinete da Organização de Saúde do Estado de Goiás, onde permaneceu por dois anos. Em 1986, tornou-se presidente da Indústria Química de Goiás, onde permaneceu até 1988, quando, em novembro, foi eleito vereador de Goiânia para a legislatura 1989-1992. Em 1º de janeiro de 1989 licenciou-se do mandato de vereador para assumir o cargo de secretário de Saúde de Goiânia na gestão de Nion Albernaz (1989-1992). Nesse mesmo ano assumiu a presidência do Conselho dos Secretários Municipais de Saúde.

Filiando-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) em 1990, ganhou a eleição para deputado estadual nas eleições de outubro, tendo como bases eleitorais Goiânia e o norte do estado, assumindo no início do ano seguinte, após renunciar ao mandato de vereador. Eleito vice-prefeito de Goiânia na chapa encabeçada por Darci Acorsi, do Partido dos Trabalhadores (PT), nas eleições de outubro de 1992, assumiu seu novo mandato em janeiro de 1993, após renunciar à sua cadeira na Assembléia Legislativa de Goiás.

Licenciado do cargo de vice-prefeito, assumiu a presidência da Companhia Municipal de Urbanização de Goiânia de janeiro a março de 1994. Nas eleições de outubro de 1994 elegeu-se deputado federal e renunciou ao mandato de vice-prefeito, para assumir sua cadeira na Câmara em fevereiro de 1995.

Nas votações das emendas constitucionais apresentadas pelo presidente Fernando Henrique Cardoso no ano de 1995 votou a favor da quebra do monopólio dos estados na distribuição de gás canalizado; da mudança do conceito de empresa nacional e da quebra dos monopólios estatais na navegação de cabotagem, nas telecomunicações e na extração de petróleo. Nesse ano, integrou a Comissão de Viação e Transportes, da qual foi primeiro vice-presidente.

Em junho de 1996, votou a favor da criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que substituiu o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF), imposto de 0,25% sobre transações bancárias criado como fonte complementar de recursos para a saúde.

Em janeiro-fevereiro de 1997, votou a favor da emenda da reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos. Em novembro desse ano pronunciou-se contrário à quebra da estabilidade do servidor público, item da reforma administrativa. Ainda em 1997, apresentou uma proposta de emenda constitucional suprimindo o direito dos portugueses residentes no Brasil de terem os mesmos direitos dos brasileiros natos. Seu projeto era uma represália à lei portuguesa que colocava os dentistas brasileiros residentes em Portugal em nível inferior ao de seus colegas lusos.

Em outubro de 1998, concorreu à reeleição na legenda do PSDB, obtendo êxito. No mês seguinte, acompanhou a orientação governista e votou a favor do teto de 1.200 reais para aposentadorias no setor público e do estabelecimento de idade mínima e tempo de contribuição para o setor privado, itens que definiram a reforma da previdência.

Assumiu o novo mandato em fevereiro de 1999, reassumindo a vice-liderança do PSDB na Câmara. Candidatou-se com sucesso para novo mandato nas eleições de 2002, na mesma legenda, mas no ano seguinte, o primeiro da nova legislatura, transferiu-se para o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), de cuja bancada exerceria a vice-liderança, de 2005 em diante.

Em 2006, foi reeleito para o seu quarto mandato de deputado com 105.219 votos e manteve-se na vice-liderança da bancada do PTB. Passou a atuar também na Comissão de Viação e Transportes.

Nas eleições de Outubro de 2010 foi reeleito com 147.624 votos. Em 2011, ano em que assumiu novo mandato, tornou-se líder do bloco formado por PTB, PSB, e PCdo B.

No ano seguinte, candidatou-se a prefeito de Goiânia. Porém, os 86.287 votos recebidos (correspondentes a 14,25% dos votos válidos) foram insuficientes e o petebista foi derrotado em primeiro turno pelo candidato à reeleição, Paulo Garcia, do PT, que naquela ocasião obteve  57,68% dos votos.

Com a derrota, retornou ao exercício de ser mandato na Câmara dos Deputados.

Casou-se com Ana Maria Paulista Arantes, com quem teve dois filhos.

 

FONTES: NICOLAU, J. Dados; Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em: <http://www2.camara.gov.br>. Acesso em 29/12/2009 e 09/12/2013; Portal do Tribunal Superior Eleitoral. Disponível em: <http://www.tse.jus.br>. Acesso em 9/12/2013.

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