MAGALHÃES, Tonha

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Nome: MAGALHÃES, Tonha
Nome Completo: MAGALHÃES, Tonha

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
MAGALHÃES, Tonha

MAGALHÃES, Tonha

*dep. fed. BA 2007-.

 

Antônia Magalhães da Cruz nasceu em São Felipe (BA) no dia 16 de janeiro de 1958, filha de Benedito Santos Magalhães e Maria de Lourdes Santos.

Iniciou sua atuação política em 1985, ano em que se filiou ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e que se tornou presidente da Associação Comunitária dos Moradores do Bairro do Santo Antônio, em Candeias (BA). Em 1987, deixou o PMDB e filiou-se ao Partido Municipalista Brasileiro (PMB), pelo qual se elegeu vereadora de Candeias, nas eleições de 1988, para a legislatura de 1989 a 1992. Nesta legislatura, participou, como primeira-secretária, da elaboração da Lei Orgânica Municipal de Candeias. Em 1991, deixou a presidência da Associação Comunitária dos Moradores do Bairro do Santa Antônio. Ainda neste ano, saiu do PMB e se filiou ao Partido da Frente Liberal (PFL). Em 1993, deixou o PFL, se filiou ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) e tornou-se presidente do diretório do partido em Candeias, de 1993 a 1995.

Em 1995, filiou-se ao Partido Progressista (PP) e tornou-se presidente do diretório municipal do partido em Candeias. Nas eleições de 1996, se elegeu prefeita daquele município na legenda do PP, com 51% dos votos válidos, para a legislatura de 1997 a 2001.

No pleito de 2000, reelegeu-se para a prefeitura de Candeias, na mesma legenda, com 41,6 dos votos, para a legislatura de 2001-2005. Ainda em 2000, deixou a presidência do diretório municipal do PP em Candeias. No 1º ano de seu novo mandato, o Ministério Público da Bahia a denunciou ao Ministério Público Federal, por desvio de verbas públicas a favor de seu filho, Junior Magalhães, ex-secretário de Desenvolvimento Social de Candeias. De acordo com a denúncia, Junior Magalhães, após sua exoneração, teria recebido, por ordem de Tonha Magalhães, parcelas indenizatórias referentes a férias normais e proporcionais e 13º salário, que somavam um total de R$5 mil reais, e ainda uma indenização por uso de veículo próprio, no valor de R$19,5 mil.

Em 2005, Tonha deixou o PP e se filiou novamente ao PFL, legenda pela qual se elegeu deputada federal pelo estado da Bahia, no pleito de 2006. Tomou posse do cargo em fevereiro de 2007 e, durante esta legislatura foi titular das comissões permanentes de Defesa do Consumidor, de Seguridade Social e Família, e da Subcomissão permanente de Assuntos Municipais.

Em 2007, deixou o PFL e filiou-se ao Partido da República (PR).

Em junho de 2008, o Superior Tribunal Federal (STF), a pedido do Ministério Público Federal, rejeitou a denúncia feia pelo Ministério Público da Bahia contra Tonha Magalhães, em 2001. Segundo o relator do processo, ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do STF, os fatos descritos na denúncia não sinalizavam a prática dos crimes previstos no Decreto-lei n. 20 1/67, que trata dos crimes de responsabilidade de prefeitos e vereadores.

Concluiu o segundo grau técnico em Contabilidade, no Colégio Nossa Senhora das Candeias, na cidade de Candeia (BA).

Seu filho, Junior Magalhães, destacou-se no cenário político baiano, como deputado estadual, eleito, consecutivamente, em 2002, para a legislatura de 2003 a 2007, e em 2006, para a legislatura que teve início em fevereiro de 2007.

 

 

FONTES: Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em : <http://www2.camara. gov.br/internet/deputados/biodeputado/index.html?nome=TONHA+MAGALH%C3ES&leg=53>. Acesso em : 09 nov. 2009; Portal do  TSE. Resultados das eleições. Disponível em : <http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes>. Acesso em : 10 nov. 2009.

 

 

 

 

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