MARTINS, Wanderley

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Nome: MARTINS, Wanderley
Nome Completo: MARTINS, Wanderley

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
MARTINS, Wanderley

MARTINS, Wanderley

*dep. fed. RJ 1999-2003.


                Vanderley Martins de Brito nasceu no município de São Gonçalo (RJ) no dia 12 de dezembro de 1950.

                Fez o curso de direito na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, tendo concluído-o em 1983.

                Em 1980, ainda universitário, foi aprovado como detetive inspetor da Polícia Civil da cidade do Rio de Janeiro, assumindo as funções de chefe do setor de investigações especializadas. Seis anos mais tarde tornou-se delegado da Polícia Federal e, nessa instituição, exerceu os seguintes cargos: superintendente regional, diretor do Departamento de Polícia Federal (DPF), chefe da seção de operações da Divisão de Polícia Fazendária (DPFAZ) e da Delegacia de Controle de Segurança Privada (Delesp) e instrutor da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol-RJ).

                 Concomitante à sua trajetória na polícia, engajou-se no movimento sindical da categoria e foi eleito vice-presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Federal do Rio de Janeiro (SINDPF-RJ) para o triênio 1997-2000.

                Iniciou sua militância política no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Em 1997 migrou para o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e no ano seguinte foi eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro nessa legenda. Obteve 46.431 votos.

                No primeiro ano de mandato, participou como titular da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Narcotráfico. Essa CPI traçou um panorama do crime organizado no Brasil e averiguou a atuação do poder público nesse sentido. Integrou ainda a Comissão Permanente de Viação e Transportes.

Ainda em 1999 manifestou-se contrariamente nas votações referentes à criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e do Fator Previdenciário. No ano seguinte, também foi contra o estabelecimento de 151 reais para o salário mínimo, da desvinculação das receitas (DRUs) e da Lei da Mordaça, que regulava a atuação do Ministério Público e impedia que procuradores e juízes dessem informações à imprensa sobre processos em andamento. Em 2000, votou a favor da Lei de Responsabilidade Fiscal.

                Em 2001 trocou o PDT pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). No ano seguinte, ocupou a vice-liderança do PSB e do bloco formado pelo PSB-PCdoB (Partido Comunista do Brasil). Na votação acerca da prorrogação da CPMF, manifestou-se contra essa medida. Deixou a Câmara em janeiro de 2003, ao final da legislatura.

                Filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), no pleito municipal de outubro de 2008 foi vice na chapa derrotada encabeçada por Maria das Graças Tuze de Matos, do PMDB, à prefeitura de São Gonçalo. Na eleição foi reeleita Aparecida Panisset, do PDT.

Em 2009, presidia a comissão provisória do PTB de São Gonçalo.

 

FONTES: Agência Brasil (03/07/09); Gazeta Mercantil (04/09/00, 22/03/00, 14/12/00); Olho no voto/Folha de S. Paulo (27/07/02); Veja (26/07/06); <www.camara.gov.br, www.ptb.org.br>; <www.sindpfrj.com.br/sobre.asp>.

 

 

 


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