Newton Cardoso

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Nome: CARDOSO, Newton
Nome Completo: Newton Cardoso

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:

CARDOSO, Newton

*dep. fed. MG 1979-1983; gov. MG 1987-1991; dep. fed. MG 1995-1996; 2011-

 


Newton Cardoso nasceu em Brumado (BA) no dia 22 de maio de 1938, filho de Apio Cardoso da Paixão e de Adélia da Silva Cardoso.

Aos 16 anos transferiu-se para Belo Horizonte, empregando-se na Magnesita S.A., indústria de sua cidade natal com filial em Contagem (MG), município vizinho à capital mineira. Fez o curso secundário no Colégio Anchieta, em Belo Horizonte, formando-se em 1959. Como estudante secundarista, foi presidente da União Colegial de Minas Gerais (1958) e participou da fundação da Casa do Estudante de Minas Gerais (1959). Ainda em 1959, na condição de aluno do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Exército (CPOR), presidiu o Grêmio General Sampaio, sendo um dos criadores da revista da corporação. Matriculou-se posteriormente no curso de sociologia, política e administração pública da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Diretor social do Diretório Central dos Estudantes (DCE), ocasião em que dirigiu a revista Mosaico, não chegou a concluir a graduação.

Ingressou na política pelo Partido Republicano (PR), no qual presidiu órgãos estudantis e trabalhistas, e ao qual pertenceu até maio de 1960, quando uma convenção partidária decidiu apoiar a candidatura de Jânio Quadros, lançada pela União Democrática Nacional (UDN), às eleições presidenciais de outubro seguinte. Em 1962, ainda estudante universitário, atuou como oficial-de-gabinete do prefeito de Belo Horizonte, Amintas de Barros, e candidatou-se a deputado estadual em Minas na legenda da Aliança Libertadora Trabalhista — coligação formada pelo Partido Libertador (PL) e pelo Movimento Trabalhista Renovador (MTR) —, obtendo apenas uma suplência.

Dois anos depois, como assessor da diretoria da Magnesita e destacado comerciante em Contagem, foi um dos principais colaboradores na cidade do movimento político-militar de 31 de março, que derrubou o presidente João Goulart (1961-1964). Apesar de ter apoiado o movimento, com a instauração do bipartidarismo determinada pelo Ato Institucional nº 2 (AI-2) em 27 de outubro de 1965, ingressou no Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido que aglutinou a oposição ao regime militar instaurado no país a partir de abril de 1964.

Em novembro de 1966 — ano em que se bacharelou pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Minas Gerais (UCMG) —, candidatou-se novamente a deputado estadual na legenda emedebista. Conquistou a segunda suplência do partido e voltou-se então para a política de Contagem, candidatando-se à prefeitura do município em novembro de 1967. Derrotado por Sebastião Camargos, voltou a disputar o cargo na legenda do MDB em novembro de 1972. Elegendo-se com cerca de 70% dos votos, pôs fim à secular hegemonia dos Camargos, sendo empossado na prefeitura de Contagem em janeiro de 1973. Como prefeito, patrocinou uma lei, aprovada pela Câmara Municipal, que estabelecia incentivos fiscais para empreendimentos realizados no setor turístico, inaugurou uma nova área industrial na cidade e criou a Fundação de Ensino de Contagem (Funec), a Fundação de Assistência Médica de Urgência de Contagem (FAMUC) e a Companhia Urbanizadora de Contagem (Cuco). Foi também um dos fundadores e presidente da Associação dos Prefeitos da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Granbel). Concluiu o mandato em janeiro de 1977. Diretor-presidente da Cuco na nova administração, tornou-se também membro do conselho deliberativo da Granbel e presidente do conselho de administração da Companhia Urbanizadora Vale do Aço (Curva), em Ipatinga (MG).

No pleito de novembro de 1978, foi o deputado federal mais votado do MDB e o segundo em todo o estado de Minas. Tomou posse na Câmara dos Deputados em fevereiro de 1979. Com o fim do bipartidarismo em novembro desse ano e a consequente reformulação partidária, filiou-se ao Partido Popular (PP), legenda liderada por Tancredo Neves que, em fevereiro de 1982, foi incorporada ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), sucessor do antigo MDB. Durante sua passagem pelo MDB, ocupara a tesouraria do diretório nacional da agremiação. Como deputado federal, foi relator da comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigou denúncias sobre contaminação de alimentos, foi membro e vice-presidente da Comissão do Interior, e membro da delegação parlamentar brasileira que visitou a Organização das Nações Unidas (ONU).

Novamente eleito prefeito de Contagem em novembro de 1982, com 92% dos votos do eleitorado, encerrou o mandato na Câmara dos Deputados em janeiro de 1983 e assumiu em seguida a prefeitura. Destacaram-se como principais realizações de sua segunda gestão a implantação de novas unidades industriais, a instituição do programa habitacional “Nova Contagem” e a implementação dos programas das “Frentes de trabalho” e dos “Sopões”.

Antes do término de seu mandato, lançou sua pré-candidatura ao governo de Minas. Definindo-se como “representante do centro progressista”, tinha como concorrentes no PMDB os deputados federais Carlos Alberto Cota, Leopoldo Bessone, Ronan Tito e Pimenta da Veiga Filho, também postulantes à indicação do partido. Desses, apenas Pimenta da Veiga, que contava com o apoio da chamada ala progressista do partido, mais à esquerda, tinha chances de derrotá-lo. Contudo, às vésperas da convenção partidária, quando o quadro já parecia definido, o governador Hélio Garcia (1984-1987) indicou o deputado federal e presidente regional do PMDB, Joaquim de Melo Freire, como seu candidato para disputar a sucessão.

Embora Melo Freire tivesse renunciado à indicação horas depois, a atitude de Garcia provocou um realinhamento das forças em disputa. À última hora, a executiva do partido lançou uma chapa encabeçada por Ronan Tito e Carlos Cota, com o objetivo de barrar Newton Cardoso. No entanto, a iniciativa não obteve êxito, e a convenção peemedebista, realizada em agosto de 1986, escolheu-o para disputar o governo mineiro, tendo a deputada Júnia Marise como candidata a vice. Recusando-se a acatar a decisão dos convencionais, Pimenta e Cota passaram a apoiar o candidato do Movimento Democrático Progressista (MDP), Itamar Franco, lançado por uma ampla coligação que reuniu o Partido Liberal (PL), o Partido da Frente Liberal (PFL), o Partido Comunista Brasileiro (PCB), o Partido Socialista Brasileiro (PSB), o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

A segunda experiência de Newton Cardoso à frente da prefeitura foi marcada por ameaças de intervenção do governo estadual. Os desembargadores Régulo da Cunha Peixoto e Hélio Armond Werneck Cortes, presidente do Tribunal de Justiça do estado, encaminharam ofícios ao governador Hélio Garcia intimando-o a tomar a medida. A sustentá-la, invocaram antiga ação de desapropriação movida por três mil proprietários da área onde fora construído o Centro Industrial do município. Como Garcia se manteve indiferente aos apelos dos desembargadores, Newton Cardoso pôde dar continuidade a seu mandato até desincompatibilizar-se para disputar a sucessão estadual.

Durante a campanha, seus adversários o acusaram de corrupção na prefeitura, de haver comprado votos na convenção peemedebista e até de ter estuprado uma menina de 13 anos no início dos anos 1970. Contando com o apoio de Hélio Garcia, o que certamente contribuiu para a sua vitória, no pleito de novembro de 1986 foi eleito com quase três milhões de votos (cerca de 37% do eleitorado). Explorando a imagem de político tocador de obras, conseguiu eleger também seu sucessor em Contagem, Guido Fonseca, de quem era amigo havia mais de 20 anos.

Empossado no governo de Minas em março de 1987, prometeu dar especial atenção aos problemas sociais do estado. Para isso, apresentou um Programa de Metas prevendo o investimento de 2/3 dos recursos do estado em áreas como saúde, educação e desenvolvimento urbano. Ainda no começo de sua gestão, aliou-se ao governador do Rio de Janeiro, Moreira Franco, a fim de reivindicar uma maior participação de seus estados no quadro político nacional. Para Minas, Newton Cardoso pleiteava a liderança do PMDB ou do governo federal na Câmara e o cargo de relator da Comissão de Sistematização da Assembléia Nacional Constituinte (ANC). Por fim, declarou-se contrário à “concentração excessiva” de cargos e poder da área econômica do governo federal nas mãos de São Paulo.

No final de fevereiro de 1988, associado a um grupo de empresários, lançou o jornal Hoje em dia, no qual investira 20 milhões de dólares, destinado a atrair os leitores das classes C e D. Aproximando-se do presidente da República José Sarney, defendeu que a Constituinte fixasse o mandato presidencial em cinco anos,contrariando a proposta oposicionista que previa quatro anos e a realização de eleições diretas em 1988. Em contrapartida, procurou interferir na reforma ministerial, buscando influir na substituição dos três ministros mineiros: Aureliano Chaves, das Minas e Energia, por ter apoiado Itamar Franco na sucessão estadual; Ronaldo Costa Couto, do Interior, e José Hugo Castelo Branco, da Indústria e Comércio, por terem ficado neutros na disputa. Após a realização, em 17 de dezembro de 1989, do segundo turno das eleições presidenciais, no qual o candidato do Partido da Reconstrução Nacional (PRN), Fernando Collor de Melo, derrotou Luís Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), pregou a necessidade de articular uma base partidária de sustentação ao presidente eleito.

Sofrendo forte oposição do jornal O Estado de Minas, foi acusado de inúmeras irregularidades. Denunciado por crime de responsabilidade e por improbidade administrativa, sofreu três pedidos de impeachmentao longo de sua administração, todos recusados pela Assembleia Legislativa mineira.

Entre suas realizações, tiveram destaque a criação do Centro de Pesquisa e Ensino/Instituto Técnico de Agropecuária e Cooperativismo (Cepe/ITAC), construído na cidade de Pitangui e destinado à formação de técnicos em agropecuária em nível de segundo grau; o programa BH-90, e o desenvolvimento da malha rodoviária vicinal. Deixou o palácio da Liberdade em janeiro de 1991, tendo a substituí-lo Hélio Garcia, que foi reconduzido à chefia do Executivo mineiro.

Afastado temporariamente da vida pública, no mês seguinte comprou a emissora de televisão Record Minas, retransmissora da programação da Rede Record de Televisão. Menos de um ano depois, em janeiro de 1992, interessado em expandir o sistema de comunicação de sua propriedade, adquiriu, segundo nota veiculada pela revista Veja, quinhentas mil ações do diário O Estado de Minas.

Em outubro de 1994, voltou a disputar um mandato de deputado federal na legenda do PMDB. Eleito, com votos provenientes principalmente de suas bases eleitorais em Contagem e na região norte do estado, foi empossado em fevereiro de 1995. Integrou-se aos trabalhos legislativos como membro titular da Comissão de Viação e Transportes — da qual seria presidente no ano seguinte — e da Comissão Especial sobre Embarcação Nacional, Navegação de Cabotagem e de Interior.

Nas votações das emendas constitucionais enviadas pelo governo Fernando Henrique Cardoso em 1995, votou a favor do fim do monopólio das embarcações nacionais na navegação de cabotagem, do monopólio estatal nas telecomunicações e da Petrobras na exploração de petróleo. Absteve-se de votar a proposta de extinção do monopólio dos estados na distribuição de gás canalizado, e foi contrário à emenda que alterou o conceito de empresa nacional e à criação do Fundo Social de Emergência (FSE), que concedeu ao Executivo federal uma margem de autonomia na aplicação de recursos, autorizando-o a aplicar em outras áreas verbas inicialmente previstas para os ministérios da Educação e da Saúde.

Em abril de 1996, o Tribunal de Justiça de Minas anulou a privatização do Banco Agrimisa — vendido em março de 1989 ao grupo baiano Góis Cohabita e alvo de uma liquidação extrajudicial seis anos depois —, sob o argumento de que a transação acarretara prejuízos ao estado, e condenou Newton Cardoso a ressarci-lo.

Em outubro, concorreu uma vez mais à prefeitura de Contagem na legenda peemedebista. Um mês antes, a imprensa noticiara que o presidente Fernando Henrique, obstinado em garantir a aprovação da emenda da reeleição, cuja tramitação se iniciara meses antes na Câmara, lhe teria prometido apoio na disputa em troca dos votos — cerca de 30 — que alegava controlar no parlamento. Eleito, renunciou ao mandato de deputado federal em dezembro, e foi empossado na prefeitura em janeiro de 1997. Sua vaga na Câmara foi ocupada pelo suplente Neif Jabur. Ao final do mês, a emenda constitucional que permitia a reeleição do presidente da República, dos governadores e dos prefeitos obteve o quórum necessário ao encaminhamento ao Senado.

Em julho de 1997, as suspeitas de que haveria um acordo entre Newton Cardoso e o palácio do Planalto ganharam força: Flávio Menecucci, afilhado político do prefeito de Contagem, foi nomeado superintendente regional do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) em Minas. Em junho de 1999, Menecucci seria demitido e, em represália, Newton Cardoso ameaçaria “contar a verdadeira história da reeleição do presidente Fernando Henrique Cardoso”.

Em abril de 1998, desincompatibilizou-se da prefeitura e afirmou que sairia candidato ao governo de Minas no pleito de outubro. A provável candidatura do ex-presidente Itamar Franco que, de volta ao PMDB, ora manifestava o desejo de disputar o palácio do Planalto, ora indicava a disposição de concorrer ao governo estadual, não o desencorajou. “Itamar é amigo e não está pensando em Minas”, declarou, enfatizando que deflagara a campanha um ano antes e já visitara diversos municípios em busca de apoio na convenção do partido, marcada para o final de junho.

Traçados os planos de Itamar — o ex-presidente resolveu disputar o governo mineiro —, o ministro da Justiça Renan Calheiros, articulador político do governo Fernando Henrique e filiado ao PMDB, pôs-se a contactar, nos primeiros dias de junho, os pré-candidatos peemedebistas, tentando demovê-los da briga pela legenda. Interessado em manter o partido coeso no apoio à reeleição do presidente Fernando Henrique — um racha poderia atrapalhar-lhe o caminho rumo ao segundo mandato —, Calheiros não conseguiu, porém, fazê-los voltar atrás. A poucos dias da convenção, Itamar e Cardoso surpreenderam os meios políticos mineiros, ao anunciar um acordo pelo qual ao ex-presidente caberia a cabeça da chapa, conformando-se Cardoso com a candidatura a vice.

Assegurada a passagem ao segundo turno, a chapa peemedebista enfrentou o governador Eduardo Azeredo (1995-1998), candidato à reeleição na legenda do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Vitoriosos no confronto, Itamar e Cardoso foram empossados em 1º de janeiro do ano seguinte. Sua gestão foi marcada pela pré-candidatura do governador ao palácio do Planalto e pela atuação do vice: “Sou uma espécie de primeiro-ministro”, declarou ele à revista Veja em matéria publicada em 10 de maio de 2000 sob o título “O vice que manda”. A seu respeito, dizia a matéria: “Ele tem sob seu comando direto dez dos mais poderosos órgãos públicos do estado, inclusive três secretarias. Numa delas, a Secretaria do Trabalho e da Assistência Social, sua mulher, Maria Lúcia Cardoso, é a titular da pasta.”

Para sua candidatura ao governo do estado em 2002, procurou o apoio do PT, que no entanto lançou candidato próprio, o deputado federal Nilmário Miranda. Cardoso e Nilmário travaram uma acirrada disputa pelo segundo lugar no pleito realizado em outubro de 2002, mas, ao final da apuração das urnas, ambos foram derrotados por Aécio Neves, candidato do PSDB, que venceu o pleito no primeiro turno com 57,7% dos votos válidos.

Newton Cardoso não disputou cargo eletivo nas eleições municipais de 2004, mas apoiou sua esposa, Maria Lúcia Cardoso, que concorreu, sem sucesso, à prefeitura de Contagem na legenda do PMDB. Em 2006 voltou a enfrentar Itamar Franco na convenção partidária do PMDB. Apoiado pelo PT e pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, foi escolhido para concorrer ao Senado Federal. Derrotado, Itamar Franco desligou-se do PMDB. Apesar do apoio que recebeu do governo federal, Cardoso não obteve êxito nas eleições de outubro. O candidato Eliseu Resende, do PFL, foi eleito representante de Minas Gerais no Senado por 60,9% dos votos válidos contra os 29,2% que obteve.

Nas eleições municipais de 2008 não se candidatou; apoiou a candidatura à reeleição da prefeita de Contagem, Marília Campos, do PT. Nesse ano enfrentou também processo de divórcio litigioso pedido por Maria Lúcia Cardoso.

Voltou a disputar eleições em 2010, quando concorreu no pleito por uma vaga de deputado federal e foi eleito com 137.680 votos.

Empossado em Fevereiro de 2011, tornou-se vice-líder do PMDB na Câmara, cargo que deixou um ano depois. Também nesta legislatura, foi titular na Comissão de  Viação e Transportes e, em 2011, na Comissão Especial  de Reforma Política.

Em setembro de 2012, chegou a ter a prisão decretada pela 2ª Vara de Família do Tribunal de Justiça de Brasília, por falta de pagamento de pensões alimentícias a sua ex-mulher, ex-deputada Maria Lúcia Cardoso.

Em sua trajetória empresarial, tornou-se presidente da N. C. Participações e Consultoria S.A., da Empresa Brasileira de Táxi Aéreo Ltda. (Embratáxi), da Siderúrgica Pitangui S.A., da Brasil Verde, do Rio Rancho Agropecuária e da Agropecuária Rio do Norte S.A., além de ter participação acionária num grupo de comunicações proprietário de um canal de TV, de uma emissora de rádio e do jornal Hoje em Dia.

De seu casamento com Maria Lúcia Cardoso, teve quatro filhos.


 

FONTES: Portal do Dicionário biográfico de Minas Gerais (MONTEIRO, N.G.); Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em: <http://www2.camara.leg.br>. Acesso em 19/10/2013; Portal Empresa Brasil de Comunicação. Disponível em: <http://www.ebc.com.br>. Acesso em 19/10/2013; Portal G1 de Notícias. Disponível em: <http://g1.globo.com> Portal do Jornal do Brasil. Disponível em: <http://www.jb.com.br>. Acesso em 19/10/2013; Portal do jornal Estado de São Paulo. Disponível em: <http://www.estadao.com.br>. Acesso em 19/10/2013; Portal do jornal Folha de São Paulo. Disponível em: <http://www.folha.uol.com.br>. Acesso em 19/10/2013; Acesso em 19/10/2013; Portal da revista Veja. Disponível em: <http://veja.abril.com.br>. Acesso em 19/10/2013; Portal do Tribunal Superior Eleitoral. Disponível em: <http://www.tse.jus.br>. Acesso em 19/10/2013.

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