PARENTE, Pedro

Ajuda
Busca

Acervos
Tipo
Verbete

Detalhes

Nome: PARENTE, Pedro
Nome Completo: PARENTE, Pedro

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:

PARENTE, Pedro

*min. Orç. 1999; min. Casa Civ. Pres. Rep. 1999-2003; ; pres. Petrobrás 2016-.

 

 

Pedro Pullen Parente nasceu no Rio de Janeiro no dia 21 de fevereiro de 1953, filho de Isabel Francisca Pullen e Oswaldo dos Santos Parente.

Ingressou no Banco do Brasil, através de concurso público, em 1971, transferindo-se, em 1973, para o Banco Central. Formou-se em Engenharia Eletrônica pela Universidade de Brasília, em 1976. Fez carreira no serviço público, atuando, de 1973 a 1984, na área de Administração Financeira do Banco Central.

Foi secretário-geral adjunto do Ministério da Fazenda, de 1985 a 1986. De 1987 a 1988, foi secretário-adjunto, secretário de Programação Financeira e secretário de Informática, na Secretaria do Tesouro Nacional. Nesses dois períodos, participou da concepção e da implantação do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). Foi secretário de Orçamento e Finanças do Ministério do Planejamento, de 1989 a 1990. De 1990 a 1991, presidiu o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Assumiu, em maio de 1991, a Secretaria de Planejamento do então Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento, na gestão de Marcílio Marques Moreira, durante a Presidência de Fernando Collor de Mello. Exerceu, então, função estratégica no processo de elaboração e execução do orçamento da União. Foi responsável, também, por negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Integrou, em junho de 1992, ainda como membro da administração de Collor, equipe enviada pelo FMI à Rússia para debater e propor reformas para aquele país, após o colapso da antiga União Soviética.

Após o término do governo Collor, entre 1993 e 1994, exerceu a função de Consultor Externo do FMI, passando a residir nos Estados Unidos. Participou de missões em Angola e em países da Europa Oriental, com o objetivo de propor reformas econômicas.

Em 1993, durante as investigações conduzidas por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), constituída para investigar denúncias veiculadas pela imprensa dando conta da existência de irregularidades na elaboração do orçamento da União, sua atuação no processo de negociação do orçamento de 1992 com a Comissão de Orçamento do Congresso (cujo relator era o então deputado federal João Alves) foi questionada. O episódio investigado pela CPI ficou conhecido como o caso dos “anões do orçamento” (referência jocosa à baixa estatura de alguns dos membros da Comissão de Orçamento). Pedro Parente prestou esclarecimentos por fax à CPI, acerca de denúncia publicada na imprensa de que ele participara de reuniões a portas fechadas com parte da comissão de Orçamento, durante o período investigado, com o objetivo de garantir a rápida aprovação do orçamento, em troca da liberação de emendas parlamentares irregulares. Parente afirmou, em sua resposta, que as negociações tiveram o objetivo exclusivo de apoiar, através da rápida aprovação da peça orçamentária, os esforços de estabilização econômica envidados pela equipe do ministro Marques Moreira.

Com a chegada de Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República, em 1995, Parente voltou a assumir funções governamentais no Brasil. Foi secretário executivo do Ministério da Fazenda, de 1995 a 1999, durante a gestão de Pedro Sampaio Malan à frente da pasta. Nesse período, foi responsável pela renegociação das dívidas dos Estados, que era então considerada um aspecto central do projeto governamental de consolidar a estabilização econômica.  As renegociações inseriam-se num quadro mais amplo de medidas propostas pelo governo (que incluíam, entre outras, as reformas administrativa e previdenciária) com o intuito de reduzir os gastos públicos em todos os níveis da administração pública. A redução de gastos constituía um dos pilares da política de combate à inflação do governo Fernando Henrique. No processo de renegociação das dívidas, o governo orientou os estados a adotarem programas de privatização de empresas públicas (nos moldes daquele que já vinha sendo implementado pelo Executivo federal), com o objetivo de reduzir as despesas com pessoal.

Um dos aspectos fundamentais desse processo de negociação, voltado para a  redução das dimensões do aparelho do Estado, consistia na privatização dos bancos públicos estaduais. O Governo de São Paulo, comandado por Mário Covas, do mesmo partido do presidente da República (o Partido da Social-Democracia Brasileira, PSDB) foi um dos primeiros a anunciar publicamente um programa de “Desestatização e Parcerias com a Iniciativa Privada”, em outubro de 1995. No lançamento do programa, estavam presentes Pedro Parente, representando o Ministério da Fazenda, o ministro do Planejamento, José Serra e o próprio presidente da República. o lançamento do programa, estavam presentes Pedro Parente, representando o Minist ociar publicamente um programa de privatizaóprio No entanto, a privatização do Banco do Estado de São Paulo (Banespa) seria uma das operações mais complexas no conjunto das negociações conduzidas por Pedro Parente, resultando em atritos entre o Governo paulista, que pretendia conservar o controle sobre o banco, e o federal. O Banespa somente viria a ser leiloado em 2000, após longas negociações, ações na justiça por parte de partidos de oposição e após seu controle ter sido assumido pelo governo federal.

Apesar das dificuldades produzidas em torno da questão do Banespa, de uma maneira geral, o Governo logrou obter sucesso nas negociações com o os estados. Estes, em sua maioria (24, no total) terminaram por implementar, com diferentes níveis de intensidade, ao longo do primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, medidas de redução de gastos e de privatização de ativos públicos. Em troca a União assumiu os débitos dos estados e estabeleceu um cronograma em que estes a ressarciriam em até 30 anos.

As negociações foram favorecidas pelo fato de que, durante o primeiro mandato de Fernando Henrique, os governadores dos principais estados estavam politicamente alinhados ao governo. Em 1998, Fernando Henrique foi reeleito, Pedro Malan continuou à frente da Fazenda e Pedro Parente permaneceu, no início do novo governo, na Secretaria Executiva do Ministério. Nas eleições daquele ano, a oposição conquistou vitórias em estados importantes, como o Rio de Janeiro, que elegeu Anthony Garotinho, do Partido Democrático Trabalhista (PDT), o Rio Grande do Sul, onde Olívio Dutra, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi eleito, derrotando Antonio Britto (do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, PMDB, e importante apoiador do governo federal) e Minas Gerais, onde o ex-presidente da República, Itamar Franco foi eleito. Itamar pertencia ao PMDB, que apoiava o governo Fernando Henrique, e havia sido o mais importante cabo eleitoral do presidente quando de sua primeira eleição, em 1994, na esteira da popularidade obtida pelo governo com o sucesso do Plano Real. Itamar, no entanto, se distanciara do Fernando Henrique e foi eleito com um discurso oposicionista. O ex-presidente foi o mais importante porta-voz de um movimento de governadores que pretendia renegociar mais uma vez as dívidas e rever as exigências de contenção de gastos anteriormente estabelecidas pelo governo federal

  Pedro Parente, mais uma vez, foi responsável pelas negociações com os estados. Nessa ocasião, no entanto, não foi possível chegar a acordos. O governo de Minas Gerais suspendeu unilateralmente os pagamentos por considerar injustas as condições estabelecidas na negociação anterior e o governo gaúcho passou a depositar pagamentos em juízo, pela mesma razão. Em retribuição, o governo federal impôs sanções financeiras a ambos os estados. Ainda que, mais tarde, alguns entendimentos tenham sido atingidos, ao longo de todo o segundo mandato de Fernando Henrique, as relações com uma parcela dos governadores foram tensas.

Em abril de 1999, Pedro Parente assumiu o Ministério de Orçamento e Gestão, em substituição a Paulo Paiva, que assumiu a vice-presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Parente foi substituído na Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda por Amaury Bier. Permaneceu pouco tempo na pasta. Em julho do mesmo ano, por ocasião de uma reforma ministerial, assumiu, em substituição a Clóvis Carvalho, a chefia da Casa Civil, na qual permaneceria até o final do governo. Carvalho havia deixado a Casa Civil em decorrência de atritos com outros membros do governo, em especial com o titular da Fazenda, Pedro Malan. No momento em que Parente assumiu a Casa Civil, foi estabelecido um rearranjo da coordenação política do governo, que antes encontrava-se concentrada nas mãos de Carvalho. A partir da entrada de Parente, a Casa Civil passou a ser responsável principalmente pela articulação interna das ações do governo, ficando a relação com a sociedade a cargo da Secretaria Geral da Presidência, ocupada pelo deputado do PSDB paulista Aloysio Nunes Ferreira.

Ao contrário do primeiro mandato de Fernando Henrique, que transcorrera sob o forte impulso da popularidade obtida com o sucesso do Plano Real no combate à inflação, o segundo foi caracterizado pelo declínio do apoio popular ao governo e por pressões da oposição, de sindicatos, de associações empresariais e de membros do próprio governo por mudanças na política econômica. Questionava-se, entre outros aspectos, a contenção de gastos públicos e a política de juros como instrumentos de contenção da inflação. Pedro Parente exerceu, na chefia da Casa Civil, as funções de defensor e de condutor da linha política que vinha sendo implementada desde o primeiro mandato. De forma coerente com a orientação adotada, um dos temas principais da agenda do governo no segundo mandato, cuja articulação esteve a cargo de Parente, foi a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal, que tramitou no Congresso ao longo do primeiro semestre de 2000. A lei limitava os gastos e o endividamento de todas as esferas da administração pública e foi duramente criticada por políticos de oposição e por organizações ligadas a movimentos sociais que avaliavam que sua aprovação significaria uma cristalização dos cortes de gastos nas áreas sociais.

O principal desafio enfrentado por Pedro Parente durante o segundo mandato de Fernando Henrique, no entanto, se deu quando da crise energética, enfrentada pelo país em 2001. As causas da crise foram intensamente debatidas. De um lado, o governo atribuía a escassez de energia a fatores essencialmente climáticos, com a ausência de chuvas provocando queda do nível dos reservatórios de água das usinas geradoras. De outro, a oposição apontava a redução de investimentos, fruto da política de combate à inflação baseada no corte de gastos públicos, como um fator determinante para a ocorrência do problema. Independente das causas, o país encontrava-se, no primeiro semestre de 2001, à beira de um colapso energético. O governo contou um gabinete especial para enfrentar a crise, coordenado por Pedro Parente: o Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica (a Câmara se tornaria conhecida, no anedotário político brasileiro, como “Ministério do Apagão”). Parente coordenou a Câmara em paralelo à manutenção de suas funções na Casa Civil.

A proposta adotada pela Câmara e iniciada em maio de 2001 foi a de restrição ao consumo de energia, através do estabelecimento de cotas, em praticamente todos os setores da sociedade, sob pena de cortes do fornecimento e aumentos cumulativos no custo da energia. Também foram implementados aumentos automáticos do preço da energia para aqueles consumiam acima de um patamar mínimo, independente do cumprimento da cota. Foi proibida a realização de jogos de futebol e outros eventos de entretenimento à noite. A constitucionalidade do racionamento chegou a ser questionada no Supremo Tribunal Federal. A corte, no entanto, apesar da posição de seu presidente, Marco Aurélio Mello, que considerava a medida inconstitucional, terminou por aprovar a legalidade das medidas do governo.

O racionamento, que se prolongou até os primeiros meses de 2002, gerou transtornos para a sociedade e provocou forte desgaste na imagem do governo e do presidente da República. Por outro lado, a avaliação da condução da crise por Pedro Parente, dentro do governo, foi positiva. Na reta final do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, Parente era um dos auxiliares mais próximos do presidente. Após as eleições de 2002, em que Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, derrotou José Serra, do PSDB, no segundo turno da disputa presidencial. Parente assumiu a tarefa de coordenar, por parte da administração que se encerrava, a equipe de transição para o novo governo.

Após o término do mandato de Fernando Henrique, Pedro Parente dedicou-se à iniciativa privada. Em fevereiro de 2003 tornou-se vice-presidente executivo do Grupo RBS, empresa do ramo da comunicação detentora de canais de televisão, rádios e jornais líderes de mercado no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Permaneceu no grupo até dezembro de 2009, destacando-se na coordenação da reestruturação financeira da empresa.

 Entre janeiro de 2010 e abril de 2014, atuou como presidente e CEO da Bunge Brasil, empresa de agronegócio, alimentos e exportação, criada no país em 1905, com área de atuação em compra e processamento de grãos, além de produção de alimentos, açúcar e bioenergia. Durante o tempo que presidiu a empresa detentora das marcas Soya, Delícia, All Day, Primor, e Salsaretti, entre outras, empreendeu uma ampla reestruturação nas operações, que resultou na multiplicação das atividades de agronegócio, alimentos e ingredientes. 

Após ter saído da Bunge, manteve sua atuação na Prada Assessoria, escritório de investimentos fundado por Parente, Lucia Hauptman e Letícia Costa, com o objetivo de assessorar famílias em planejamento patrimonial, identificação de oportunidades de investimento, gestão de ativos e estruturação financeira, dentre outras competências. Paralelamente, presidiu os Conselhos de Administração da BMF&Bovespa, do Grupo ABC, da SBR-Global e do Arlon Latin America Private Equity Fund, além de ter atuado no Conselho de Administração da Continental Grains Company, da TAM e da ALL – America Latina Logística. Na área educacional, integrou ainda o Conselho de Administração da Kroton Educacional e a comissão externa de avaliação do Insper.

Em junho de 2016, a convite do então presidente interino Michel Temer, assumiu a presidência na Petrobrás. Nessa ocasião, a empresa estava em processo de recuperação, uma vez que diversos de seus ex-diretores estavam envolvidos nos casos  desenrolados pela Operação Lava Jato, que consistiu numa vasta investigação, liderada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, sobre casos de corrupção, desvio e lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobrás, empreteiras e nomes ligados à política nacional. No início de sua gestão, Parente investiu em um processo de criação de uma nova estrutura para a empresa, além de procedimentos e normas para fortalecer a transparência e garantir controle das operações realizadas pela Petrobrás, pautada na avaliação de integridade de fornecedores e em melhorias nos processos licitatórios, contratações e auditorias dos serviços prestados por terceiros à companhia. 

Posicionou-se a favor do projeto que alterava as regras de exploração de petróleo na camada pré-sal, desobrigando a Petrobrás de participar com pelo menos 30% dos investimentos em todos os consórcios de exploração dessa camada. Na perspectiva explicitada à imprensa por Parente, seria importante que a Petrobrás pudesse optar por participar ou não dos consórcios.  Apesar de severas críticas da oposição, que acusou a proposição de facilitar a atuação de empresas multinacionais nos campos de pré-sal brasileiros, o projeto, que já havia passado pelo Senado, foi aprovado pela Câmara dos Deputados em novembro de 2016, quando foi enviado à sanção do presidente Michel Temer.   

Em janeiro de 2017 Pedro Parente anunciou à imprensa que a Petrobrás, pelo segundo ano consecutivo, teria atingido a meta anual de produção. Destacando que meta, na sua gestão, era “coisa séria”, apontou o aumento da produção, de 2.144.256 barris de petróleo por dia em 2015, para uma meta de 2,145 milhões de barris/dia em 2016, ano durante o qual a produção média de petróleo no Brasil atingiu recorde histórico anual, 0,75% acima do resultado do ano anterior.  Na mesma ocasião, o diretor de Organização e Sistema de Gestão da estatal, Nelson Silva, apresentou previsão de investimentos de US$ 19 bilhões para que se iniciava. Nas palavras de Pedro Parente, 2017 seria o ano de consolidação do processo de virada da Petrobrás, que “vai voltar a ser motivo de orgulho para seus trabalhadores e a sociedade brasileira”. 

Em fevereiro de 2017, completados nove meses de mandato de Parente à frente da estatal, a Petrobrás informou em seu site que a agência de classificação de risco Standard & Poor’s melhorou a classificação de risco da dívida corporativa da companhia, de B+ para BB-,  e alterou a perspectiva de nota negativa para estável. 

Ao longo de sua trajetória profissional, Pedro Parente também foi fellow da Universidade George Washington e membro dos conselhos do New York Philharmonic International Advisory Board, da Orquestra Sinfonica do Estado de São Paulo (OSESP) e da Sociedade de Cultura Artística. 

Foi casado com Maria Luce de Carvalho, com quem teve três filhos, e com Gecy Belmonte, com quem teve uma filha. Em terceiras nupcias, casou com Lucia Hauptman.  


 

Darlan Montenegro/Luciana Pinheiro (atualização)

 

Fontes:

 

Fontes:


All-América Latina Logística, Manual para Participação de Acionistas, em www.mzcenter.com.br/Arquivos/121081.pdf. Acesso em 10 de novembro de 2009; BUARQUE de Holanda, Bartolomeu. Buarque, uma Família Brasileira: ensaio histórico e genealógico. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2007; Folha de S. Paulo, 1º de janeiro de 1994; 03 de janeiro de 1994; 16 de dezembro de 1994; 20 de outubro de 1995; 13 de dezembro de 1995; 23 de maio de 1997; 5 de janeiro de 1999; 30 de Março de 1999; 17 de Julho de 1999; 31 de Julho de 1999; 30 de Agosto de 1999; 28 de Janeiro de 2000;  17 de maio de 2001; 19 de maio de 2001; Istoé Dinheiro, 11 de janeiro de 2002; Istoé Gente, 28 de maio de 2001; Veja, 22 de maio de 1991; 23 de outubro de 1991; 24 de junho de 1992; 29 de julho de 1992; 4 de julho de 2001.

Portal Bunge. Disponível em: <http://www.bunge.com.br>. Acesso em 04/03/2017; Portal do Centro de Liderança Pública. Disponível em: <http://www.clp.org.br>. Acesso em 04/03/2017; Portal Exame.com. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/>. Acesso em 04/03/2017; Portal G1 de notícias. Disponível em: <http://g1.globo.com>. Acesso em 04/03/2017; Portal do Grupo RBS. Disponível em: <http://www.gruporbs.com.br/> Acesso em 04/03/2017; Portal do Insper. Disponível em: <https://www.insper.edu.br>. Acesso em 04/03/2017;  Portal do Ministério do Planejamento. Disponível em: <http://www.planejamento.gov.br>. Acesso em 10/11/2009. Portal da Petrobrás. Disponível em: <http://www.petrobras.com.br>. Acesso em 04/03/2017; Portal da Prada Assessoria. Disponível em: <http://www.pradabr.com.br>. 


Para enviar uma colaboração ou guardar este conteúdo em suas pesquisas clique aqui para fazer o login.

CPDOC | FGV • Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil
Praia de Botafogo, 190, Rio de Janeiro - RJ - 22253-900 • Tels. (21) 3799.5676 / 3799.5677
Horário da sala de consulta: de segunda a sexta, de 9h às 16h30
© Copyright Fundação Getulio Vargas 2009. Todos os direitos reservados