TAKIMOTO, GEORGE

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Nome: TAKIMOTO, George
Nome Completo: TAKIMOTO, GEORGE

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:

TAKIMOTO, George

*dep. fed. MS 1991-1995.

 

George Takimoto nasceu em Lavínia (SP) no dia 2 de abril de 1941, filho de Takeo Takimoto e Hanae Takimoto.

Matriculou-se no curso de medicina da Universidade Santa Casa, em São Paulo (SP), em 1982, mesmo ano em que começou sua carreira política, ao eleger-se vice-prefeito de Dourados (MS) na legenda do Partido Democrático Social (PDS). O curso seria concluído em 1988.

Em 1985, saiu do PDS para ajudar a fundar o Partido da Frente Liberal (PFL) no estado. Elegeu-se vice-governador do Mato Grosso do Sul em novembro de 1986 e, renunciando à vice-prefeitura, foi empossado, juntamente com o governador Marcelo Miranda, em março de 1987.

Desincompatibilizando-se do cargo de vice-governador, elegeu-se deputado federal pelo Mato Grosso do Sul em outubro de 1990. Em 1991 participou da Comissão de Seguridade Social e Família e da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a impunidade de traficantes e crescimento do consumo de drogas e foi suplente da Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias.

Na sessão da Câmara dos Deputados de 29 de setembro de 1992, esteve ausente da votação do impeachment do presidente Fernando Collor de Melo. Collor foi acusado de crime de responsabilidade por ligações com um esquema de corrupção liderado pelo ex-tesoureiro de sua campanha presidencial, Paulo César Farias. Afastado da presidência logo após a votação na Câmara, renunciou ao mandato em 29 de dezembro de 1992, pouco antes da conclusão do processo pelo Senado Federal, sendo efetivado na presidência da República o vice Itamar Franco, que já vinha exercendo o cargo interinamente desde 2 de outubro.

Nas principais matérias constitucionais apresentadas na Câmara dos Deputados ao longo da legislatura 1991-1995, votou a favor da criação do Fundo Social de Emergência (FSE), que permitia ao governo retirar recursos de áreas como saúde e educação para ter maior liberdade de administração das verbas e da criação do imposto de 0,25% sobre transações bancárias, o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF). O parlamentar votou contra o fim do voto obrigatório.

Candidatou-se à reeleição no pleito de outubro de 1994, não obtendo sucesso. Deixou a Câmara dos Deputados em janeiro de 1995, ao final da legislatura. Em outubro de 1998, voltou a disputar uma vaga na Câmara dos Deputados e mais uma vez não conseguiu se eleger.

Em outubro de 2000, já filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), Takimoto disputou a prefeitura de Dourados, mas obteve apenas o quarto lugar no pleito, vencido por Laerte Tetila, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Em abril de 2008, filiou-se ao Partido Progressista (PP). Posteriormente, mudando mais uma vez de partido, ingressou no Partido Verde (PV), vindo a ocupar a presidência do diretório municipal da agremiação em Dourados, em 2009.

Casou-se com Marie Takimoto, com quem teve um filho.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1991-1995 e 1995-1999); Perfil parlamentar/IstoÉ; TRIB. SUP. ELEIT. Dados (1998).

 

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