Alex Sandro Gomes (Minduín)

Entrevista

Alex Sandro Gomes (Minduín)

Entrevista realizada no contexto do projeto “Territórios do Torcer - uma análise quantitativa e qualitativa das associações de torcedores de futebol na cidade de São Paulo” desenvolvido pelo CPDOC em convênio com o Museu do Futebol e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entre março de 2014 e fevereiro de 2015. O projeto visa, a partir dos depoimentos cedidos, a publicação de um livro e a edição de um filme documentário sobre o tema.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: HOLLANDA, Bernardo Borges Buarque de; FLORENZANO, José Paulo (Org.) . Territórios do torcer: depoimentos de lideranças das torcidas organizadas de futebol. 1. ed. São Paulo: EDUC, 2019. v. 1. 391p .

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
José Paulo Florenzano
Bruna Gottardo
Raphael Piva Favalli Favero
Data: 31/10/2014
Local(ais):
São Paulo ; SP ; Brasil

Duração: 2h11min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Alex Sandro Gomes
Nascimento: 16/8/1977; São Paulo; SP; Brasil;

Formação: Graduação em História.
Atividade: Professor.

Equipe

Levantamento de dados: Raphael Piva Favalli Favero;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Raphael Piva Favalli Favero;

Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Técnico Gravação: Carolina Soares Pires;

Temas

Ação Social;
Alemanha;
Anos 1980;
Anos 1990;
Eleições;
Elites;
Esportes;
Família;
Imprensa;
Infância;
Movimentos sociais;
Mulher;
Negros;
Política;
São Paulo;
Segurança pública;
Torcidas de futebol;
Viagens e visitas;
Violência;

Sumário

Entrevista: 31.10.2014

Apresentações iniciais; nascimento em Capão Redondo, São Paulo; origens familiares; início da relação com o futebol e com o Sport Club Corinthians Paulista; a experiência da primeira ida ao estádio em 1984; as idas ao Estádio sem o pai em 1988; a relação com João Batista em 1989 e o primeiro contato com a Gaviões da Fiel; o perfil do torcedor da Gaviões e o ritual de entrada na torcida; o papel da Gaviões como formadora social; a primeira caravana com a torcida em 1991; opiniões sobre nordestinos, negros e mulheres na torcida; a atuação como diretor social; a interlocução da Gaviões com movimentos sociais e com o debate acadêmico; a relação com Martin Curi e análise das torcidas internacionais; críticas ao estatuto do torcedor; a falta de organização nos estádios e a violência nas torcidas; análise da briga de 1995 no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu); o impacto social das torcidas; a questão dos valores do ingressos; a mobilização contra Alberto Dualib; a atuação na vida política do Corinthians e na torcida; opiniões sobre as eleições dentro da torcida e do Corinthians; o significado de Andrés Sanchez como presidente eleito e como ex dirigente de uma torcida organizada; a relação da torcida com a diretoria do Corinthians; o processo de elitização das arquibancadas; o impacto da festa da torcida nos torcedores; a relação da Gaviões com os jogadores do Corinthians; o surgimento da figura de Fernando Capez e a falta de diálogo com as torcidas; o hooliganismo e a violência nas torcidas alemães; o contato com a torcida do Club Atlético River Plate, “Los Borrachos del Tablón” e análise das torcidas argentinas; o poder da imprensa; a experiência na Arena Corinthians (Itaquerão); o presente e o futuro das torcidas organizadas.
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