Francisco Teixeira

Entrevista

Francisco Teixeira

Entrevista realizada no contexto da pesquisa "Trajetória e desempenho das elites políticas brasileiras", parte integrante do projeto institucional do Programa de História Oral do CPDOC, em vigência desde a sua criação em 1975. Trechos da entrevista foram publicados no livro GETÚLIO: uma história oral. / Valentina da Rocha Lima (Coordenação) ; Dora Rocha...[et al]. Rio de Janeiro: Record, 1986. 321. il. A entrevista também foi utilizada no livro Jango: as múltiplas faces/ Angela de Castro Gomes, Jorge Ferreira. - Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007. 272p.:il. A escolha do entrevistado se justificou por sua atuação política.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Ignez Cordeiro de Farias
Lucia Hippolito
Data: 24/11/1983 a 13/2/1984
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 20h30min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Francisco Teixeira
Nascimento: 26/1/1911; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Falecimento: 10/1/1986; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Curso de Estado-Maior em Fort Leavenworth (EUA); Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica.
Atividade: Militar; comandante da III Zona Aérea - ZA (1962-1964).

Equipe

Levantamento de dados: Ignez Cordeiro de Farias;Lucia Hippolito;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Ignez Cordeiro de Farias;Lucia Hippolito;

Conferência da transcrição: Ignez Cordeiro de Farias;

Copidesque: Leda Maria Marques Soares;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Lucia Hippolito;

Temas

Aeronáutica;
Anticomunismo;
Ato Institucional, 5 (1968);
Carlos Lacerda;
Clube Militar;
Conspirações;
Eduardo Gomes;
Escola Naval;
Escola Superior de Guerra;
Forças Armadas;
Francisco Teixeira (militar);
Getúlio Vargas;
Golpe de 1964;
Golpe de estado;
Governo Getúlio Vargas (1951-1954);
Governo João Goulart (1961-1964);
Governo Juscelino Kubitschek (1956-1961);
Governos militares (1964-1985);
Henrique Teixeira Lott;
Integralismo;
Jânio Quadros;
João Goulart;
Juscelino Kubitschek;
Leonel Brizola;
Marinha;
Militares;
Militares e estado;
Ministério da Aeronáutica;
Nacionalismo;
Repressão política;
Revolução de 1930;
Segunda Guerra Mundial (1939-1945);
Tenentismo;

Sumário

1a. Entrevista: A política nas forças armadas; forças armadas e democracia; os militares brasileiros e o golpismo; legalidade x democracia; o movimento de 1964 e a opinião pública; os militares e as sucessões presidenciais brasileiras a partir de 1964; os interesses americanos no Brasil e a ditadura militar; coesão x divisão ideológica nas forças armadas; a "república do Galeão" (1954); os militares golpistas após a morte de Vargas; o 11 de Novembro; os militares e a posse de João Goulart(1961); civis, militares e o futuro da democracia no Brasil; o início da discriminação político-ideológica nas forças armadas(1935); o fim das lideranças pessoais nas forças armadas; a necessidade de democratização dos regulamentos militares; a doutrina de segurança nacional; o conceito de segurança nacional; a participação do militar na vida nacional enquanto cidadão; o papel dos clubes de militares; a importância do Clube Militar; os ministros do Exército e da Aeronáutica do governo Figueiredo; a possibilidade de criação de um ministério da defesa; ministros civis em pastas militares; a democratização do recrutamento nas forças armadas; a opção pela carreira militar; a derrota dos militares argentinos na Guerra das Malvinas(1982); a Escola Superior de Guerra; a opção do entrevistado pela aviação; a aviação naval e a aviação militar; Eduardo Gomes e a criação do Ministério da Aeronáutica; origens familiares; atividades do pai; parentesco do entrevistado com Edmundo Bittencourt; relações entre o pai e Getúlio Vargas; o curso na Escola Naval; a aviação naval; o Correio Aéreo Militar e o Correio Naval; a Missão Francesa no Exército e a Missão Americana na Marinha; primeira experiência de vôo; a viagem de guarda-marinha; o curso de aviação na Escola Naval; experiência de vôo no Exército e na Marinha; o elitismo da Marinha brasileira; a Escola de Aprendizes Marinheiros; a disciplina a bordo dos navios; a disciplina na Aeronáutica; primeiros estudos; os professores da Escola Naval; o almirante Álvaro Alberto; a rotina de estudos na Escola Naval; vida de rapaz; a revolta do encouraçado São Paulo(1924); a Revolução de 30; atividades políticas do pai; a Aliança Liberal e a Escola Naval; os "tenentes"; a morte de Siqueira Campos e a defecção de Prestes; os ministros da Marinha entre 1930 e 1945; o governo de Getúlio no Rio Grande do Sul; participação na Revolução de 32 ao lado do governo federal; o tenentismo na Marinha após 1930; a volta à hierarquia na Marinha; a Ação Integralista Brasileira; integralismo e forças armadas; o anti-semitismo na Marinha; o anticomunismo na Marinha; marinheiros comunistas x oficiais integralistas; a carreira militar dos irmãos; a mística da aviação; a aviação brasileira e a Segunda Guerra Mundial; o patrulhamento do litoral brasileiro; a hierarquia na Marinha; "rabanetes" e "picolés"; Trifino Correia...................... 1 a 45
2a. Entrevista: As intervenções militares na política brasileira antes e depois de 1935; a Aliança Nacional Libertadora; as anistias aos militares; avaliação da Revolta de 35; a Revista do Clube da Aeronáutica; o "perigo comunista"; a repressão aos militares envolvidos na Revolta de 35; Filinto Mu"ller e Prestes; o Clube Militar até 1964; a transferência para Florianópolis(1936); as promoções nas forças armadas; a "lei da praia"; a repressão aos militares após 1964; cassação de patentes e condecorações; a reunião dos generais em dezembro de 1935; as medidas de exceção votadas pelo Congresso(1936-37); Getúlio, Dutra e Góis Monteiro; atuação de Góis Monteiro na Revolução de 32; a campanha presidencial de 1937; partidário da candidatura José Américo; o núcleo integralista na Marinha; o putsch integralista(1938); a guarda pessoal de Getúlio; Gregório Fortunato; as forças armadas durante o Estado Novo; o impacto do início da guerra; a aviação alemã; o aparecimento do Messerschmitt; os Aliados e a aviação; as doutrinas de supremacia do poder aéreo; a criação do Ministério da Aeronáutica(1941); o ataque japonês a Pearl Harbour; o black-out das cidades americanas; relações com Eduardo Gomes; choques entre Eduardo Gomes e os americanos nas bases aéreas do Nordeste; morte do irmão mais velho em acidente aéreo; subcomandante da Base Aérea do Galeão (1944); oposição de Eduardo Gomes à criação do Ministério da Aeronáutica; cobertura aérea dos comboios da Marinha durante a guerra; as bases americanas no Nordeste; o Grupo de Aviação de Caça; o casamento(1942); leituras; relações com o catolicismo; o salvacionismo militar; o desprestígio da classe política; a tradição de austeridade da República Velha; curso de estado-maior em Fort Leavenworth(1944-45); a queda de Getúlio e a eleição de Dutra; a FEB; José Pessoa; entrada para o Clube Militar(1944); as eleições no Clube Militar, a campanha "O petróleo é nosso"; os presidentes do Clube Militar entre 1944 e 1964; a campanha para o Clube Militar em 1983.......... 45 a 91

3a. Entrevista: As eleições no Clube Militar(1950): Estillac Leal x Cordeiro de Farias; a candidatura Vargas(1950); pronunciamentos militaresa favor da posse de Getúlio; a Revista do Clube Militar publica artigo condenado a intervenção americana na Guerra da Coréia(1951); o projeto da Petrobrás; o almirante Álvaro Alberto e a política nacional de energia nuclear; as eleições no Clube Militar(1952): Juarez Távora x Estillac Leal; a substituição de Estillac no Ministério da Guerra; inquéritos anticomunistas nas forças armadas(1952): prisões, torturas e cassação de patentes; a Cruzada Democrática; a administração Nero Moura no Ministério da Aeronáutica; os ministros militares do segundo governo Vargas; dualidade de poder na Aeronáutica; Dutra; Escola Superior de Guerra x Clube militar; chefe do Estado-Maior do Comta - Comando de Transporte Aéreo; a situação da Aeronáutica no segundo governo Vargas; a politização da Aeronáutica; Eduardo Gomes e as fidelidades pessoais; a nomeação de Nero Moura para ministro de Getúlio; a pregação de Lacerda na Aeronáutica; Getúlio Vargas durante o segundo mandato; Getúlio e os partidos políticos; Getúlio e a política de massas; o Memorial dos coronéis; os militares e as honrarias; contatos entre os militares nacionalistas e os políticos; o Movimento Militar Constitucionalista (MMC); necessidade de liberdade de pensamento nas forças armadas....................................... 91 a 118

4a. Entrevista: O inquérito de 1952 nas forças armadas: prisões, tortura e cassação de patentes; preso com a filha no início da década de 1970; o quartel da PE na rua Barão de Mesquita, no Rio; o inquérito d 1952 nas forças armadas; infiltração comunista na Marinha: a tradição do encouraçado Potemkin; o recrutamento na Marinha; grupo nacionalista x cúpula militar; o levante de Jacareacanga(1956); os ministros da Aeronáutica do governo Kubitschek; o inquérito de 1952 nas forças armadas; o ministério e o inquérito; Osvaldo Aranha; a imprensa e o inquérito; torturas durante o Estado Novo e durante o segundo governo Vargas; os ministros da Guerra do segundo governo Vargas; o Memorial dos coronéis; Nero Moura x Eduardo Gomes; a crise do governo Vargas; a guarda pessoal de Lacerda; o assassinato do major Vaz; a substituição de Nero Moura no Ministério da Aeronáutica; o inquérito policial-militar; a república do Galeão"; o depoimento de Benjamin Vargas; o atentado a Lacerda; as prisões de Alcino, Climério e Gregório; o depoimento de Darci Vargas; a confissão de Gregório Fortunato; a morte de Getúlio; Carlos Lacerda; Lacerda; Juraci Magalhães e Jânio Quadros nas eleições de 1960......................................... 118 a 145

5a. Entrevista: O governo Café Filho; Lott e Zenóbio; Henrique Cordeiro Oest; a candidatura Juscelino; as eleições de 1955; Juarez Távora; o Movimento Militar Constitucionalista (MMC); cédula oficial x cédula única; o discurso de Mamede; Canrobert Pereira da Costa; o 11 de Novembro de 1955; Odílio Denis; o episódio do Tamandaré em Santos; prisões na madrugada de 11 de novembro de 1955; os impedimentos de Carlos Luz e de Café Filho; a posse de Nereu Ramos e o estado de sítio; chefe do Estado-Maior do Comta; as nomeações militares do governo Juscelino; o levante de Jacareacanga; a reação ao levante; a demissão de Vasco Alves Seco do Ministério da Aeronáutica; no Estado-Maior da Aeronáutica; na Escola Superior de Guerra(1957); as eleições no Clube Militar (1958); a demissão de Henrique Fleiuss do Ministério da Aeronáutica; Lott e Denis; no gabinete do ministro Correia de Melo; a questão da energia atômica; eduardistas e lacerdistas na Aeronáutica; o episódio da espada de ouro; Nemo Canabarro Lucas; Lott no Ministério da Guerra; JK-65........................................... 145 a 178


6a. Entrevista; Relações públicas do ministro Correia de Melo; a oposição a Juscelino na Aeronáutica; a compra do porta-aviões Minas Gerais; a pacificação dos brigadeiros; promoção a brigadeiro; chefe-de-gabinete do ministro Correia de Melo; as eleições no Clube Militar (1956 e 1958); a lei Denis; a influência dos adidos militares americanos no Brasil; a visita de Le May ao Brasil; Castelo Branco; a Cruzada Democrática; a viagem do ministro Correia de Melo aos estados; Lott assume o Ministério da Aeronáutica; Ivo Borges; o ministro Correia de Melo; o DAC; a CPI da aviação na Câmara dos Deputados; o levante de Aragarças (1959); a campanha eleitoral de 1960; o apoio de Denis a Jânio Quadros; os ministros militares do governo Jânio Quadros; Gru"n Moss; a candidatura Lott; o apoio dos comunistas a Lott; Lott e Andrada Serpa; a candidatura João Goulart; PSD e PTB; Jânio Quadros e Leonel Brizola; nacionalismo e democracia; Lott e Geisel; a importância da habilidade política; os recursos de poder; o oportunismo do apoio da esquerda à candidatura Lott; reação da Aeronáutica a Lott; Brasília; Antônio Salazar e Fulgêncio Batista...................................... 178 a 219

7a. Entrevista: O governo Jânio Quadros e a pacificação das forças armadas; ostracismo durante o governo Jânio Quadros; política externa independente; os militares e a política externa; o ministério; o Clube Militar; a renúncia de Jânio; prisão no Corpo de Fuzileiros Navais; o ministro Clóvis Travassos; eleição de Tancredo Neves para primeiro-ministro; subchefe do EMFA; comandante da III Zona Aérea; tentativa de sequ"estro de Lacerda pelos pára-quedistas; Arrais x João Goulart; entrevista de Lacerda ao Los Angeles Times; Gustavos Borges; a frustrada prisão de Lacerda; o ministro Segadas Viana; contatos pessoais com João Goulart; a revolta dos marinheiros; a substituição de Sílvio Mota no Ministério da Marinha; os erros do governo João Goulart na área militar; Jair Dantas Ribeiro e Peri Bevilacqua; João Goulart e Carlos Lacerda; fraqueza e inabilidade política de João Goulart; os erros das esquerdas brasileiras; Prestes e Goulart; PCB, CGT e Dante Pellacani; a "república sindicalista"; a oposição a Jango; o embaixador Lincoln Gordon; alternativas para a crise de 1964 na área militar; a fuga de João Goulart; a desorganização das forças governistas durante o movimento de 1964; a greve geral; a adesão de Correia de Melo a conspiração; Castelo Branco e Carlos Lacerda; a adesão de Amauri Kruel ao movimento revolucionário; o jantar no Automóvel Clube; o "cabo" Anselmo; a revolta dos marinheiros; o CGT e os marinheiros; o almirante Aragão; o entourage de João Goulart e o de Juscelino; Miguel Arraes; Brizola e as esquerdas; o caudilhismo de Brizola; Brizola pró-ditadura................ 219 a 258

8a. Entrevista: O dispositivo militar de João Goulart; o movimento militar em março de 1964; Assis Brasil e Darci Ribeiro; o discurso de Jango no Automóvel Clube; o respeito à hierarquia nas forças armadas; prisão após a vitória da Revolução de 64; preso incomunicável no Ministério da Marinha; cassado e transferido para a reserva pelo Ato Institucional no. 1(09.04.1964); transferência para o navio Princesa Leopoldina; morte da mãe; os depoimentos dos oficiais presos; nova transferência para o Ministério da Marinha; liberdade e demissão nas forças armadas; dado como morto pelas forças armadas; a conspiração do general Ladário Teles; a conspiração de Brizola; a conspiração de Ademar de Barros; Ademar de Barros; Jango x Brizola no exílio; o AI-2; as eleições de 1965; a volta de Juscelino; o bipartidarismo; a Frente Ampla; Carlos Lacerda; Renato Archer e Juscelino; Lacerta e Renato Archer encontram-se com João Goulart em Montevidéu; Brizola contra a Frente Ampla; o AI-5; Brizola e a guerrilha; prisão por ocasião da posse de Médici; preso incomunicável na Vila Militar; prisão e tortura do filho na ilha das Flores; depoimentos; libertado e preso com a filha no quartel da PE da rua Barão de Mesquita; depoimentos; liberdade.................................... 258 a 293

9a. Entrevista: O "caso Para-Sar"; o capitão Sérgio; o brigadeiro Burnier; Eduardo Gomes, Cordeiro de Farias e o "caso Para-Sar"; a anistia nas forças armadas; incêndio na casa da família a mando de Burnier; convivência com Carlos Lacerda; contatos com Eduardo Gomes; desencanto dos militares antigos com as forças armadas; a impopularidade das forças armadas; o salvacionismo militar; a volta aos quartéis; o futuro das forças armadas depois da redemocratização; os militares cassados e as eleições de 1974 e 1978; a volta de Brizola; a organização do PDT; a reinserção dos militares na sociedade; os partidos políticos e os militares; o PSD e os militares; política x política partidária; a anistia dos militares.......... 293 a 319

10a. Entrevista: Origens familiares; família paterna e família materna; o almirante Muniz Freire; o parentesco com Edmundo Bittencourt; a família Bittencourt; a opção pela carreira militar; os primeiros estudos; atividade política do pai; a campanha contra Bernardes; as "cartas falsas"; prisão do pai; a Aliança Liberal; contato com os revolucionários; a mãe; o casamento; Iracema Teixeira; os filhos; vida de rapaz no Rio de Janeiro; namoro e casamento; os netos; formação religiosa; a morte do pai; a morte da mãe; a vida no poder e a vida no ostracismo; o afastamento das pessoas após 1964; símbolo da Aeronáutica: o anti-Eduardo Gomes; atuação política na área militar; a hierarquia militar; infiltração comunista nas forças armadas; a Revolta Comunista de 1935; Prestes e Cordeiro de Farias; a atividade profissional do militar; Góis Monteiro; a Escola Superior de Guerra e o salvacionismo militar; pacificação da Aeronáutica; o reingresso no Clube da Aeronáutica; as eleições no Clube Militar (1984); o novo papel das forças armadas; a volta aos quartéis; as eleições diretas para presidente da República; o general Figueiredo; o descontentamento no meio militar; a Constituinte; conspirando pela democracia.... 319 a 351
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