Guilherme Figueiredo

Entrevista

Guilherme Figueiredo

Entrevista realizada no contexto da pesquisa "Trajetória e desempenho das elites políticas brasileiras", parte integrante do projeto institucional do Programa de História Oral do CPDOC, em vigência desde sua criação em 1975. Inclui índice onomástico de Nara Margareth A. de Brito. A escolha do entrevistado se justificou por ser irmão do ex-presidente João Figueiredo.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Rosa Maria Barbosa de Araújo
Lúcia Lahmeyer Lobo
Data: 28/1/1977
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 2h15min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Guilherme Figueiredo
Nascimento: 1/1/0001; Campinas; SP; Brasil;

Falecimento: 24/5/1997; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Direito e Jornalismo.
Atividade: Teatrólogo, Romancista, Crítico de Música e de Arte, Advogado e Jornalista.

Equipe

Levantamento de dados: Rosa Maria Barbosa de Araújo;Lúcia Lahmeyer Lobo;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Rosa Maria Barbosa de Araújo;Lúcia Lahmeyer Lobo;

Conferência da transcrição: Ignez Cordeiro de Farias;Lucia Hippolito;

Copidesque: Reinaldo Roels Júnior;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Reinaldo Roels Júnior;

Temas

Ademar de Barros;
Clube 3 de Outubro (1931-1935);
Estado Novo (1937-1945);
Euclides Figueiredo;
Exército;
Exílio;
Guilherme Figueiredo;
Liga da Defesa Nacional (1916);
Luís Carlos Prestes;
Política nacional;
Positivismo;
Preso político;
Repressão política;
Revolta comunista (1935);
Revolução Constitucionalista (1932);
Revolução de 1930;
Rio Grande do Sul;
Tenentismo;

Sumário

1ª Entrevista: origens familiares de Euclides de Figueiredo; parentesco com famílias do Rio Grande do Sul; educação de Euclides de Figueiredo: Colégio Militar; socialização: o positivismo da Escola Militar; curso na Alemanha; formação civilista; a Liga de Defesa Nacional; reformulação do Exército; recrutamento militar; Euclides de Figueiredo e o tenentismo em 1922; participação na política riograndense: o Tratado de Pedras Altas; os líderes gaúchos e a Revolução de 1930; a Revolução Constitucionalista de 1932: Euclides de Figueiredo e os conspiradores no Rio de Janeiro; a ida para São Paulo; Leopoldo de Figueiredo na Revolução Constitucionalista; o caráter civilizado das conspirações pré-Estado Novo; filiação política de Leopoldo de Figueiredo; papel de São Paulo frente ao país e à Revolução; a hegemonia paulista e os problemas nacionais: o Nordeste; Brasília; divergências entre Leopoldo e Euclides de Figueiredo quanto à visão política; disputas entre o PRP e o PD durante a Revolução; o isolamento de São Paulo: incapacidade de manter o apoio dos demais estados e da elite política nacional; Góis Monteiro e a Revolução; o fracasso da Revolução; transformação da indústria paulista em função das necessidades bélicas; compra de armamentos nos Estados Unidos; adesão de Klinger a Getúlio e retirada dos revolucionários para o sul: prisão de Euclides de Figueiredo em Santa Catarina; o tratamento civilizado dos adversários antes de Filinto Müller: a instituição da tortura em 1935; Euclides de Figueiredo no exílio: Portugal, França, Inglaterra e Argentina; conspiração no exílio sob a liderança de Euclides de Figueiredo; contatos com conspiradores no país; Ademar de Barros e a conspiração; interesses políticos do PRP e do PD; diferenças entre civis e militares durante a Revolução Constitucionalista; conspirações contra Getúlio: o Estado Novo e a prisão de Euclides de Figueiredo; o movimento de 1935; Antonio Bento Monteiro Tourinho (PC); prisão de Euclides de Figueiredo na Casa de Detenção; transferência para a Fortaleza de Santa Cruz; companheiros de prisão; contato entre Guilherme de Figueiredo e Luís Carlos Prestes; Euclides de Figueiredo e líderes gaúchos; disputas pela liderança da conspiração; rompimento entre Euclides e Júlio de Mesquita; ligações entre Guilherme de Figueiredo e Paulo Duarte; Euclides no Rio em 1934; prisão em 1937, antes do golpe do Estado Novo, e contatos com os integralistas; Fournier e o putsch de 1938; envolvimento de Euclides; período de incomunicabilidade; julgamento pela Lei de Segurança Nacional; transferência da Casa de Detenção para a Fortaleza de Santa Cruz; liberdade condicional; atividades jornalísticas de Euclides na prisão; apresentação ao voluntariado; situação civil de Euclides por ter sido sentenciado pela Lei de Segurança Nacional; eleição para a Constituinte de 1946, pela UDN; o coronel Palimércio Rezende; a ação de Góis Monteiro sobre os militares; politização do Exército e penetração nas atividades civis; o Clube 3 de Outubro; o elitismo dos políticos paulista; apoio operário à Revolução Constitucionalista; a popularidade da Revolução; Santos Dumont e a Revolução; recursos de São Paulo para resistir ao governo federal; conseqüências do recuo de Flores da Cunha; o general Tasso Fragoso e sua recusa em atacar São Paulo; a deputação de Euclides de Figueiredo pala UDN; atuação sobre a legislação militar; ataque à Polícia Especial de Getúlio; os integralistas em 1938; a despolitização e conseqüente tendência à burocratização da geração de Guilherme de Figueiredo..............................................................................................................1 a 66
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