Maria Dione Carvalho de Moraes

Entrevista

Maria Dione Carvalho de Moraes

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memória das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Banco Santander, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2020, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros e a posterior disponibilização dos depoimentos gravados na internet. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Data: 6/7/2017
Local(ais):
Teresina ; PI ; Brasil

Duração: 1h20min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Maria Dione Carvalho de Moraes
Formação: Graduação em Ciências Sociais pela Fundação Norte Mineira de Ensino Superior-FUNM; mestrado em Sociologia Rural pela Universidade Federal da Paraíba –UFPB; especialização em Gestão da Cultura pelo Consórcio MinC/FUNDAJ/UFRPE; doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP; pós-doutorado em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco-UFPE.
Atividade: Professora titular da Universidade Federal do Piauí-UFPI, no Centro de Ciências Humanas e Letras-CCHL; Departamento de Ciências Sociais-DCIES; atuação nos seguintes programas de pós-graduação na UFPI: Políticas Públicas-PPGPP (Doutorado e Mestrado); Sociologia-PPGS (Mestrado); Antropologia-PPGAnt (Mestrado).

Equipe


Técnico Gravação: João Paulo Pugin Silva;

Temas

Anos 2000;
Atividade acadêmica;
Campesinato;
Carvão;
Ciências Sociais;
Cultura;
Ensino médio;
Ensino superior;
Extensão rural;
Funcionalismo público;
Greves;
Indios;
Magistério;
Maranhão;
Migração;
Minas Gerais;
Obras de referência;
Partidos políticos;
Piauí;
Poder legislativo;
Pós - graduação;
Questão agrária;
São Paulo;
Serviço social;
Sociologia;
Território;
Universidade Estadual de Campinas;

Sumário

Entrevista: 06.07.2017

Origens: vida em Minas Gerais; ensino médio em Montes Claros e o despertar para a sociologia; trabalho como professora em Montalvânia; concurso para Emater e trabalho como extensionista local; ingresso no curso de ciências sociais na Fundação Norte Mineira de Ensino Superior; mudanças institucionais na Emater e mobilizações: graduação em ciências sociais; concurso interno e trabalho como supervisora na região do Vale do Rio Doce; trabalho no escritório regional de Viçosa; mudanças institucionais na Emater e primeira greve; discussão política do projeto de extensão rural; primeiro movimento de greve na rua; articulações de desmobilização da Emater; articulações com partidos; pedido de saída para a pós-graduação; mestrado em Campina Grande; mestrado e início da vida docente: mestrado em sociologia com área de concentração em sociologia rural; estudo e dissertação de mestrado sobre um projeto de agricultura alternativa em Montes Claros; início de conclusão da dissertação e ida à Teresina; gravidez; desligamento da Emater e concurso para universidade; defesa da dissertação; pesquisas com a Embrapa; preparação para o doutorado; doutorado na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e retorno à Teresina: doutorado na Unicamp; ida para Campinas; estudos sobre as ocupações das regiões do cerrado e plantações para a produção de carvão vegetal; experiências de estudar na Unicamp; diálogos com outras áreas de estudo; retorno à Teresina; defesa de tese em 2000; criação dos programas de pós-graduação: Criação dos programas de pós-graduação da UFPI (Universidade Federal do Piauí); capacitação do corpo docente; criação do departamento de serviço social; entrada e saída de professores; vinda de professores de outras regiões; dificuldade de manter um corpo docente; dificuldade das ciências sociais na UFPI: crítica à estratégia do curso de ciências sociais da UFPI; dificuldades de uma faculdade periférica; Associação Brasileira de História Oral; pesquisa sobre migrações do Maranhão e Piauí para o corte de cana em São Paulo; mudanças na pesquisa sobre campesinato e ruralidades ao longo dos anos; estudos sobre sertão e memória: trabalho com a categoria sertão; disciplina “Imagens e Narrativa de Sertão”; políticas de territórios e questão agrária no Brasil; projeto de emergência étnica e monografia Índios de Piri Piri; estudos em memória; pós-doutorado e pesquisas atuais: pós-doutorado e junção dos campos da cultura e ruralidades; a cultura no desenvolvimento territorial; livros que marcaram a sua trajetória.
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