Reginaldo Tadeu Batista de Souza (Adamastor)

Entrevista

Reginaldo Tadeu Batista de Souza (Adamastor)

Entrevista realizada no contexto do projeto “Territórios do Torcer - uma análise quantitativa e qualitativa das associações de torcedores de futebol na cidade de São Paulo” desenvolvido pelo CPDOC em convênio com o Museu do Futebol e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entre março de 2014 e fevereiro de 2015. O projeto visa, a partir dos depoimentos cedidos, a publicação de um livro e a edição de um filme documentário sobre o tema.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: HOLLANDA, Bernardo Borges Buarque de; FLORENZANO, José Paulo (Org.) . Territórios do torcer: depoimentos de lideranças das torcidas organizadas de futebol. 1. ed. São Paulo: EDUC, 2019. v. 1. 391p .

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Bernardo Buarque de Hollanda
Bruna Gottardo
Ademir Takara
Data: 17/11/2014
Local(ais):
São Paulo ; SP ; Brasil

Duração: 2h34min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Reginaldo Tadeu Batista de Souza
Nascimento: 28/6/1967; São Paulo; SP; Brasil;

Formação: Superior Incompleto (Administração)
Atividade: Palestrante / Empresário / Mestre de Bateria

Equipe

Levantamento de dados: Raphael Piva Favalli Favero;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Raphael Piva Favalli Favero;

Transcrição: Liris Ramos de Souza;

Conferência da transcrição: Raphael Piva Favalli Favero;

Técnico Gravação: Carolina Soares Pires;

Temas

Agradecimentos;
Anos 1980;
Casamento;
Esportes;
Família;
Formação acadêmica;
Formação escolar;
Hélio Silva;
Mulher;
Polícia;
São Paulo;
São Paulo Futebol Clube ;
Torcidas de futebol;
Viagens e visitas;
Violência;

Sumário

Entrevista: 17.11.2014

Apresentações iniciais; a origem do apelido “Adamastor”; a relação com a mãe; formação escolar; a relação com os estudos acadêmicos; o contato com o futebol e a preferência pelo samba; a escolha pelo São Paulo Futebol Clube; a primeira ida ao estádio em 1981; o contato com a Torcida Uniformizada do São Paulo (Tusp) na época de Hélio Silva; o início da trajetória em torcida organizada na Torcida Tricolor Independente; a rotina em dias de jogo; o respeito entre torcedores rivais; a paixão pela bateria e o primeiro desfile na Sociedade Rosas de Ouro; as idas ao Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi); as viagens com a torcida; a questão da rivalidade entre torcidas e relatos de jogos marcantes; análise do policiamento nos estádios e a violência; relatos de enfrentamento entre torcidas e a importância do diálogo entre os líderes das torcidas; a morte de Cleofas Sóstenes Dantas da Silva (Cléo); o episódio da morte de um torcedor do Santos Futebol Clube e o afastamento da torcida organizada; a falta de participação feminina na Independente; o auge das torcidas nos anos 80; a diferença entre a violência antigamente e atualmente; os gritos de festa da torcida; o papel da torcida na sua formação pessoal; o processo de articulação com a Torcida Jovem do Flamengo; o respeito entre torcidas; o papel do líder da torcida organizada e a modificação no estatuto do torcedor; o processo da “Retomada”; a construção da personalidade “Adamastor”; a tentativa de diálogo entre torcida e polícia no período de sua gestão como presidente; relatos de alguns episódios de brigas; as atividades após a saída da torcida; o casamento em 1995 e o trabalho em uma corretora de valores; prospecto do seu tempo na torcida; a relação com os filhos e os seus futuros; a migração das torcidas para o carnaval e o reflexo das rivalidades entre torcidas nas escolas de samba; agradecimentos finais.
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