Renato Archer

Entrevista

Renato Archer

Entrevista realizada no contexto da pesquisa "Trajetória e Desempenho das Elites Políticas Brasileiras", parte integrante do projeto institucional do Programa de História Oral do CPDOC, em vigência desde sua criação, em 1975. A entrevista subsidiou a elaboração da dissertação de mestrado de Helena Maria Bousquet Bomeny, que resultou no livro "Paraíso tropical. A ideologia do civismo na TVE do Maranhão" (Rio de Janeiro, Achiamé, 1981), e da dissertação de mestrado de Lucia Hippolito, que resultou no livro "De raposas e reformistas: o PSD e a experiência democrática brasileira, 1945-64" (Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1985). A entrevista também foi utilizada no livro Jango: as múltiplas faces/ Angela de Castro Gomes, Jorge Ferreira. - Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007. 272p.:il. A escolha do entrevistado se justificou por sua trajetória, tendo sido o primeiro a falar de educação pela TV em sua plataforma nas eleições ao governo do estado do Maranhão.
Forma de Consulta:
Entrevista datilografada disponível na Sala de Consulta do CPDOC.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Aspásia Alcântara de Camargo
Helena Maria Bousquet Bomeny
Lucia Hippolito
Gerson Moura
Data: 30/5/1977 a 30/8/1978
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 33h0min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Renato Bayma Archer da Silva
Nascimento: 10/7/1922; São Luís; MA; Brasil;

Falecimento: 20/6/1996; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Escola Naval.
Atividade: Militar; vice-governador MA (1952-56); deputado federal MA (1955-68); ministro da Ciência e Tecnologia (1985-87); ministro da Previdência Social (1987-88); presidente da Embratel.

Equipe

Levantamento de dados: Lucia Hippolito;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Lucia Hippolito;

Conferência da transcrição: Ignez Cordeiro de Farias;

Copidesque: Lucia Hippolito;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Ignez Cordeiro de Farias;

Temas

Agência Nacional de Energia Atômica;
Aliança para o Progresso (1961);
Ato Institucional, 5 (1968);
Atuação parlamentar;
Autobiografias;
Brasília;
Carlos Lacerda;
Celso Furtado;
Comissão Mista Brasil - EUA (1951-1953);
Crise de 1955;
Delfim Neto;
Eleições;
Energia nuclear;
Escola Superior de Guerra;
Estados Unidos da América;
Frente Ampla (1967);
Golpe de 1964;
Governo Castelo Branco (1964-1967);
Governo Costa e Silva (1967-1969);
Governo Jânio Quadros (1961);
Governo João Goulart (1961-1964);
Governo Juscelino Kubitschek (1956-1961);
Guerra Fria;
Henrique Teixeira Lott;
Jânio Quadros;
João Goulart;
José Maria Alkmin;
José Sarney;
Juarez Távora;
Juscelino Kubitschek;
Lucas Lopes;
Luís Carlos Prestes;
Maranhão;
Marinha;
Mercado Comum Europeu;
Ministério das Relações Exteriores;
Parlamentarismo;
Partido Social Democrático - PSD;
Partidos políticos;
Plano de Metas (1956-1960);
Poder legislativo;
Política econômica;
Política energética;
Política estadual;
Política externa;
Política internacional;
Política nuclear;
Reforma agrária;
Renato Archer;
Repressão política;
Roberto Campos;
San Tiago Dantas;
União Democrática Nacional;
União Soviética;

Sumário

1ª Entrevista: origem familiar; a família na política e nos negócios; formação escolar; o Maranhão; Codó; escolha da carreira; a Escola Naval; influências européia e americana na Marinha; início da vida profissional; a Marinha e a deposição de Vargas em 1945; influência da Marinha em sua formação; vida a bordo durante a Segunda Guerra; ingresso na política; eleição do pai para governador do Maranhão; Vitorino Freire e sua atuação na política estadual; formação do PSD do Maranhão; Paulo Ramos; a volta para a Marinha; crise política no Maranhão (1949); eleição e governo de Eugênio de Barros; vice-governador do Maranhão; deputado federal; a Ala Moça do PSD; primeiros contatos com Juscelino Kubitschek, candidatura e campanha de Juscelino à presidência da República; escolha do vice-presidente..............................................................................................1 a 39

2ª Entrevista: os militares e o PSD na candidatura de Juscelino; as reformas para enfraquecer o PSD; a cédula única; a plataforma eleitoral de Juscelino; a CEMIG; oposição à candidatura e à posse de Juscelino; perfil do General Lott; o golpe de 11 de novembro de 1955; a doença de Café Filho; o episódio Lott/Carlos Luz; negociações políticas; reunião no Ministério da Guerra; sessão na Câmara; o impedimento de Carlos Luz; Nereu Ramos assume a presidência da República; impedimento de Café Filho; o Governo Kubitschek: Jacareacanga; a afirmação de Juscelino no meio militar; aliança PSD/PTB; o Ministério da Agricultura; a CEXIM; a reforma cambial; o BNDE e o Programa de Metas; a indústria automobilística; ligação com Alkmin; a Guerra da Coréia ..........................................39 a 75

3ª Entrevista: representante do Brasil na Agência Internacional de Energia Atômica; o Almirante Álvaro Alberto da Mota e Silva; influência de Álvaro Alberto em sua carreira; o Plano Baruch; Truman e a Comissão de Energia Atômica dos Estados Unidos; a bomba atômica na Segunda Guerra; Robert Oppenheimer; o Projeto Manhattan; os cientistas e o problema da segurança; o Projeto May-Johnson; o Projeto Mac-Mahon; a primeira Conferência Internacional de Energia Atômica (1947); a criação do Conselho Nacional de Pesquisa (1951); a tese das compensações específicas; a experiência de Enrico Fermi; os cientistas Otto Hahn, Liz Meither, Otto Strassmann e Niels Bohr e a primeira cisão do átomo; o enriquecimento do urânio; a tentativa de compra, pelo Brasil, de ultracentrífugas para o enriquecimento do urânio; a oposição de Carlos Lacerda e das Forças Armadas a Juscelino; a Ala Moça no Governo Kubitschek; a ORQUIMA; a exportação de areias monoziáticas; a acusação de Lacerda a Juscelino no caso das areias monoziáticas; carta de Álvaro Alberto a Getúlio sobre a exportação de areias monoziáticas; o parecer de Carlos Caiado de Castro apoiando Álvaro Alberto; a CEME; Juarez Távora e a política nacional de energia nuclear; a demissão de Álvaro Alberto do CNPq; a Comissão Mista Brasil-Estados Unidos; viagem à Inglaterra; o Governo Geisel e a energia atômica..........................75 a 114

4ª Entrevista: representante do governo brasileiro na Junta de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica; a tecnologia nuclear americana e a Lei Mac-Mahon; a Inglaterra e a Lei Mac-Mahon; a França e a energia nuclear; a criação da Agência Internacional de Energia Atômica; a União Soviética e a Agência; observador parlamentar na instalação da Assembléia Geral da Agência (Viena); o discurso do Ministro Carlos Alfredo Bernardez; perfil do Ministro Bernardes; Estados Unidos e a União Soviética na Assembléia Geral da Agência Internacional de Energia Atômica; o lançamento do Sputnik; discursos de Kennedy sobre energia nuclear; o projeto do Ministro Bernardes; o Almirante Foster; os Estados Unidos, a União Soviética e os direitos do Brasil ao uso da energia atômica; a ocupação do Canal de Suez; o Plano Marshall; De Gaulle; o discurso de André Malraux no enterro do líder da Resistência francesa; comemorações do quarto aniversário de Brasília; o Acordo de Brettonwood; o ministro das Relações Exteriores da Iugoslávia, Kocha Poppovich; o Mercado Comum Europeu; a China e a energia atômica; Itaipu; Juscelino e a energia atômica; Brasília ....................................................................114 a 140

5ª Entrevista: debate na Câmara entre Lacerda e Vieira de Melo sobre a exportação de areias monaziáticas; comentários de Álvaro Alberto sobre o discurso de Vieira de Melo; reunião com Juscelino, Vieira de Melo, Nélson de Melo e o Embaixador Edmundo Barbosa da Silva; os documentos secretos trocados entre o Brasil e os Estados Unidos; Juscelino, Barbosa da Silva e os documentos secretos; a Comissão Parlamentar de Inquérito pedida por Armando Falcão; acusação de Lacerda a Falcão; discurso na Câmara defendendo a retomada da política nacional de energia nuclear; a reação do Correio da Manhã ao discurso; Augusto Frederico Schmidt e a ORQUIMA; segundo discurso na Câmara divulgando documentos secretos; a reação de Juarez Távora; Juarez e a CPI; Juarez e os Estados Unidos; a comissão criada no Governo Kubitschek para tratar da vinda das ultracentrífugas; a imprensa, o PSD e o inquérito da Câmara; o comportamento dos partidos durante o Governo Kubitschek; a Ala Moça do PSD e o Programa de Metas; a ação parlamentar da Ala Moça; Amaral Peixoto no diretório nacional do PSD; Amaral embaixador em Washington; o plano de desenvolvimento de Kubitschek, a economia brasileira e o PSD; o PTB; os partidos nas eleições de 1958; a campanha do Correio da Manhã contra Alkmin; a tentativa de retorno à política de apoio ao FMI; Lucas Lopes; Roberto Campos e a reforma cambial; o projeto de reforma fiscal; mudança ministerial; discussão para a construção de Brasília e da rodovia Belém-Brasília; as razões da construção de Brasília; Juscelino e a escolha de seu sucessor; o GAP; o DNOS e o Polígono das Secas; a criação da SUDENE, dos grupos de trabalhos e das hidrelétricas; Juscelino e a política externa; os Estados Unidos e o desenvolvimento brasileiro; definição da política internacional após o período de Juscelino; o caso de Cuba; a viagem de Richard Nixon à América Latina; carta de Juscelino a Eisenhower; reuniões na OEA; a Operação Panamericana; Juscelino e o exílio; Alkmin; acusações de corrupção feitas a Juscelino; o surgimento e o desenvolvimento de grandes firmas brasileiras durante o Governo Kubitschek ................................................................................................................140 a 181

6ª Entrevista: Lott e Denis; a cédula única; Nereu Ramos e o impedimento de Carlos Luz; sessão na Câmara no dia 11 de novembro de 1955; o impedimento de Café Filho (21/11/1955); o General Denis; os militares no Governo Juscelino; a promoção de Pena Boto; a escolha de Nélson de Melo para a chefia da Casa Militar; Juarez Távora pede transferência para a reserva; o PSD e as reformas no período Kubitschek; Getúlio e o processo de industrialização; os sindicatos; a necessidade da reforma agrária; o Ministério da Agricultura no Governo Kubitschek; a filosofia industrial de Juscelino e o PSD; o voto do analfabeto; a reforma administrativa; a reforma agrária e a reforma administrativa; a Frente Única; Prestes e a Frente Única; Marco Antonio Coelho .............................181 a 207

7ª Entrevista: o Partido Proletário Brasileiro; a eleição do pai para governador do Maranhão; a política de Dutra; problemas administrativos do Maranhão; a demissão do cargo de chefe-de-gabinete do pai (1949) e a volta para a Marinha; orçamento do Maranhão; campanha presidencial de 1950; a candidatura de Vitorino Freire à vice-presidência; eleições no Maranhão (1950); entrada de Sarney na política; Neiva Moreira; Newton de Barros Belo, Renato Archer e a discordância com Vitorino; eleições para deputado (1958); os partidos políticos no Maranhão; as Oposições Coligadas; Castelo Branco, Newton Belo e a candidatura Archer ao governo do Estado; oposição de Sarney a Newton Belo; Renato Archer e a Revolução de 1964; eleição de Sarney; fraude eleitoral no Maranhão; PSD, PTB e a candidatura Archer; rompimento com Newton Belo; plataforma de governo e campanha eleitoral; o Governo Sarney e o programa de Archer; o babaçu; criação dos novos partidos; a campanha de 1962; o serviço de educação pela televisão durante o Governo Sarney; a TELMA; o Governo Pedro Neiva; Nunes Freire; trajetória política de Vitorino Freire; a indicação de Geisel para presidente da República; Henrique La Roque e as eleições de 1974 ...............................................................................207 a 248

8ª Entrevista: o Governo Kubitschek: as velhas lideranças do PSD e a Ala Moça; o Programa de Metas; PSD e PTB nas eleições de 1958; o GAP; Juscelino e a escolha do sucessor; conversa entre Juscelino, Archer e Eurico Sales; a UDN "chapa branca"; Juscelino e a candidatura Juraci Magalhães; o candidato Lott; a apresentação de Lott aos jornalistas da Câmara; o PSD e a escolha do candidato à presidência da República; transformação da Ala Moça em Frente Parlamentar Nacionalista; Lott e o nacionalismo; Prestes e a sucessão presidencial; jantar oferecido a Pablo Neruda; Juscelino e a candidatura Jânio Quadros; encontro da cúpula pessedista com Jânio após a eleição; a candidatura João Goulart; Juscelino e o PSD; comitê pró-candidatura JK-65; a tentativa de criação de um novo partido em torno de Juscelino; a não-vinculação dos votos para presidente e vice-presidente; a eleição Jânio/Jango; os candidatos Jânio, Lott e Ademar; os Estados Unidos e Jânio; o livro de Gilberto Amado, Eleição e Representação; as conseqüências do voto secreto no Brasil; João Goulart; a Public Law-480; Mílton Campos e Fernando Ferrari; o PTB; San Thiago Dantas .......................................................248 a 277

9ª Entrevista: transformações sofridas pelo Brasil durante o Governo Kubitschek; a política externa no Governo Jânio Quadros e no primeiro gabinete parlamentar; o processo de desenvolvimento brasileiro e a reação americana; a OPA; criação do Instituto de Estudos Afro-Brasileiros; o problema da ITT no Rio Grande do Sul e a compra da Bon and Share; reatamento das relações comerciais com a União Soviética; Jânio e Cuba; a Aliança para o Progresso; a reunião em Punta del Este no início do Governo Jânio Quadros; as verbas para a SUDENE no período de Celso Furtado; a participação do Brasil em conferências internacionais; Kocha Poppovich, ministro das Relações Exteriores da Iugoslávia; a visita do Marechal Tito ao Brasil; a conferência de Desarmamento; a entrevista de San Thiago Dantas ao jornal Le Monde e a reação do ministro da Guerra, General Segadas Viana; o Plano de Ajuda Militar dos Estados Unidos e suas conseqüências; a Guerra do Vietnã e o desinteresse da indústria bélica americana pela América Latina; influência da missão militar americana no Brasil; a UDN e Jânio Quadros; Jânio e o Congresso; o PSD no Governo Jânio, e sua renúncia; o parlamentarismo .................................................277 a 308

10ª Entrevista: a posse de João Goulart e a implantação do regime parlamentar; o primeiro gabinete parlamentar; influência americana na política brasileira; San Thiago Dantas - PTB, UDN e PSD; subsecretário do Ministério das Relações Exteriores ................308 a 323

11ª Entrevista: a política externa do Governo Goulart; subsecretário do Ministério das Relações Exteriores; o reatamento das relações com a União Soviética; a criação da ALALC; a Aliança para o Progresso; o GATT; aproximação entre o Brasil e a Argentina e suas conseqüências; tentativa de aproximação com Angola e Moçambique; posição do Brasil em relação a Cuba; o Itamarati.......................................................................323 a 356

12ª Entrevista: o Governo João Goulart; Tancredo Neves e o parlamentarismo; perfil de San Thiago Dantas; a escolha do segundo gabinete parlamentar; o relacionamento entre Jango e San Thiago; Hermes Lima; Organização para o Rearmamento Moral; controle americano através da imprensa; os partidos em 1962; a política pernambucana; Miguel Arrais; Minas e Guanabara durante o governo Goulart; interferência americana no Governo João Goulart .............................................................................................................356 a 383

13ª Entrevista: o PSD e as reformas propostas por João Goulart; Jango e Brizola; a tentativa de reforma agrária; a aprovação da Lei de Remessa de Lucros; o Congresso eleito em 1962; os partidos políticos; a Frente Ampla e a redemocratização do país; a Aliança para o Progresso e a SUDENE; Celso Furtado na SUDENE e no Ministério do Planejamento; o domínio americano sobre a América Latina; papel do Embaixador Lincoln Gordon na pressão americana sobre o Brasil; o Coronel Walters e a Revolução de 1964; o parlamentarismo .......................................................................................................383 a 412

14ª Entrevista: problemas político-administrativos e político-eleitorais no período final do Governo Goulart; os militares e o Governo Jango; Castelo Branco; conspiração para derrubar o Governo João Goulart; o General Dutra; a classe política no final do Governo Jango; a convenção do PSD no dia 20 de março de 1964; reforma agrária; Juscelino e o comunismo ...............................................................................................................412 a 440

15ª Entrevista: encontro do jornalista americano Sulzberger com Juscelino; a convenção do PSD em março de 1964; conspiração para a Revolução de 1964; Lacerda e a Revolução; a escolha de Castelo Branco para o governo; a criação dos novos partidos; Castelo Branco; conferência sobre Política Nacional de Energia Nuclear, na ESG (1958)................440 a 460

16ª Entrevista: Castelo Branco; o General Ernesto Geisel; a prorrogação do mandato de Castelo; reunião na casa de Juscelino no dia 1º de abril de 1964; as relações entre Augusto Frederico Schmidt, Negrão de Lima e Castelo Branco; encontro entre Juscelino e Castelo após a Revolução de 1964; a prisão em dezembro de 1968; o IPM; o Governo Castelo Branco; a Revolução de 1964 ..................................................................................460 a 494

17ª Entrevista: as eleições de 1965; a cassação de Newton Belo; o presidente Castelo Branco; a extinção dos partidos; a formação dos partidos em 1945; formação de novos partidos; influência dos meios de comunicação no nível da elite político-partidária; importância da participação dos estudantes na política ...........................................494 a 524

18ª Entrevista: Costa e Silva e Castelo Branco; o presidente Geisel; a hierarquia e a educação militar; o fechamento do Congresso no Governo Castelo Branco; a ESAO; a Escola Superior de Guerra e a Revolução de 1964; Roberto Campos e a política de estabilização econômica; transformações na política econômica trazidas pela Revolução de 1964; o episódio do Embaixador Otávio Dias Carneiro; a Remington Rand Corporation e o professor Delfim Neto; Delfim Neto no Ministério da Fazenda...............................524 a 553

19ª Entrevista: posição do MDB frente ao Governo Costa e Silva; a composição da ARENA; a apresentação da primeira lista de cassações na Câmara; a Revolução de 1964 e o caciquismo político; política econômica dos Governos Castelo Branco e Costa e Silva; atuação de Magalhães Pinto no Ministério das Relações exteriores; o Ministério do Exterior durante o Governo Castelo Branco; o Ministério do Exército durante os governos de Castelo Branco e de Costa e Silva ............................................................................553 a 571

20ª Entrevista: a Frente Ampla em face do Governo Costa e Silva; movimento estudantil durante o Governo Costa e Silva; Vladimir Palmeira; Geisel pede a prorrogação do mandato de Castelo Branco; situação do Congresso após a eleição de 1966; o episódio de Márcio Moreira Alves, a sessão na Câmara do dia 12 de dezembro e a decretação do AI-5; cassação e prisão; atrito entre a Marinha e o Exército..............................................571 a 598

21ª Entrevista: a formação do oficial do Exército e do oficial da Marinha; IPM contra o entrevistado; encerramento do inquérito e liberdade do entrevistado; nova prisão durante o governo da Junta Militar; crises políticas no final do Governo Costa e Silva e no governo da Junta Militar; a escolha de Médici para a presidência da República ...................598 a 624

22ª Entrevista: a Frente Ampla; dissidências revolucionárias que começam a se manifestar contra o movimento de 1964; a conspiração promovida por Ademar de Barros; encontro entre Carlos Lacerda e Juscelino em Lisboa; representante de Juscelino nas primeiras reuniões de Frente Ampla; proposta a Jango para participar da Frente Ampla; discussões entre o entrevistado e Lacerda sobre o objetivo da Frente Ampla: democratização ou redemocratização; o manifesto da Frente Ampla; viagem do entrevistado a Lisboa para levar o manifesto a Juscelino e as dificuldades para conseguir a assinatura de Juscelino; Jânio Quadros e a Frente Ampla .......................................624 a 644

23ª Entrevista: a profissão e a política; ingresso na política; demissão do cargo público e volta para a Marinha em 1949; novo engajamento no processo político; candidato a vice-governador do Maranhão em 1950; ingresso na iniciativa privada; deputado federal em 1954; o programa de pesquisa de minerais radioativos; relator do Ministério da Marinha na comissão de Orçamento da Câmara; compra do porta-aviões pela Marinha brasileira; cassação e prisão em dezembro de 1968; transferência para a reserva da Marinha em 1961; volta à iniciativa privada em 1969; a segunda prisão (1970); a terceira prisão; a participação na vida política; convivência com as lideranças políticas do país e seu contato com o eleitorado; o Partido Trabalhista inglês e o trabalhismo no Brasil; a vertente autoritária e a vertente liberal no pensamento político brasileiro; o Governo Juscelino; o restabelecimento do regime democrático no Brasil; a coesão das Forças Armadas ............................644 a 695

24ª Entrevista: a evolução da Frente Ampla durante o Governo Costa e Silva; o apoio dos militares à Frente Ampla; a intensificação das atividades da Frente Ampla em 1967; Lacerda e a necessidade do apoio de Jango à Frente Ampla; encontro entre Jango e Lacerda em Montevidéu .........................................................................................................695 a 710

25ª Entrevista: encontro entre Lacerda e Jango em Montevidéu e os problemas para a redação da nota conjunta; comentários sobre a oposição após 1964; Afonso Albuquerque Lima; Lacerda e as conseqüências do encontro com Jango; o programa da Frente Ampla; Juscelino e a Frente Ampla; o fechamento da Frente Ampla; o futuro político de Renato Archer ......................................................................................................................710 a 728








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