Renato Monteiro Athias

Entrevista

Renato Monteiro Athias

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memória das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Banco Santander, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2020, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros e a posterior disponibilização dos depoimentos gravados na internet. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Dirceu Salviano Marques Marroquim
Data: 5/7/2018
Local(ais):
Recife ; PE ; Brasil

Duração: 1h47min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Renato Monteiro Athias
Formação: Graduado em filosofia, pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia Ciências e Letras (1975); mestrado em etnologia, na Université de Paris X (1981-1982); especialização em etnologia , pela Université de Paris X (1983); doutorado em etnologia, na Université de Paris X (1993-1995); especialização em desenvolvimento de televisão, pela University of Southampton (1995-1996); pós-doutorado, na Universidade de Paris X Nanterre (2006-2007); e pós-doutorado, na Ecole des Hautes Études en Sciences Sociales (2016).
Atividade: Professor da UFPE (desde 1997); professor visitante da Université de Toulouse (2015); chefe do departamento de antropologia e museologia, da UFPE (desde 2010); coordenador do programa de pós graduação em antropologia, da UFPE (a partir de 2003); coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (1998- hoje); professor no Doutorado de Antropologia na Universidade de Salamanca (desde 2004); professor na Universidade Federal do Amazonas (2009-hoje); membro do conselho curador, no Museu do Estado de Pernambuco (a partir de 2008 ); membro do conselho diretor, na Society for the Anthropology of Lowland South Am (desde 2014); vice presidente da comissão de museus, do International Union of Anthropological and Ethnological Sciences (2014-hoje); coordenador geral de museus e restauro, da Fundação Joaquim Nabuco (2012-2014); Secretario-Geral da Associação Brasileira de Antropologia (2012-2014); consultor de projetos na Unesco (2010-2012); assessor da Associação Saúde Sem Limites (desde 1995); diretor executivo da Zarabatana Produções Análises Consultorias e Assessoria de Comunicação (1992-1995); diretor para o Brasil da Oxfam (1987-1992); secretário do Comité International pour la Défense de l'Amazonie (1981-1984);e coordenador regional do Conselho Indigenista Missionário (1978-1981).

Equipe


Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Conferência da transcrição: Thiago Velloso de Santana;

Técnico Gravação: Luisa Maria Silva de Santana ;

Sumário: Lucas Pípolos;

Temas

Agradecimentos;
Amazônia;
Anos 1990;
Antropologia;
Casamento;
Cinema;
Claude Lévi-Strauss ;
Comunicação de massa;
Conselho Indigenista Missionário;
Darcy Ribeiro;
Documentos audiovisuais;
Documentos fotográficos;
Ensino superior;
Família;
Filosofia;
França;
Imigração;
Intelectuais;
Migração;
Obras de referência;
Pará;
Pensamento conservador;
Pensamento liberal;
Pesquisa científica e tecnológica;
Pós - graduação;
Região Nordeste;
Região Norte;
República Democrática do Congo;
São Paulo;
Sexualidade;

Sumário

Entrevista: 5 de julho de 2018

Origens familiares, profissão dos pais, migração da família em cidades paraenses, cinema; Graduação em Filosofia. Formação e trabalho no CIMI (Conselho Indigenista Missionário), utilização de fotografia em campo, organização de curso indigenista com Darcy Ribeiro. Mestrado na França, organização do Jornal Porantim, expulsão de antropólogos estrangeiros do Brasil. Relações com Bruce Albert, Dominique Buchillet e aprendizados no mestrado, Etnologia Francesa, Departamento de Etnologia e de Sociologia Comparativa de Nanterre; seminários de Levi-Strauss, Louis Dumont, Maurice Godelier, Pierre Clastres; Comitê Internacional de Defesa da Amazônia (CIDA). Pesquisa de mestrado: A noção da identidade étnica na antropologia brasileira, especialização em Etnologia Geral e em Antropologia Visual. Casamento. Escritório da Oxfam em Recife, unificação de projetos da Amazônia e do Nordeste, sai do escritório em 1993. Volta a França para terminar doutorado. Cria empresa Zarabatana de assessoria de comunicação. Morte do orientador Pitt-Rivers e término do doutorado sob orientação de Jacques Galinier. Tese: A relação desigual entre sociedades do Uaupés: os Hupdah e os Tukano. Coleta de dados entre 1984 até o término em 1993. Prática de filmagem. Especialização em Filme Desenvolvimento com arcabouço técnico.Interesse em Antropologia Visual, missão e os registros fotográficos, produção na Associação Brasileira do Vídeo Popular (ABVP), influência do Jean Rouch, realização de filme na Inglaterra com imigrantes Congoleses. Professor adjunto e bolsas científicas sobre sexualidade. Conservadorismo e libertinagem nos dias atuais. “Demandas emergenciais” LGBTs atualmente. Relação com o movimento Queer, Trans e Lésbico. Acusações de outros movimentos e de defensor da pedofilia. Agradecimentos e frase de São Paulo.
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