Amilcar de Castro

Entrevista

Amilcar de Castro

Esta entrevista é parte integrante de uma série de depoimentos realizados pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) entre 1977/1979 e doadas ao CPDOC em 15/08/1996. A escolha do entrevistado se justifica por ter sido diagramador de importantes jornais, revistas e livros, tendo elaborado a reforma gráfica do Jornal do Brasil entre 1957 e 1959.
Forma de Consulta:
Entrevista em áudio disponível na Sala de Consulta do CPDOC.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Não há informação
Data: 30/3/1978
Local(ais):
Não há informação ; - ; -

Duração: 1h0min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Amilcar de Castro
Nascimento: 8/7/1920; Paraisópolis; MG; Brasil;

Falecimento: 22/11/2002; Belo Horizonte; MG; Brasil;

Formação: Bacharelado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, concluído em 1945. Curso de Desenho e Pintura com Alberto da Veiga Guignard e Curso de Escultura Figurativa com Franz Weissmann, ambos em Belo Horizonte, de 1944-1950.
Atividade: Escultor, desenhista, artista gráfico, professor e advogado. Participou do Movimento Neoconcreto no Rio de Janeiro (1959-1961) e elaborou a reforma gráfica do Jornal do Brasil (1957/59). Diagramou as revistas “Manchete” e a “Cigarra”; os jornais Correio de Manhã, Última hora, Estado de Minas, Jornal da Tarde e a Província do Pará, entre outros. Trabalhou, ainda, como diagramador de livros na Editora Vozes. Fixou-se nos Estados Unidos da América a partir de 1967, depois de receber uma bolsa da Fundação Guggenheim e o prêmio Viagem ao Exterior no XV Salão Nacional de Arte Moderna. Regressou ao Brasil em 1971 e, em Belo Horizonte, dedicou-se a atividades artísticas e educacionais: Dirigiu a Fundação Escola Guignard (1974/77), onde ensinou expressão bidimensional e tridimensional; foi professor de Composição e escultura na EBA/UFRMG (1979/90) e de Escultura na FAOP (1979)

Equipe


Transcrição: Maria Izabel Cruz Bitar;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Adriana Mattos de Oliveira;

Temas

História da imprensa;
Imprensa;
Jornal do Brasil;
Jornalismo;
Odilo Costa Filho;
Otto Lara Rezende;

Sumário

Entrevista: 30/03/1978

Fita 1-A: relato de sua entrada na revista Manchete a convite de Otto Lara Resende; lembranças de seu ingresso no Jornal do Brasil (1957), como diagramador, a convite de Odylo Costa Filho; comparação entre o Jornal do Brasil antes e depois de sua reforma; comentários acerca das dificuldades enfrentadas para a implementação de reformas no Jornal do Brasil e a contratação de novos funcionários; recordações do momento em que o entrevistado conheceu Odylo Costa Filho; considerações sobre o início da reforma do Jornal do Brasil; breve relato da saída do entrevistado e de Odylo Costa Filho do Jornal do Brasil em 1958; observações acerca de sua volta (1959) ao Jornal do Brasil; comentários sobre a tipologia usada no Jornal do Brasil, a qual foi comprada por Odylo Costa Filho na América do Norte; considerações acerca das medidas utilizadas pelo entrevistado para clarear a impressão do Jornal do Brasil; comentários sobre a divisão de páginas do Jornal do Brasil antes e depois da reforma; observações acerca da relação entre forma gráfica e conteúdo do Jornal do Brasil após a reforma: seriedade e clareza; considerações sobre o uso de vinhetas no Jornal do Brasil; comentários acerca da segunda parte da reforma do Jornal do Brasil; observações acerca da importância obtida pelo diagramador após a reforma do Jornal do Brasil; relato dos nomes das pessoas que trabalharam na reforma do Jornal do Brasil; comentários sobre o papel do diagramador nos outros jornais antes e depois da reforma empreendida pelo Jornal do Brasil.

Fita 1-B: comentários acerca do sucesso alcançado pelo Jornal do Brasil após sua reforma (1960); considerações sobre a importância dada ao diagramador antes e depois da reforma do Jornal do Brasil; observações acerca do processo de construção da reforma do Jornal do Brasil pelo entrevistado: inspiração em livros e outros jornais e discussão com alguns colegas; comentários sobre a relação entre as pessoas que trabalhavam no Jornal do Brasil no período de sua reforma; considerações acerca da força obtida pelo Jornal do Brasil após sua reforma; referências à saída de Jânio de Freitas e do entrevistado do Jornal do Brasil e ida de ambos para o Correio da Manhã: tentativa de se criar um jornal contrário ao Jornal do Brasil; comparação entre o Jornal do Brasil e o Correio da Manhã; referências à influência da reforma do Jornal do Brasil em jornais do país inteiro; observações acerca da situação atual da imprensa graficamente: O Jornal do Brasil, o Estado de São Paulo, a Folha de São Paulo, O Globo e o Jornal da Tarde; relatos sobre como o entrevistado aprendeu a diagramar jornal.
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