Gabriel Cohn

Entrevista

Gabriel Cohn

Entrevista realizada no contexto do projeto “Cientistas sociais de países de Língua Portuguesa: histórias de vida”, com financiamento do Programa de Cooperação em matéria de Ciências Sociais para os países da comunidade de Língua Portuguesa (Programa Ciências Sociais CPLP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Helena Maria Bousquet Bomeny
Maria das Dores Guerreiro
Antonio Firmino da Costa
Data: 14/8/2013
Local(ais):
São Paulo ; SP ; Brasil

Duração: 2h39min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Gabriel Cohn
Formação: Graduado em Ciências Sociais pela FFLCH/Universidade de São Paulo (1964), Mestre em Ciências Sociais (Sociologia), FFLCH/USP (1967) e doutor em Sociologia, FFLCH/USP (1971.
Atividade: Professor emérito FFLCH/USP (2011). Foi presidente da Associação dos Sociólogos do Estado de São Paulo (1983-85); presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia (1985-87), e presidente da ANPOCS (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (2005-2006). Foi diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras/USP (2006-2008). Foi editor da revista Lua Nova do CEDEC (1991-2003). Aposentou-se em 2008. É atualmente Professor Visitante Sênior na UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo.

Equipe


Transcrição: Leticia Cristina Fonseca Destro;

Conferência da transcrição: Dirceu Salviano Marques Marroquim ;

Técnico Gravação: Thais Blank; Ninna Carneiro;

Temas

Ciência política;
Ciências Sociais;
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior;
Ensino público;
Família;
Florestan Fernandes;
Formação profissional;
Infância;
Militância política;
Regime militar;
Religião;
São Paulo;
Vale do Paraíba;

Sumário

Entrevista: 14/08/2013
Origens; história familiar e escolaridade; o ambiente universitário nos anos 60; procedimentos da época de cátedra; o Regime Militar e as universidades; o espaço da sala de aula na graduação; breve síntese de sua trajetória acadêmica; o processo de institucionalização de pesquisas junto a faculdades públicas no país; amizades da época de graduação; período de transição para a ditadura militar na faculdade; crescente interesse no tema referente a burocracia das organizações formais e industrialização no Brasil; o caso da infância o qual fomentou seu interesse por pensar a sociedade; temas e influências no doutorado; ingressão na área de sociologia da comunicação; a geração dos jovens dos anos 90 e as ciências sociais; o ambiente familiar; história de vida dos pais e suas experiências no Vale da Paraíba e no Rio de Janeiro; o papel do irmão mais velho como mediador entre os pais e o novo país que estavam a habitar; a mudança para o centro urbano de São Paulo; experiências com os primeiros empregos; aproximação com o universo militante e ideologias socialistas; a relação com a Sociologia e a Ciência Política; desafios da graduação aos alunos mais jovens em contato com as Ciências Sociais; a degradação do ensino médio atual e o ensino público de sua época; período de produção de sua obra sobre Max Weber; relação pessoal com a religião; contribuição profissional para o debate acerca da chamada Teoria da Justiça; experiência como presidente da ANPOCS e nos comitês de avaliação CNPQ; discurso sobre “A Sociologia como interrogação”, mais uma vez inspirado por Florestan; a formação acadêmica nas Ciências Sociais e a questão profissional nos dias atuais; a obrigatoriedade da Sociologia no ensino médio e as limitações do ensino básico no Brasil; os problemas do funcionamento das agências na área da política científica; a figura dos comitês e o papel do Capes e CNPQ; influências dos pensamentos de Adorno; Mínima Moralia e os escritos de Rosa Luxemburgo como grandes obras inspiradoras; sua relação com cientistas sociais de outros países; experiência como editor da revista Lua Nova; o cenário atual da trajetória das revistas de cientistas sociais; a questão da padronização da língua na publicação de artigos.
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