Israel Klabin II

Entrevista

Israel Klabin II

Entrevista realizada no contexto do projeto "As faces do mago da economia: atuação e legado de Mario Henrique Simonsen", desenvolvido em convênio com a Cia. Bozano, Simonsen e a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), entre 2000 e 2001, com o objetivo de publicar um livro de depoimentos sobre Mario Henrique Simonsen - MÁRIO Henrique Simonsen: um homem e seu tempo, depoimentos ao CPDOC/ Organizadores Verena Alberti, Carlos Eduardo Sarmento, Dora Rocha. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas, 2002. 310p. il. A escolha do entrevistado se justificou pelo contato estabelecido com Mario Henrique Simonsen desde os anos 1950, podendo dar uma visão, como empresário, da atuação do mesmo na economia.
Forma de Consulta:
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: MÁRIO Henrique Simonsen: um homem e seu tempo, depoimentos ao CPDOC/ Organizadores Verena Alberti, Carlos Eduardo Sarmento, Dora Rocha. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas, 2002. 310p. il.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Verena Alberti
Ignez Cordeiro de Farias
Data: 21/3/2001
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 0h50min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Israel Klabin
Nascimento: 20/9/1926; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Formou-se em Engenharia Civil e Matemática pela então Universidade do Brasil, atual UFRJ, em inícios dos anos 1950. Fez pós-graduação no Instituto de Ciências Políticas, na França.
Atividade: Empresário, sócio-gerente da firma Klabin Irmãos & Cia; prefeito do Rio de Janeiro (1979-1980), e fundador da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável, em 1992.

Equipe

Levantamento de dados: Ignez Cordeiro de Farias;Verena Alberti;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Ignez Cordeiro de Farias;Verena Alberti;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Viviane de Fátima Magalhães;

Temas

Economia;
Economistas;
Elites;
Eugênio Gudin;
Geopolítica;
Golpe de 1964;
Liberalismo;
Mário Henrique Simonsen;
Otávio Gouvêa de Bulhões;
Pensamento político;
Plano de Metas (1956-1960);
Planos econômicos;

Sumário

Entrevista: 21.03.2001.
Fita 1-A: Formação acadêmica; primeiros contatos e relação com Mário Henrique Simonsen; comentário sobre a importância de Eugênio Gudin e Otávio Gouveia de Bulhões na formação acadêmica do entrevistado e de Simonsen; motivações políticas na escolha da profissão de engenheiro; considerações sobre o pensamento político da elite brasileira e a participação do entrevistado no Jornal do Brasil e na publicação Cadernos do nosso tempo; comentários sobre o Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), o Instituto Brasileiro de Economia, Sociologia e Política (IBESP) e sobre o Grupo de Itatiaia; atuação do entrevistado como cientista político e o distanciamento de Mário Henrique Simonsen deste campo, estando mais voltado para a matemática; considerações sobre a personalidade de Mário Henrique; influência de Mário Henrique em sua decisão de aceitar a prefeitura do Rio de Janeiro (1979-1980); atuação do entrevistado no Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES); comentário sobre a perplexidade dos partidários de esquerda e de direita após o golpe militar de 1964; considerações acerca do grupo de economistas do qual faziam parte o entrevistado e Mário Henrique Simonsen na formulação da política econômica desde o governo Juscelino Kubitschek até o final do governo Castelo Branco (1955-1967); a formação da Consultec e comentários sobre seus membros; a decadência das elites originárias do primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945) e o projeto de Estado do seu segundo governo (1951-1954); comentário sobre a perspectiva liberal do governo Castelo Branco.
Fita 1-B: Atuação como prefeito do Rio de Janeiro (1979-1980) e como diretor do Banerj (1980-1982); crítica à doutrina militar implementada após o governo de Castelo Branco; considerações sobre o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG) e sobre o Plano de Metas do governo Kubitschek; atuação do entrevistado nas áreas de política internacional e nacional e sua ligação com Golbery do Couto e Silva; amizade com o presidente João Batista Figueiredo; considerações sobre liberalismo econômico, formulação do Estado e geopolítica; os diferentes grupos econômicos existentes no país e os efeitos da tecnocracia na economia brasileira atual.

Entrevista: 21.03.2001.
Fita 1-A: Formação acadêmica; primeiros contatos e relação com Mário Henrique Simonsen; comentário sobre a importância de Eugênio Gudin e Otávio Gouveia de Bulhões na formação acadêmica do entrevistado e de Simonsen; motivações políticas na escolha da profissão de engenheiro; considerações sobre o pensamento político da elite brasileira e a participação do entrevistado no Jornal do Brasil e na publicação Cadernos do nosso tempo; comentários sobre o Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), o Instituto Brasileiro de Economia, Sociologia e Política (IBESP) e sobre o Grupo de Itatiaia; atuação do entrevistado como cientista político e o distanciamento de Mário Henrique Simonsen deste campo, estando mais voltado para a matemática; considerações sobre a personalidade de Mário Henrique; influência de Mário Henrique em sua decisão de aceitar a prefeitura do Rio de Janeiro (1979-1980); atuação do entrevistado no Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES); comentário sobre a perplexidade dos partidários de esquerda e de direita após o golpe militar de 1964; considerações acerca do grupo de economistas do qual faziam parte o entrevistado e Mário Henrique Simonsen na formulação da política econômica desde o governo Juscelino Kubitschek até o final do governo Castelo Branco (1955-1967); a formação da Consultec e comentários sobre seus membros; a decadência das elites originárias do primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945) e o projeto de Estado do seu segundo governo (1951-1954); comentário sobre a perspectiva liberal do governo Castelo Branco.
Fita 1-B: Atuação como prefeito do Rio de Janeiro (1979-1980) e como diretor do Banerj (1980-1982); crítica à doutrina militar implementada após o governo de Castelo Branco; considerações sobre o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG) e sobre o Plano de Metas do governo Kubitschek; atuação do entrevistado nas áreas de política internacional e nacional e sua ligação com Golbery do Couto e Silva; amizade com o presidente João Batista Figueiredo; considerações sobre liberalismo econômico, formulação do Estado e geopolítica; os diferentes grupos econômicos existentes no país e os efeitos da tecnocracia na economia brasileira atual.
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