Joan Rosalie Dassin

Entrevista

Joan Rosalie Dassin

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memória de um Office na periferia: o Escritório da Fundação Ford no Brasil”, desenvolvido em convênio com a Fundação Ford, entre janeiro de 2011 e julho de 2012, com o objetivo de constituir um acervo de depoimentos histórico-documental sobre os 50 anos da atuação da Fundação Ford no Brasil e a posterior disponibilização dos depoimentos gravados na internet.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Lúcia Lippi Oliveira
Helena de Moura Aragão
Data: 26/4/2012
Local(ais):
São Paulo ; SP ; Brasil

Duração: 1h57min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Joan Rosalie Dassin
Formação: Graduada em Inglês e Literatura Americana pela Brandeis University. Possui mestrado e doutorado (1974) em Pensamento Moderno e Literatura pela Stanford University.
Atividade: Diretora executiva da Fundação Internacional Ford Fundo de Bolsas de Estudo (IFF) desde a sua fundação em 2001; especialista em ensino superior e política de intercâmbio internacional;diretora da Fundação Ford para a América Latina de 1992-1996 e como a Ford Foundation Representante no Brasil de 1989-1992. Atualmente é a Diretora Executiva do International Fellowships Fund.

Equipe

Levantamento de dados: Verônica R. Bevilacqua Otero Spicer;Helena de Moura Aragão;Lúcia Lippi Oliveira;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Helena de Moura Aragão;Lúcia Lippi Oliveira;

Transcrição: Liris Ramos de Souza;

Técnico Gravação: Marco Dreer Buarque; Bernardo de Paola Bortolotti Faria;

Sumário: Laura Mie de Azevedo Nicida;

Temas

Abertura política;
AIDS(doença);
Bolsas de estudo e de pesquisa;
Brasil;
Carreira acadêmica;
Censura;
Centro Brasileiro de Análise e Planejamento;
Centros de pesquisa;
Ciências Sociais;
Direitos humanos;
Ditadura;
Economia;
Ensino superior;
Ernesto Geisel;
Estados Unidos da América;
Etnias;
Exílio;
Família;
Feminismo;
Formação acadêmica;
Fundação Ford;
Golpe Militar no Chile (1973);
História de vida;
Imprensa;
Leonel Brizola;
Literatura;
Mário de Andrade;
México;
Militância política;
Obras de referência;
Peter Fry;
Política internacional;
Pontifícia Universidade Católica;
Pós - graduação;
Regime militar;
Relações internacionais;
Richard Morse;
Rio de Janeiro (cidade);
São Paulo;
Tancredo de Almeida Neves;
Universidade de São Paulo;

Sumário

Entrevista 26 de abril de 2012: A família nova-iorquina; a ida da família para Califórnia, sua cidade natal; o encontro do tio Ju Dassãn com o macarthismo nos Estados Unidos e o primeiro contato com o ativismo político; a graduação em literatura na Universidade Brandeis na Nova Inglaterra; a pós-graduação em Stanford e o primeiro contato com Richard Morse; o convite de Morse para o encontro de estudos brasileiros na Universidade de São Paulo (USP); a ida e a experiência em São Paulo; a volta para Stanford e o interesse nos estudos sobre o Brasil durante o auge da ditadura militar; a ida ao México; o projeto sobre a política cultural de Mario de Andrade e a ida para o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) em São Paulo; a volta para os Estados Unidos, a carreira acadêmica e a continua relação com o Brasil; os estudos sobre censura da imprensa e papel da imprensa, anos 1970 e a bolsa da Fullbright para lecionar literatura americana na Pontifícia Universidade Católica (PUC) no Rio de Janeiro; o grupo de Nova York de apoio aos exilados brasileiros e o episódio da ida de Brizola e Abdias do Nascimento para Nova York durante o regime militar; o trabalho como tradutora do livro “Tortura Nunca Mais” e breve relato sobre o livro de memórias do Geisel; o Golpe de Estado no Chile em 1973 e a atuação da Fundação Ford; a relação com a Fundação Ford paralela a sua trajetória de vida; a conversa com Peter Fry e a chegada no Brasil como Program Officer de ciências sociais e direitos humanos; a atuação da Fundação e a criação do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap); a nomeação como primeira mulher da América Latina representante da Fundação Ford Brasil e a relação com Sergio Miceli; a carta de Tancredo Neves; alguns projetos da Fundação nos temas raça e de educação superior; as figuras de Franklin Thomas e Susan Berresford; o “abrasileiramento” da Fundação e das Ciências Sociais; o apoio da Fundação aos centros independentes; o processo de decisão na seleção de projetos da Fundação; a pesquisa feita pela Fundação Carlos Chagas em São Paulo da questão feminista e da questão racial; o papel da Fundação Ford no campo de estudos étnicos no Brasil; o processo de ida para o programa latino-americano na matriz da Fundação Ford; a mudança de perfil do Brasil como um país mais aberto; a influência da flutuação da política norte-americana na Fundação; o Programa Internacional de Bolsas; opiniões sobre o Brasil como sexta economia do Mundo e como ator internacional; o tema da Aids na Fundação e o papel de Richard Parker; o apoio da Fundação Ford ao movimento gay.
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