José de Nazaré Teixeira Dias I

Entrevista

José de Nazaré Teixeira Dias I

Entrevista realizada no contexto do projeto "Memória do setor petrolífero no Brasil: a história da Petrobrás", na vigência do convênio entre o CPDOC/FGV e o SERCOM/Petrobrás (1987-90). O projeto resultou no catálogo de entrevistas "Memória da Petrobrás: acervo de depoimentos", Rio de Janeiro: Sercom/Petrobras, 1988, 142p e no livro "A questão do petróleo no Brasil: uma história da Petrobrás", de autoria de José Luciano Dias e Maria Ana Quaglino (Rio de Janeiro, FGV/Petrobrás, 1993). Este livro possui apenas trechos de algumas entrevistas e está disponível para download: clique aqui A escolha do entrevistado se justificou pelo seu cargo como diretor da Petrobras, no período de sua fundação.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Eduardo Raposo
Cláudia Maria Cavalcanti de Barros Guimarães
Zairo Borges Cheibub
José Luciano de Mattos Dias
Data: 20/6/1988 a 24/7/1989
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 17h30min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: José de Nazaré Teixeira Dias
Nascimento: 15/10/1912; Belém; PA; Brasil;

Formação: Faculdade de Direito. Cursos de Especialização em Administração na School of Public Affairs da American University.
Atividade: Chefiou a divisão de orçamento do Ministro da Educação e Saúde, de 1942 a 1946. Chefiou da divisão de nomeações e relações de pessoal da UNESCO, em Paris. Foi chefe da divisão de pessoal do departamento administrativo do serviço público (DASP), entre 1951 e 1955. Chefe de gabinete do diretor-superintendente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE, atual BNDES). Ocupou a diretoria de administração da Petrobrás, em 1956, atuando na implementação e atualização do plano básico de organização. Em 1958, deixou a Petrobrás, passando a se dedicar à iniciativa privada. Ministro da Educação; diretor da Petrobrás quando da sua fundação. Membro fundador, membro nato, da assembléia geral e foi, durante quase 30 anos, do conselho curador da fundação Getulio Vargas.

Equipe

Levantamento de dados: Eduardo Raposo;Cláudia Maria Cavalcanti de Barros Guimarães;José Luciano de Mattos Dias;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Eduardo Raposo;Cláudia Maria Cavalcanti de Barros Guimarães;José Luciano de Mattos Dias;

Conferência da transcrição: Cláudia Maria Cavalcanti de Barros Guimarães;José Luciano de Mattos Dias;

Copidesque: Ana Luiza Penna Buarque de Almeida;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: José Luciano de Mattos Dias;Marielza Tiscate;

Temas

Administração;
Administração pública;
Conselho Nacional do Petróleo;
Delfim Neto;
Departamento Administrativo do Serviço Público;
Empresas estatais;
Empresas privadas;
Ernesto Geisel;
Estados Unidos da América;
Golbery do Couto e Silva;
Golpe de 1964;
Governo Costa e Silva (1967-1969);
Governo Getúlio Vargas (1951-1954);
Governos militares (1964-1985);
Hélio Beltrão;
Humberto de Alencar Castelo Branco;
Indústria petroquímica;
Janary Nunes ;
José de Nazaré Teixeira Dias;
Juscelino Kubitschek;
Light Serviços de Eletricidade;
Ministério da Educação e Saúde;
Ministério da Viação e Obras Públicas;
Ministério do Planejamento;
Otávio Gouvêa de Bulhões;
Petrobras;
Plano Trienal de Desenvolvimento Econômico e Social (1963-1965);
Política energética;
Política nacional;
Reforma administrativa;
Reforma agrária;
Roberto Campos;

Sumário

1a entrevista: origens familiares; transferência para o Rio de Janeiro e lembranças de infância; curso primário e ingresso no Pedro II; experiência de greve e arruaças estudantis (1926); a diversidade social do Pedro II; oposição ao governo Artur Bernardes; manifestações de apoio a Getulio; ingresso na Faculdade de Direito; o emprego de ferroviário; concurso para a Central do Brasil; início do trabalho na administração de pessoal; a Comissão de Revisão dos Quadros das Estradas de Ferro do Norte; interferência do ministro da Viação, José Américo de Almeida, na indicação do entrevistado para o CFSPC; assessor na área de administração de pessoa; o trabalho com Mário Bittencourt Sampaio e Moacyr Briggs; a criação dos serviços de pessoal dos ministérios e o convite de Bittencourt de Sá para chefe de seção; a organização do setor de pessoal nos ministérios; situação anterior e modificações; o imperativo da realização dos concursos; o auxílio do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP) e os professores Lourenço Filho e Murilo Braga; a influência marcante da teorias norte-americanas de administração; as teorias de Willoughby; o golpe de 1937 e a inclusão das concepções de orçamento do Budget and Accounting Act, de 1921, na Constituição; ausência dos tópicos referentes à administração de pessoal na Constituição; a criação do DASP: a oposição de Sousa Costa e a solução conciliatória com a criação de uma comissão de orçamento no Ministério da Fazenda; a criação posterior da Comissão de Orçamento do DASP; a Divisão de Pessoal no estado do Rio de Janeiro durante a interventoria de Amaral Peixoto; concurso para bolsa de estudos e viagem aos Estados Unidos (1939): cursos na School of Public Affairs, da American University, em Washington, estágios no Departamento de Agricultura e visitas a diversas organizações norte-americanas; retorno ao Brasil e designação para a chefia da Divisão de Orçamento do Ministério da Educação e Saúde; o aprendizado nos Estados Unidos e a necessidade de adaptação dos técnicos de administração às condições brasileiras; a realização do orçamento do Ministério da Viação; contato com a Comissão de Orçamento criada por Oswaldo Aranha (1935): a criação das subcomissões de orçamento dos ministérios; nomeação para a Subcomissão de Orçamento do Ministério da Viação: consulta aos diretores de repartição e recusa pela Comissão de Orçamento das novas formas de discriminação das despesas e dos cortes orçamentários; a elaboração precária dos orçamentos antes do DASP; retorno dos Estados Unidos e ingresso no Ministério da Educação; adoção das técnicas norte-americanas de administração; treinamento do pessoal concursado; abandono do curso de direito; insucesso no concurso para técnico de administração do DASP; a divisão necessária entre os aspectos políticos e administrativos na atuação estatal; organização e racionalização do trabalho administrativo no Ministério da Educação e Saúde; eliminação da intermediação de verbas; administração de pessoal nas universidades e instituições de ensino, fiscalização do Conselho de Serviço Social, controle dos orçamentos e problemas na elaboração dos orçamentos nas instituições de ensino; o isolamento do DASP no governo José Linhares; demissão do Ministério da Educação por incompatibilidade com o ministro Sousa Campos; atritos com o Tribunal de Contas relativos à administração de verbas no Ministério; n a Diretoria de Pessoal da prefeitura do Distrito Federal: atendimento às reivindicações dos funcionários, combate aos favorecimentos indevidos e a Seção de Organização; oposição às modificações implementadas e demissão; a necessidade de divisão de tarefas entre o político e o administrador: obstáculos para a elaboração dos orçamentos no país; a formação política getulista; decepção com o segundo governo Vargas; importância da legislação do trabalho e sereidade na administração sob o controle do DASP; o desejo de se dedicar à iniciativa privada; a convocação de Clemente Mariani para a Diretoria de Pessoal do Ministério da Educação e Saúde; trabalho na Unesco, em Paris: o cargo de staff relations; retorno ao Brasil (1950) e nomeação para diretor da Divisão de Pessoal do DASP; o DASP no segundo governo Vargas: o apoio incondicional do presidente da República; o clientelismo político; a influência nefasta da política na administração pública durante o segundo governo Vargas; os institutos e o empreguismo; formação e organização dos quadros de chefia; as entidades governamentais autônomas e o problema dos controles efetivos; crítica à Secretaria de Controle das Empresas Estatais; o défcit das empresas estatais; deficiência na administração de finanças; saída do DASP e convite para a chefia de gabinete do diretor-superintendente do BNDE, Roberto Campos (1955); o trabalho no BNDE e o convite do coronel Janary Nunes para a Diretoria de Administração da Petrobrás; precariedade da organização administrativa da empresa: a situação da Tesouraria Geral e do Setor de Pessoal; o plano de classificação de cargos; o Plano Básico da Petrobrás; a situação precária das divisões de Pessoal, de Material e de Organização; a consulta a Hélio Beltrão; a Campanha do Petróleo; o projeto de lei da Petrobrás; o problema fundamental para a administração da Petrobrás: o tamanho da empresa; relacionamento dom Walter Link; perfil do coronel Janary; o apoio de Juscelino à Petrobrás; a política de recrutamento de pessoal técnico e administrativo; avaliação e seleção de pessoal técnico; relação do Programa de Metas de Juscelino com o planejamento da Petrobrás; elaboração do planejamento da Petrobrás pela Assessoria Econômica; a Comissão de Coordenação Geral: estabelecimento de contratos entre a diretoria e o primeiro escalão; o projeto de ampliação da Refinaria de Mataripe; o esprit de corps da Petrobrás; o conflito com o presidente do CNP, general Alexínio Bittencourt; divulgação das atividades da Petrobrás pelo coronel Janary; o perigo da politização da empresa; apoio político de Juscelino à Petrobrás.......................................1 a 70

2a entrevista: O funcionamento da diretoria da Petrobrás: a Comissão de Coordenação Geral e o diretor de contato; a decisão de ampliar a capacidade de Mataripe; a necessidade de divulgar as atividades da Petrobrás; ampliação das atividades da Petrobrás no período Janary; o recrutamento para os cargos de administração; a situação dos salários na Petrobrás: comparação com o setor privado; organização de Serviço de Material na Amazônia e na Bahia; a formação de engenheiros e geólogos: colaboração dom o Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisa de Petróleo (Cenap); acordos com a Universidade: problemas com o caráter empresarial da Petrobrás: a regularização da situação do pessoal da Região de Produção da Bahia; as pressões nacionalistas; a atualização do Plano Básico da Petrobrás com o auxílio de Hélio Beltrão; negociação de financiamentos americanos para a Petrobrás; atuação de Walter Link; os gastos com os geólogos estrangeiros e a necessidade da formação de geólogos no Brasil; a situação dos cursos de geologia no Brasil; contatos com a Universidade na Bahia; recrutamento dos professores para o curso de geologia de petróleo da Cenap; a atuação decisiva dos reitores para o êxito dos cursos e a manutenção dos contatos com a Petrobrás; o diagnóstico das tarefas educacionais de formação dos engenheiros e geólogos; fim do empréstimo compulsório sobre combustíveis e lançamento das ações preferenciais; a situação dos financiamentos à Petrobrás no Programa de Metas; contato com os setores privados da indústria para o fornecimento à Petrobrás; a importância dos grupos de trabalho para a administração da empresa; modificações implantadas na administração: a Assessoria Econômica, o Escritório de Compras e o Escritório em Nova York; dinamização da contabilidade e criação da auditoria; importância do plano de contas para a coordenação da contabilidade com a administração financeira; a Assessoria Econômica e os planos de produção; dinamização do Setor de Compras e problemas administrativos; os setores de Material, Pessoal e Organização; instalação dos padrões de gestão financeira em moldes privados na Petrobrás; o impacto do modelo da Ente Nazionale Idrocarburi (ENI) e da atuação de Enrico Mattei; atuação agressiva da ENI no mercado internacional de petróleo; negociação dos financiamentos para a Petrobrás; modificação do Escritório em Nova York; a importância da atuação de Janary para o desempenho da empresa; os problemas no final do governo Juscelino com o congelamento dos preços de derivados; a importância decesiva de Adolfo Dieguez em Cubatão e de Geonísio Barroso na Bahia; Irnack do Amaral e Walter Link no Departamento de Exploração; a importante atuação de Leopoldo Miguez de Melo; a crise entre Alexínio e Janary: investimento na exploração do petróleo boliviano; a regulação das relações entre a Petrobrás e o CNP; interesses privados e exploração do petróleo boliviano; atritos com o CNP na questão do monopólio da importação de petróleo e derivados; resolução da crise entre Janary e Alexínio: a demissão de ambos; repercussão dos atritos com o CNP dentro da Petrobrás: o apoio da diretoria; tentativa de transferência da sede para Brasília: as conversas com Juscelino; críticas ao diretor econômico-financeiro da Petrobrás, João Neiva de Figueiredo; as mudanças administrativas (1958), atualização do Plano Básico; as CPIs no Congresso sobre o desempenho da Petrobrás; pressões nacionalistas sobre a empresa; outras críticas a João Neiva de Figueiredo; problemas com a refinaria de Capuava: a refinação acima dos limites permitidos pela lei e a fiscalização do CNP; mais críticas a João Neiva de Figueiredo: as negociações com o Hydrocarbon e a execução do orçamento; avaliação do desempenho do entrevistado na Petrobrás; a necessidade de coordenação na administração pública; relações entre a Petrobrás, o CNP e o Ministério das Minas e Energia; controles legítimos sobre a empresa estatal: Conselho de Administração e Assembléia dos acionistas; necessidade de atuação do Conselho Nacional de Energia para a definição de uma política nacional para o setor; a concentração industrial no Brasil; interferência da administração direta na operação das empresas estatais; comparação entre empresas privadas e estatais.................... 71 a 130

3a entrevista: Primeiros contatos com o Banco do Brasil e a Light para observação da administração de pessoal; a saída da Petrobrás e o ingresso na Light; a entrada de Galotti para a Light; as iniciativas de Henry Borden no setor de energia do Brasil; a ascensão dos advogados na Light; o ingresso na Cobast; o episódio do crédito em dólares para aplicação em energia no Rio Grande do Sul; rápidos comentários sobre as questões do tombamento efetuado na Light e do serviço pelo custo; breve discussão em torno da forma de paricipação do Estado na administração empresarial; comparação entre empresa pública e privada; os sindicatos no Brasil; alguns aspectos do governo Jânio Quadros e da sua administração: a renúncia de Jânio, a encampação das empresas estrangeiras, a Light e a criação da Eletrobrás; críticas ao governo João Goulart; considerações acerca do movimento de 1964: a importância da Escola Superior de Guerra (ESG); a questão das reformas de base no governo Jango, Castelo e Costa e Silva: a reforma agrária, a política de controle da inflação, a relação com os bancos; perfil do ministro Roberto Campos; atribuições do ministério do Planejamento na condução das reformas de base; a relação do Executivo com o Congresso; a problemática da reforma do Tribunal de Contas da União: a questão da auditoria externa e interna; breves comentários sobre a criação da SEST; a centralização do ministério Delfim Neto; o encontro com o ministro José Pereira Lira; a Comissão de Reforma Administrativa: a indicação dos seus membros, os primeiros momentos e as modificações posteriores nas atividades; o convite para o assessoramento de Castelo Branco: a reunião com Castelo, Geisel e Golberi; as divergências com Hélio Beltrão....................130 a 220

4a entrevista: O convite do ministro Roberto Campos para a chefia do gabinete do Ministério do Planejamento; a elaboração de notas sobre a reforma administrativa a pedido de Roberto Campos; o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG) e alguns de seus objetivos: rápida avaliação sobre a implementação do plano econômico nos governos Castelo Branco e Costa e Silva: a ação de Delfim Neto no Ministério da Fazenda; as reformas administrativas de Amaral Peixoto; a elaboração do Plano Trienal por Celso Furtado; observações sobre o período final do governo João Goulart; citação de trechos das notas críticas escritas pelo depoente sobre o projeto Amaral Peixoto; rápido comentário sobre a administração na França; o encaminhamento das discussões sobre o projeto Amaral Peixoto com o governo e as articulações para as futuras discussões no Congresso; alguns comentários sobre o deputado Herbert Levy e Roberto Campos; a criação da comissão de estudos sobre a reforma administrativa organizada no âmbito do governo: a filosofia administrativa de Hélio Beltrão, o percentual da presença dos membros da comissão durante os trabalhos, nomes e função dos representantes dos ministérios públicos na comissão, a participação dos ministérios militares, apresentação do dossiê de sugestões de Alberto Flores, os reflexos da quarta minuta; a discussão em torno da criação da Assessoria Especial de Estudos da Reforma Administrativa (Asestra): atribuições e responsabilidades, apresentação da lista de projetos prioritários da Assessoria; considerações acerca da entrevista do ministro do Tribunal de Contas em Brasília; a reunião de administradores para divulgação da reforma administrativa: os nomes e resoluções dos participantes; o fortalecimento do Ministério do Planejamento e do Interior com a reforma administrativa; atribuições do Ministério da Saúde; observações sobre o papel dos políticos; a política na Nova República; a questão do orçamento na reforma administrativa, o tratamento da questão do orçamento no governo Sarney; perfil de Roberto Campos; considerações acerca das multinacionais; perfil de Otávio Gouveia de Bulhões e sua relação com Roberto Campos; a relação interministerial no governo Castelo Branco; breve comentário sobre o papel de técnicos, administradores e políticos em dois momentos históricos.................................................................................................................................................220 a 292

5a entrevista: As reuniões com o presidente Castelo Branco, Golbery e Geisel: revisão e realocação de órgãos e funções, algumas emendas ao projeto de reforma administrativa; alguns pontos da mensagem do presidente Costa e Silva ao Congresso em março de 1968; avaliação do processo de implementação da reforma administrativa no governo Costa e Silva, a distância entre o governo e a Câmara de Deputados; aspectos da reforma administrativa do Tribunal de Contas; a discussão sobre controle de resultados; a reforma administrativa na Petrobrás; a questão do orçamento: as primeiras experiências na área, o trabalho do DASP no primeiro e segundo governo Vargas, a problemática da aprovação e cumprimento do orçamento no Executivo e no Congresso; comentários sobre o modelo de elaboração orçamentária americano, rápida avaliação da atuação e do papel do Congresso e do Executivo na questão do orçamento; breve balanço dos governos Juscelino, Jânio Quadros e João Goulart; análise da trajetória da questão orçamentária no Brasil; a ação da linha dura no governo Costa e Silva; a questão sucessória no governo Castelo Branco; observações sobre os modelos inglês e francês de administração, comparação entre vertentes civil e militar de formação do administrador no Brasil, comentários sobre a preponderância da classe militar; a discussão entre Castelo Branco Geisel e Golbery sobre a introdução do concurso no serviço público; a experiência da seleção de pessoal para o DASP em 1962; o projeto de criação do Centro de Aperfeiçoamento - Anestra 5; avaliação do decreto 200............................................................................................................................................292 a 374
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