Roberto Silva Barbosa

Entrevista

Roberto Silva Barbosa

Entrevista realizada no contexto do projeto "Funenseg - 35 anos", na vigência com o contrato entre o CPDOC/FGV e a Fundação Escola Nacional de Seguros (Funenseg), entre julho de 2006 e fevereiro de 2007. O projeto visa à realização e tratamento de cerca de 40 (quarenta) horas de entrevistas de caráter histórico e documental sobre a história da Fundação Escola Nacional de Seguros (Funenseg). A escolha do entrevistado se justificou por ser considerado um ator fundamental para o resgate a história do seguro no Brasil.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em áudio disponível na Sala de Consulta do CPDOC.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Christiane Jalles de Paula
Fernando Lattman Weltman
Data: 6/10/2006
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 2h7min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Roberto Silva Barbosa
Nascimento: 20/11/1932; Belo Horizonte; MG; Brasil;

Formação:
Atividade: Corretor de Seguros. Presidente do Sincor-MG. Presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros, Fenacor.

Equipe

Levantamento de dados: Christiane Jalles de Paula;Fernando Lattman-Weltman;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Christiane Jalles de Paula;

Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Conferência da transcrição: Anna Carolina Costa;

Técnico Gravação: Marco Dreer Buarque;

Sumário: Anna Carolina Costa;

Temas

Assembléia Nacional Constituinte de 1987-1988;
Banco do Brasil;
Brasília;
Companhias de seguro;
Constituição federal (1988);
Economia;
Instituições financeiras;
Instituto de Resseguros do Brasil;
Mercado;
Minas Gerais;
Ministério do Trabalho;
Movimento sindical;
Projetos de lei;
Reforma administrativa;
Seguros;
Sindicatos de trabalhadores;
Sistema financeiro;
Sul América Seguros;

Sumário

Entrevista: 06.10.2006
Início da carreira no mercado de seguros na SulAmérica SALIC - SulAmérica Companhia Nacional de Seguros de Vida (1955 - 1968) e opção pela corretagem; engajamento sindical: eleições do Sindicato dos Corretores de Minas Gerais (SINCOR - MG) (1970) e criação da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados, de Capitalização, de Previdência Privada e das Empresas Corretoras de Seguros (FENACOR) (1975); dificuldades de participação dos corretores no Instituto de Resseguros do Brasil (IRB- Brasil RE); o abandono da corretagem para trabalhar exclusivamente no SINCOR - MG (1996 - ); o papel do corretor de seguros na relação entre o consumidor e o mercado; o processo de regulamentação do corretor de seguros com a Lei Nº 4.594 (29 de dezembro de 1964) e a perda de autonomia profissional com o Decreto Nº 56.903 (1965); a formação do corretor de seguros; a entrada dos grandes bancos no mercado segurador, a necessidade de fortalecer os corretores e a organização dos sindicatos e da federação da categoria (final da década de sessenta); o problema do Projeto-Lei 290-A (1974) para a atuação dos corretores de seguro; a tramitação do projeto de criação da FENACOR (1975); discussão do projeto-Lei (vetado) sobre a proibição de bancos de comercializar seguros, a união da classe sindical dos corretores; a desvinculação dos sindicatos do Ministério do Trabalho com a Constituição de 1988; a atividade sindical antes e depois da FENACOR: interiorização do curso de corretor de seguros, a responsabilidade civil do corretor, criação do Comitê Político - assessoria aos projetos do mercado de seguros debatidos em Brasília (Pós-1988); atuação na Assembléia Nacional Constituinte (1987-1988): lobby do entrevistado enquanto diretor da Associação Comercial de Minas Gerais, discussão sobre o artigo 192 (Sistema Financeiro); a necessidade, hoje, de reformular a regulamentação do mercado de seguros; as dificuldades (desde 1980- ) e a importância da criação do Conselho Federal dos Corretores de Seguro, a reforma administrativa (1995-1998); aspecto negativo da entrada das seguradoras estrangeiras no mercado brasileiro; o Banco do Brasil como produtor de seguros; a necessidade da fiscalização do mercado de seguros: falta de infra-estrutura da SUSEP; o sistema sindicalista brasileiro, o papel da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a reforma sindical; comentário sobre a idéia da FENACOR em criar uma confederação; venda de planos de vida em grupo pela SulAmérica (1955): popularização do seguro de vida, criação dos Clubes de seguro; crítica a respeito da Circular 320 da SUSEP sobre seguro de pessoas e seu impacto negativo no mercado.
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