Sérgio de Queiroz Duarte

Entrevista

Sérgio de Queiroz Duarte

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memória Histórica e Estratégica da Energia Nuclear no Brasil”, desenvolvido pelo CPDOC/FGV com financiamento da FINEP, entre setembro de 2009 e setembro de 2011. O projeto visa à criação de um banco de entrevistas com pessoas de grande expressão na história da energia nuclear no Brasil. Serão realizadas 100 horas de entrevistas, que resultarão na construção dos originais de um livro. Trocar o final depois do livro publicado.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Matias Spektor
Eduardo de Achilles Mello
Carlo Patti
Data: 13/12/2011
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 1h15min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Sérgio de Queiroz Duarte
Formação: Direito pela Universidade Federal Fluminense (1958); administração pública pela Escola Brasileira de Administração Pública (Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro - 1957); Academia Diplomática Brasileira (Instituto Rio Branco, Rio de Janeiro - (1956-1957).
Atividade: Embaixador no Serviço Exterior Brasileiro servindo nose seguintes lugares: Embaixadas do Brasil em Roma (1961-1963), Buenos Aires (1963-1966) e Washington (1970-1974), além da Missão Permanente junto às Nações Unidas em Genebra (1966-1968), onde atuou como membro da delegação brasileira ao Comitê de Desarmamento de 18 nações; atuou no mais alto posto do serviço brasileiro: serviu como embaixador na Nicarágua (1986-1991), Canadá (1993-1996), China (1996-1999) e Áustria (1999-2002). Neste último cargo, foi ao mesmo tempo embaixador na Eslováquia, a Eslovénia e a Croácia sendo representante do Brasil antes nas organizações internacionais com sede em Viena (1999-2002) e governador do Brasil no Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA ). Suas atribuições principais no Ministério das Relações Exteriores em Brasília foram Chefe do Pessoal (1975-1979), Secretário-Geral do Orçamento e Controle de Inspetor-Geral (1991), Secretário Executivo-Geral (1991-1992), Sub-Secretário-Geral do Foreign Service (1992-1993) Alto comissário das Nações Unidas para Assuntos de Desarmamento (2003-2004).

Equipe


Transcrição: Maria Izabel Cruz Bitar;

Conferência da transcrição: Yasmin Barbosa;

Técnico Gravação: Marco Dreer Buarque; Bernardo de Paola Bortolotti Faria;

Sumário: Yasmin Barbosa;

Temas

Acordos e tratados nucleares;
Alemanha;
América Latina;
Anos 1960;
Anos 1970;
Anticomunismo;
Brasil;
David Silveira da Mota Junior ;
Emílio Garrastazu Médici;
Energia nuclear;
Estados Unidos da América;
Europa;
Governo Emílio Médici (1969-1974);
India;
Ministério das Relações Exteriores;
Organização das Nações Unidas;
Programa Nuclear Brasileiro;
Regime militar;
Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP);

Sumário

Entrevista:13/12/2011

Arquivo digital em áudio 1:
Comentários sobre o envolvimento do entrevistado com temas nucleares na década de 1960; a negociação do regime militar de não proliferação nuclear (1966-1968); a aliança informal da Índia e Brasil contra o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP); a posição da Alemanha Ocidental na negociação do TNP; considerações sobre os interesses brasileiros em não assinar o TNP; a pressão americana em 1970 para que o Brasil assinasse o TNP; o Programa Nuclear Brasileiro em 1967; a transição do entrevistado de Genebra para Boston em 1966; defesa da imagem do Brasil do exterior na época do governo Médici; Estados Unidos da América e sua projeção anticomunista na América Latina (Brasil); a relação com o ministro David Silveira da Mota e o trabalho na Secretaria-Geral Adjunta para a Europa Oriental e Ásia, no Brasil; o trabalho na Divisão do Pessoal do Itamaraty em 1975-1979; a ida a Genebra em meados da década de 1970.

Arquivo digital em áudio 2:
Comentários sobre a crítica brasileira ao Tratado de Não-Proliferação em Genebra; os objetivos do Programa Nuclear Autônomo; a Carta da Organização das Nações Unidas que visava o desarmamento nuclear ou eliminação de armamento nuclear; a impressão da sociedade brasileira sobre a questão nuclear.
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